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8.11.10

Escuridão - Elena P. Melodia

E se você começasse a ter premonições macabras? E se elas começassem a se concretizar?
Abra o caderno de Alma. E descubra o que é o medo. Sucesso na Itália, Escuridão, o ponto de partida de uma nova trilogia juvenil, apresenta ao público a escritora Elena P. Melodia e sua criação. Um universo em que o sobrenatural existe e ocupa o mesmo plano em que nós vivemos sem nada perceber. Para esse grande lançamento, a Núcleo da Idéia Comunicação desenvolveu estratégias que irão envolver o público nessa história misteriosa e intrigante, proporcionado ao leitor uma grande identificação com o mundo sombrio abordado na obra, sem deixar de lado todo o turbilhão de emoções e dúvidas que rodeia os adolescentes.

Divulgação / Suma

A história >> 

      Para Alma, de 17 anos, o mundo era como se poderia esperar que fosse para uma menina de sua idade: escola, atividades sociais com seu grupo de amigas, tédio e impaciência na relação com a família. Até que um caderno recém-comprado por ela começa a ser o fio condutor de acontecimentos estranhos. Páginas que estavam em branco à noite amanhecem escritas na manhã seguinte, com a letra de Alma. O texto descreve acontecimentos macabros. Pouco depois, eles se tornam realidade.

O que os especialistas acharam >>

- “Pleno de fantasia e romantismo” – Vanity Fair
- “Um suspense sombrio que virou objeto de culto entre os adolescentes” – L’Eco di Bergamo
- “Uma nova heroína para o público juvenil” – Elle
- “A ansiedade da adolescência e seitas satânicas numa mesma história” – La Repubblica
- “Os apaixonados por livros de fantasia urbana já têm do que continuar se alimentando” – Il Padova

A editora criou um uma espécie de blog fictício escrito supostamente por Alma, a personagem principal. Clique aqui se quer visualizar a a página. 

30.10.10

A Cabana


Editora: Sextante
Autor: Willian P. Young (Colab - Wayne Jacobsen e Brad Cummings)
Tradução: Alves Calado
Lançamento: 2007 (EUA) 2008 (BRASIL)
País: Estados Unidos

 "Intenso, sensível e profundamente transformador..."

Mackenzie Allen perde a filha em um acampamento, ele descobre o local do assassinato, uma cabana. Ele vive descrente no amor de Deus por sua família até que recebe um bilhete assinado pelo Criador pedindo para encontrá-lo justo na cabana, lugar onde foi o ápice de sua dor, quando descobriu que sua pequena Missy foi morta por um maníaco que mata garotinhas. 

O livro não é prendedor em seus primeiros capítulos. Confesso que demorei um bom tempo pra voltar a ler o livro. Finalmente acontece um flashback, dezenas de páginas se passam e aí você sente que está prestes a cortar seu coração. A garotinha meiga e calma morre e você fica furioso ao ver que não há nenhum remédio para que aquilo seja desfeito.

Aí depois, não consegue mais largá-lo. Willian acertou na história e nos faz realmente pensar no que fazemos, nos julgamentos que executamos todas as vezes. Na dor e no lugar pra onde vão nossos entes queridos. Confesso que pensar em Deus como uma "negra imensa" não foi nada fácil. Ver Deus, Jesus e o Espírito Santo conversando e fazendo trapalhadas é engraçado e estranho ao mesmo tempo.

Na medida em que Mack vai conversando e aceitando o que aconteceu, você o acompanha junto. Pois presencia o momento em Missy morreu e isso torna ainda mais doloroso para pensar em uma justificativa vinda de Deus. O livro não cabe só aos religiosos, se trata sim de diversas coisas do nosso dia-dia. Pensamos assim "Oh, Deus. Eu faço isso?!".

Aos religiosos, é um prato cheio de salada de espinafre. Aos mais rigídos, um suco de beterraba. Pois vemos Deus como humano. Mas ao mesmo tempo o vemos com um amor incondicional a todos, eu disse TODOS, os humanos. Confesso que senti que aquilo estava sendo dito realmente. Tocante e sinceramente, emocionante. Merece seu lugar na lista dos mais vendidos do mundo inteiro.

Análise Geral - 9,5
Ilustrações - 10,0
História - 10,0
Habilidade do escritor - 10,0

25.10.10

Escritora Jane Austen era péssima em ortografia


Isso mesmo o que você acabou de ler o gênio a autora Jane Austen, de "Orgulho e Preconceito" (Obs: Ela já morreu, para os desinformados) tinha uma certa dificuldade em se dar bem com o português.

