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19.12.12

As 12 melhores músicas de 2012!

Seguindo a tendência das listas, resolvi fazer uma sobre música, que não é um assunto que eu domino, portanto não espere uma análise crítica afundo sobre as músicas que aqui serão citadas. Essas canções foram organizadas de acordo com os meses em que fiquei, digamos, viciado nelas.

Janeiro: Rihanna feat. Calvin Harris - We Found Love



Eu ainda estava com a sensação do fim de 2011, o meu ano novo e o início de ano foi todo ouvindo We Found Love. O fato é que, agora, não consigo mais nem chegar perto dessa música.

Fevereiro: Katy Perry - Part Of Me



Assim que tive acesso à demo, me apaixonei pela música, o clipe me decepcionou profundamente, mas ainda ouço a música até hoje, vício total de fevereiro!

Março: Marina and the diamonds - Primadonna



Fiquei tão completamente viciado nessa música que ela se tornou o tema do layout do blog, em março. Foi o meu primeiro contato com a Marina e, sem dúvida, muito positivo. Escutei suas outras músicas e acompanhei-a durante esse ano, virei fã!

Abril: Nicki Minaj - Stupid Hoe



Outro clipe que foi tema do blog no início do ano! Eu já tinha assistido no início do ano e tinha odiado, não gostava tanto assim da Nicki Minaj, achava que ela tinha que fazer tudo ao estilo de Super Bass, mas sua performance no Grammy me fez elevar o respeito e assisti Stupid Hoe novamente, agora é um dos meus clipes favoritos dela.

Maio: Nicki Minaj - Starships


Infelizmente, depois da performance bombástica no Grammy, Nicki decidiu seguir mais pop e menos arriscados. Eu gostei de Starships, é uma produção bem ao estilo RedOne (Produtor da música, mesmo produtor de Judas e Bad Romance da Lady Gaga). O clipe é terrível, mas na época eu adorava deixar essa músca na repetição eterna do Media Player.

Junho: Nicki Minaj - Whip It



Linda, diferente e que não foi lançada como single, infelizmente. Eu a escutava até horas da noite, aproveitando o início das férias. Lembro de varar madrugadas ao som de Whip It, foi bom, mas hoje tenho pouco contato com a música.

Julho: No Doubt - Settle Down



O comeback do No Doubt, sem dúvida, trouxe músicas incríveis e depois de indicação da Lady Gaga, que declarou publicamente que adorava a música e até colocou a música como trilha sonora de um de seus vídeos para os fãs, eu fui escutar e me apaixonei intensamente, a música é enorme, mas eu não enjoei, ouço até hoje.

Agosto: Lady Gaga feat. Kendrick Lamar - Cake Like Lady Gaga



Setembro:  Rihanna - Diamonds



Mais uma música da Rihanna, que parece ter fixação pelo novembro, mês em que sempre aparece com coiasa nova. Bem, acho que não preciso falar muito de Diamonds, gostei desde o primeiro momento que ouvi e viciei totalmente. Eu não gosto tanto assim do clipe, mas a música salva tudo! <3

Outubro: Zedd feat. Lady Gaga - Stache (High Princess)




Com a secura de músicas novas da Gaga, essa serviu como um aperitivo para o que está por vir em seu álbum novo. Em uma participação na música de Zedd, um dos produtores titulares de ARTPOP, ela traz uma música eletrônica bem típica de hoje em dia com um toque psicodélico e Gaga.

Novembro: Alicia Keys feat. Nicki Minaj - Girl On Fire (Inferno Version)



Música com os vocais perfeitos de Alicia Keys e o rap suave de Nicki Minaj, amo essa música de paixão! Vício de setembro! Só pra lembrar, eu quero o CD da Alicia Keys de presente de natal!


Dezembro: No Doubt - Looking Hot



Eu aaaaamo essa música. É uma das melhores do novo álbum do No Doubt, o qual também desejo muito! O clipe era muito bom, mas foi excluído depois que a banda enfrentou acusações de racismo, eu achei desnecessário. Já que não tem clipe, vamos de lyric video do meu vício de dezembro!

25.2.12

Playlist #013: (Especial Grammy) Os prêmios de Adele, Katy Perry e Nicki Minaj

Playlist fala sobre o que aconteceu no mundo da música, sempre em três ou quatro tópicos, informando a você sobre os artistas que não saem do seu iPod e dos holofotes, é claro.

Desculpe-me por estar escrevendo sobre isso logo agora, é que final de semana passado, estava em viagem por causa do carnaval e já tinha explicado vocês. Mas nunca imaginaria que perderia tanta coisa nesse meio tempo. Fato é que a Playlist #14 já está se formando na minha cabeça com tanto assunto e coisa legal (ou não) que rolou nesse mundo pop durante minha ausência de atualizações.

Enfim, não teve pra ninguém. A vencedora do Grammy 2012 foi Adele, de acordo com as apostas de muitas pessoas. Eu adoro a cantora, mas é que já está me dando de raiva de tudo o que ela ganha (risos). Sem esforço nenhum ela continua sempre no topo da Billboard, se apresentações dos novos singles, sem nada. Mas, vamos mudar de assunto, Adele saiu da premiação com seis vitrolinhas de ouro.

E também recebeu sua consagração como cantora, destaque do ano passado e claro, destaca seu álbum 21 como um dos mais bem-sucedidos, vendidos, elogiados e premiados do ano. Muitas outras pessoas que tem o nosso coração e tinham a nossa torcida, como a Katy Perry, Rihanna e Lady Gaga não ganharam nada e saíram de mãos vazias, elas estavam de dieta. Já Adele...

Não bastasse o grande destaque por vencer as categorias, a cantora ainda performou e foi uma das melhores da edição, uma vez que a noite estava com apresentações preguiçosas, chatas e mais do mesmo. Talvez pela morte recente da diva Whitney Houston ou só pelo mundo pop estar meio frio ou até então por todo mundo saber desde o início que Adele levaria tudo.

Eu adorei a performance, mesmo que preferisse que ela cantasse seu novo single, Set Fire To The Rain que eu, particularmente, adoro. Mas mesmo assim, a boa e velha e hit, Rolling in the deep foi a primeira música que ela performou depois da fatídica operação na garganta que a deixou parada por alguns meses, e arrasou. Tudo estava perfeito, sua voz, os ritmistas e as backing vocals. Parabéns, Adele, você mereceu!


Mesmo que os holofotes tenham permanecido na cantora de Someone Like You, Katy Perry fora uma das poucas performances notáveis e boas da premiação. A cantora açucarada performou pela primeira vez o single Part of Me, do novo CD, uma conclusão de Teenage Dream um sucesso tremendo encomendado por Perry e seus hitmakers produtores.

Tudo começou com uma apresentação de seu antigo single (Um dos muitos #1 no Top 100 que ela conseguiu com o álbum), algo simples, com os dançarinos em volta. Até que um aparente erro técnico faz a cantora cair no chão e tudo desliga. Você pensa: OMG! Isso foi erro técnico mesmo? Assim que estava correndo para o twitter comentar...

A cantora aparece em uma caixa/ cubo no alto do palco e começa a cantar, no meio da música ela o quebra e tem uma das performances mais eletrizantes de sua carreira, na semana passada, eu destaquei aqui meu amor por POM e eu continuo apaixonado por essa música. Essa era uma performance que eu acharia clichê e chata com Madonna, Lady Gaga, Nicki Minaj.

Mas com Katy, tudo pareceu tão inédito, porque realmente é! O The Complete Confection, apesar de ser uma conclusão do seu álbum anterior, que se destacava por ser infatil, dócil e chiclete, mostra uma Katy madura e é isso que ela quis reforçar. Quis mostrar a todos essa nova parte dela (Desculpe-me pelo trocadilho) que eu adorei conhecer e quero muito mais.

Por parte dos críticos, blogs e das pessoas "normais", digamos assim, a apresentação foi um pouco criticada. Eles não gostaram do desempenho vocal da Katy, embora eu tenha achado bom. E todo criticou muito esse cabelo crespo e azul dela, qual é, gente? A pessoa precisa estar perfeita para se apresentar. O que valeu foi que Katy Perry conseguiu fazer muito bem esse papel adulto. Um dos grandes destaques desse Grammy.

Essa semana comentou-se sobre o sétimo número um da cantora na Billboard e não é que ela conseguiu? Apesar das críticas à Part of Me, a performance no Grammy alavancou de forma monstruosa as vendas e o single debutou (estreou) em primeiro lugar, se tornando o sétimo primeiro lugar na carreira de Katy Perry. Isso não é coisa pra qualquer um e poucos artistas conseguem.


Sem dúvida, Nicki Minaj foi quem esquentou o Grammy deste ano. Com a participação quase fantasma de Lady Gaga, Nicki fez o seu papel e polemizou logo no tapete vermelho, quando entrou com um vestido que mais parecia um saco, com o símbolo da marca Versace e com cara de anêmica/ possuída/ maluca/ doente. Eu senti um pouco de medo, mas fiquei à espera de sua performance.