Texto retirado do Yahoo!
Edição | Bobagens&Livros

A escritora inglesa Jane Austen (1775-1817), autora de "Orgulho e preconceito", conhecia tão mal a gramática e a ortografia que suas obras precisavam ser reescritas por um revisor, revelou neste sábado uma especialista da Universidade de Oxford. 
Geralmente considera-se que Jane Austen tinha um estilo perfeito. Seu irmão Henry pronunciou em 1818 uma frase que passou a ser célebre, 'tudo sai perfeito de sua pena', e os comentaristas seguem compartilhando essa opinião", declarou Kathryn Sutherland, professora da Universidade de Oxford.
"Entretanto, ao reler seus manuscritos, aparece rapidamente a evidência de que não há neles tal precisão", acrescentou Sutherland, que estudou 1.100 páginas não publicadas da escritora.
"Os manuscritos não publicados de Jane Austen acabam com a reputação da perfeição da escritora de várias formas: há manchas, rasuras, desordem. Pode-se ver a criação se formar neles e, no caso de Jane Austen, descobre-se uma maneira antigramatical de escrever" que contrasta com o estilo polido de suas obras publicadas.
"Isto nos faz pensar que outra pessoa esteve fortemente envolvida no processo de edição entre o manuscrito e o livro impresso", afirma a especialista, explicando que provavelmente essa pessoa foi o editor e revisor William Gifford.

24.10.10

Autor R.L Stine comenta a estréia de piranha em seu twitter



O autor R.L Stine, comentou em seu twitter a estréia de Piranha, "Está acontecendo: "A sequela de Piranha 3D. É chamado Piranha 3D. Havia alguns sobreviventes do primeiro filme? Só piranhas, certo?" ,comentou o autor em seu twitter,e ainda convidou os fãs para ve-lo no sabado Venha me ver na Flórida: Sábado, 10:30 - Reading Festival de São Petersburgo. Vou assinar seus livros e talvez ler um capítulo do próximo livro HorrorLand GB - Slappy ANO NOVO.", esta certo que postamos atrasado já que o encontro de fãs foi ontem. Os livros do autor estão sendo publicados pela editora Fundamento.


Exclusivo B&L

Saiu no The New York Times ..: Jovens querem livros digitais


Estava vasculhando as últimas novidades sobre livros, procurando algo pra postar aqui, quando encontrei essa matéria sobre a pesquisa estadunidense. Vejam!

Fonte | O Estado de S. Paulo
Tradução | Celso Paciornik

Há muito que pais e educadores se preocupam com a possibilidade de diversões digitais como videogames e celulares roubarem o tempo que os filhos gastariam lendo. Mas uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostrou que dois terços das crianças não desistiram de seus livros impressos tradicionais, e que gostariam de ler as obras digitalizadas. 

O estudo foi divulgado na semana passada pela Scholastic, a editora americana dos livros de Harry Potter (Iup!) e da trilogia Jogos Vorazes (Iup!²). Foram pesquisadas mais de 2 mil crianças nas idades de 6 a 17 anos, e seus pais, no segundo trimestre deste ano.

Cerca de 25% das crianças pesquisadas disseram que já leram um livro em um aparelho digital, incluindo computadores e leitores digitais. Entre as idades de 9 a 17 anos, 57% das entrevistadas se disseram interessadas em fazê-lo.

Além disso, somente 6% dos pais pesquisados possuíam um leitor digital, mas 16% disseram que pretendiam comprar um no próximo ano. Oitenta e três por cento desses pais afirmaram que permitiriam ou encorajariam seus filhos a usar os leitores digitais para obras literárias.

"Eu não tinha percebido a rapidez com que as crianças abraçaram essa tecnologia", disse France Alexander, diretor acadêmico da Scholastic. Ele se refere a computadores, leitores digitais e outros dispositivos portáteis que podem baixar livros. "Eles claramente os veem como ferramentas de leitura, não só para jogar, não só para trocar mensagens de textos, mas como uma oportunidade para ler", complementa.

Para Milton Chen, bolsista sênior na George Lucas Educational Foundation, o relatório revela que crianças querem ler nas novas plataformas. "O mesmíssimo dispositivo usado para socializar, trocar mensagens de texto e permanecer em contato com amigos também pode se transformar para outro fim", disse Chen. "Essa é a esperança."

Mas muitos pais pesquisados também expressaram preocupações sérias sobre as distrações de videogames, celulares e televisão nas vidas de seus filhos. Eles também gostariam de saber se o adolescente moderno que faz várias coisas ao mesmo tempo teria a paciência necessária para se concentrar na leitura de um longo romance.

"Minha filha não consegue parar de escrever mensagens por tempo suficiente para se concentrar num livro", disse uma das entrevistadas, mãe de uma adolescente de 15 anos do Texas. Outra participante da pesquisa, mãe de um garoto de 7 anos de Michigan, disse: "Temo que o intervalo de atenção de meu filho só inclua ideias em rápido movimento, e a leitura de um livro se torne tediosa para ele." 

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Bom, elementar leitor, já li por computador e tenho certeza que muitos de vocês que estão me lendo agora já leram também. Mas a questão é; para mim, o livro impresso, em minhas mãos, com capa, parece ser oficial. Melhor. Não sei você, mas não vou muito com a cara de E-books. Agora, estou lendo (Junto com A Cabana) o livro Icarus, ainda não sei se continuarei ou se irei esperar até lançar no Brasil. O livro foi traduzido por fãs e pode estar cheio de erros ou coisas que não farão parte da edição brasileira. Então, pediria o seu comentário a essas questões. Para lhe facilitar, as questões simplificadas estão abaixo;

O livro impresso é melhor?

Você gosta de e-books? O que são ebooks?

Livros traduzidos por fãs estão repletos de erros ou posso seguir?