No começo fiquei com raiva de Minaj, senti uma falta de respeito, com tantos artistas de luto, ela vir toda de vermelho, "tá querendo aparecer", eu pensei. Mas, depois cheguei à conclusão de que se não fosse por ela, esse Grammy seria uma perda de tempo e nós nem teríamos o que comentar aqui. Se não fosse por estas artistas corajosas, essa Playlist ficaria sem assunto.

Nicki agora trabalhava com a ex-diretora criativa de Lady Gaga, então você já pode ver que eu torci um pouco um nariz, afinal, trabalhar com simbolismos e religião era uma coisa que Gaga sempre fazia e Nicki agora se aproveitava da coragem que um dia a cantora teve para poder usar à seu favor. A apresentação dela foi terrível e de mau gosto.

Desde o começo eu já sabia que ela ia escorregar no exagero, com Gaga, tudo tinha um significado, uma razão de se fazer, com Nicki tudo foi apenas para "exteriorizar sua maluquice", disse ela. Mas eu ainda acho que foi um truque para aparecer. Ela não é assim, sempre foi extravagante, mas seu estilo sempre o rap-freak, as roupas malucas, mas "Normais", digamos assim.

A partir do VMA 2011, todos nós já vimos como Gaga tinha afetado a carreira destas artistas e, ao ver a performance de Nicki no Grammy. Meu Deus! Tudo começa com Roman Revenge, uma música que eu gosto, e ela se confessando ao padre, logo depois um vídeo que mostra ela sendo exorcizada pelo padre, voltamos ao palco e temos Nicki amarrada.

Suas amarras se soltam e ela mostra pouco fôlego para a música e os movimentos, ela tenta dançar e andar. O padre chega, os vidros postiços de quebram e ela levita, como em uma cena de O Exorcista. Minha conclusão: Não acho legal se mexer com esse tipo de coisa, simplesmente por mexer, simplesmente porque chama atenção e gera comentários. Acho Nicki bem maior do que isso, ela não é assim e não precisa disso. Então é deste jeito, com um pouco de revolta, que acaba a Playlist #13, até a próxima, pessoal!

11.2.12

Playlist #012: Part of me, a volta da Rainha e Turn Me On

Playlist fala sobre o que aconteceu no mundo da música, sempre em três ou quatro tópicos, informando a você sobre os artistas que não saem do seu iPod e dos holofotes, é claro.
A cantora Katy perry anunciou recentemente que faria um relançado seu bem-sucedido álbum, Teenage Dream, dessde CD saíram E.T, California Gurls, Teenage Dream, Last Friday Night e The One That Got Away, músicas que tiveram êxito no Top 100 da Billboard e deram à cantora os holofotes de que precisava para se firmar como uma concorrente no cenário das divas pop.

Quando chegou ao número com Last Friday Night, Katy se igualou ao recorde de Michael nas paradas com cinco número um de um mesmo álbum, tornando-se a única mulher a ter o feito. Então, começou uma guerra ininterrupta para que Perry conseguisse o sexto single, com lançamento de making of, vídeo clichê, música potencialista e bem verão.

Ela, infelizmente não conseguiu, mas continua com sua guerra pelo sucesso. Katy Perry está relançado seu último álbum com as músicas que ela rejeitou anteriormente e que, depois caíram na internet, e os fãs gostaram. Isso causou algumas discussões na internet. Se as músicas foram descartadas, elas tiveram algum motivo para isso, não é? Talvez Katy não tenha gostado delas e a gravadora esteja querendo empurrar um CD novo rápido o suficiente e que saia mais barato.

Eu esperava que as músicas fossem bem chatinhas, com ritmos que a Katy já explorou e melodias bem do seu jeito. Me surpreendi positivamente com o primeiro single do relançamento que se chama Teenage Dream - The Complete Confection (A confecção completa), a música tem o nome de Part of Me e sai um pouco do pop doce que ela já trabalhou.

P.O.M tem uma pegada mais eletrônica e forte, Katy assume um vocal mais firme, sua voz fica mais grossa e a música é mais agressiva. Mas, claro ela continua com seu estilo de antes. Aquelas batidinhas de bateria feitas por dubstep. Mas eu não tenho dúvidas de que ela possa chegar ao topo, afinal Katy tem uma ótima base de fãs, os Katycats, e tem uma performance no Grammy. Se surpreender, já ganha um voto meu.

E essa capa, gente? (Ela integral você confere neste link) (E a música, ouça aqui), mostra uma Katy com um cabelo loiro e que pode se tornar fixo, o corte a deixa mais adulta, até as letras da capa deixam o single com a cara que ele precisa ter, assim como a imaginamos. E nesta performance, espero que KP faça o que jamais fez, dançar DE VERDADE e com essa roupinha preta de diva pop... Pode ser que dê certo, mas espero que não a comprometa vocalmente.


Eu não tive tempo de comentar na última Playlist um assunto que já tinha sido programado para ser tratado mas que, por algum motivo, foi ofuscada por outros assuntos, assim que na hora me pareceram mais urgentes. Fato é que muita gente já sabe do que estou falando e agora vou ter que fazer meu comentário sobre isso. Já se deu conta? Vou falar da volta de Madonna.

Certamente, você já deve ter visto o novo clipe de Madonna, Give me all your luvin', se não viu clique aqui, ele contém participações de M.I.A e Nicki Minaj (Falaremos dela em outro tópico também). A música é bem adolescente e tem aquele leve gostinho de "Já vi isso antes", pois lembra muito Hollaback Girl da Gwen Stefani e Beat of my drum da Nicola(ão) Roberts.

Eu fiquei meio decepcionado, uma vez que Madonna é um artista tão grande e que sempre lançou tendências... Sempre quando ela voltava com um CD, estava de visual novo, com ritmo novo, inventando coisas novas. Desta vez, ela segue o que os outros estão fazendo e está em uma zona de conforto, desde o mediano Hard Candy e o inútil Celebration.

Não que eu não tenha gostado, afinal o clipe é engraçadíssimo. Só que vai muito contra o que a Madonna sempre fez, não nos ritmos, mas sim de seguir tendências. Ela sempre era a pioneira e agora está caindo na mesmice. A música não me impressionou e ganhei um pouco de afeto com o clipe, apesar de não ir com a cara de uma de suas colaboradoras, a M.I.A. Não a suporto!

Para fazer divulgação do novo single, Madonna pegou sua mala de surpresas e palco high-tech e foi para o Super Bowl, o maior evento da TV americana. A apresentação teve quinze minutos e contou com vários cenários que apareciam e iam embora com rapidez monstruosa e participações. Menções honrosas à Cee-Lo Green que performou com a cantora a música Like a Prayer, com um enorme coro.

O que decepcionou a todos foi o playback que a cantora usou em todas as partes. Seja as que estava dançado, o que pode até ser perdoado de certa forma, já que Madge deu piruetas e tem uma idade um tanto avançada para tanto fôlego. Mas... E na hora de Prayer, ela fazia caras e bocas, mas era visível de que era só encenação. Fala sério, né? Desejo um bom comeback para a cantora, sem playback, por favor.


Eu adorei a performance de Nicki Minaj com o David Guetta no American Music Awards (se quiser ver a apresentação, clique aqui) no ano passado e corri logo para a internet baixar a nova música, Turn Me On. Os vocais da cantora estavam potentes e ela soube guiar perfeitamente a música, nunca tinha visto a Barbie-Rapper-Cantora em uma atuação como esta.

Depois de já ter Turn me On  no computador, fiquei viciado, tocando muitas vezes e aprendendo toda a música, ela não é muito diferente das outras músicas do Guetta, aliás, assemelha-se muito com Only Girl (In The World) da Rihanna. Eu não estava esperando muito o clipe até que li a notícia do dia da gravação dele, vi os teasers e fiquei muito ansioso.

Quando ele estreou, eu o vi... Se fosse um clipe do The Black Eyed Peas, eu falaria que era clichê. Afinal, milhares de conceitos dos clipes da banda do Will.I.Am eram os robôs. Mas, o Guetta sempre teve aqueles clipes alto-astral, com bebida, festas, imagens aleatórias de algum país, ou então o cantor que faz participação em uma balada...

Mas este, ele nos deixa boquiabertos pela tamanha alta produção. A fotografia é meio escura e combina perfeitamente com o ar do vilarejo e a bizarrice é muito bem colocada com a roupa e o cabelo rosa de Nicki e os cidadãos sem expressão. Algo que é muito evoluído, afinal, quando você vê o nome imagina que seja um clipe bem sexy e tal... Mas não é nada disso. Tem toda uma história em si e é bem legal de assistir (se quiser ver o vídeo,clique aqui).

Espero que os próximos singles do álbum novo do David Guetta, que se chama Nothing but the beat, sejam boas músicas, tenham bons featurings (Participações) e os clipes sejam assim, grandes produções e não decepcionem com Chroma-Key e Hands Up como em Without You com o Usher. Enfim, a Playlist #12 termina aqui e na semana que vem, neste mesmo dia tem mais e com, finalmente os comentários do Grammy. Bom sábado e até a próxima!