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27.4.14
Divergente (2014)
21.3.14
CONVERGENTE, de Veronica Roth
Spoilers!
Editora Rocco, 528 páginas.
Parece que foi ontem que
comprei o primeiro livro da série Divergente,
ainda sem saber muito bem o que esperar. Depois de ficar completamente
extasiado com o primeiro, fui para Insurgente
que além de garantir o segundo primeiro lugar consecutivo na minha lista de
favoritos do ano, foi um dos melhores livros que já li na minha vida! E
completamente cheio de expectativas com a forma como tudo acabou no segundo,
comprei o terceiro logo que lançou, disposto a ler avidamente, mas tentar ao
máximo saborear este que é o último livro da saga que tanto amo. Convergente começa com Tris, Tobias e
todos os seus aliados/amigos tentando escapar do autoritário novo governo sem
facções de Chicago que, no caso, é comandado pela mãe de Quatro, eles não tem
muita certeza do que os encontra do lado de fora e, com muita curiosidade
devido ao vídeo que foi gravado por uma mulher chamada Edith Prior, o mesmo
sobrenome de Tris, eles decidem então desafiar as regras do governo e ir para o
lado de fora. Basicamente, metade do livro mostra os personagens descobrindo o
que tem do lado de fora e, sinceramente, eu esperava bem mais, depois do final
de Insurgente. Eu fiquei realmente
curioso porque não é muito a tendência dessas distopias mostrar o que aconteceu
com o mundo todo para que ficasse completamente diferente, só que este também
não foge à regra. Mesmo que a nova realidade continue sendo chocante e
surpreendente, é muito aquém do que foi “prometido” no final do segundo livro. Convergente
teve um enredo bem falho, ou então, justamente o fato do lado de fora não ser tudo isso e descobrir sobre ele não fosse tão
interessante quanto descobrir sobre o sistema de facções e a iniciação da
audácia no primeiro livro. Identifiquei um marasmo terrível em boa parte da
leitura, o que é completamente entendível, mas inesperado por ser diferente do
que a autora fez nos outros. Veronica Roth decidiu, neste livro, empregar um
sistema de narração em conjunto que cada vez mais está sendo usado por aí,
colocando o livro pelos olhos de Tris e Tobias. O que não funcionou muito bem,
já que não existe muita coisa para diferenciar as vozes de Tobias e Tris,
embora eles sejam bem diferentes em personalidades. O jeito de descrição,
pensamento, em muitas vezes se confundiam. Mas entendi depois que a autora
tinha todo um propósito com isso, desde o início. Uma coisa que me deixou bem
chateado foi a tradução da Rocco. Ficou simplesmente péssima! Pareceu coisa
feita de última hora, pareceu tradução do Google Tradutor. Diversas palavras
sendo adaptadas de forma falha, que não combinaram com o texto, etc. Além de
diversos erros de digitação, também. Mas, quando passei pela lentidão de enredo
que foi o começo e o meio deste livro, cheguei até o seu desfecho. E, como já é
esperado pela Veronica, ela simplesmente arrasou nesse último, superando todos
os outros. Eu chorei, gente. E eu sou
uma pessoa meio fria se tratando de livros e até mesmo a vida real. Não é que
eu não tenha emoções ou algo do tipo, eu tenho! Só que é muito difícil eu
derramar lágrimas por qualquer coisa. E, com Convergente eu simplesmente chorei
de soluçar. Soluçar mesmo. E ainda não acredito como as coisas terminaram daquele
jeito. Me surpreenderam muito! Convergente
e Allegiant têm significados
muito diferentes, embora ambos remetam ao livro. Eu chego a preferir o título
brasileiro, embora a sonoridade do em inglês seja muito melhor. Divergente foi uma série surpreendente,
extremamente grandiosa desde o primeiro volume e que vai crescer ainda mais com
as adaptações cinematográficas vindo por aí. Indico pra todo mundo que aprecia
um bom livro de suspense, com uma boa história, ótimos personagens, enredo
envolvente. Já sinto extrema nostalgia com a série e ela já está na lista das
releituras do futuro!
5/5
13.12.13
Resenha: Insurgente - Veronica Roth (Divergente #2)
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.
No ano de 2012, coube a Divergente o papel de ser o meu livro favorito do ano e, ao finalmente ter Insurgente em mãos, ficaram enormes expectativas para que o segundo fosse tão bom quanto o primeiro. Bom, se este tornou-se o meu favorito eu não posso dizer (já já publicarei uma lista de melhores livros do ano), mas dentre tantas histórias ótimas que conheci nesse ano, essa é uma das melhores.
Insurgente começa com o universo ainda abalado pelos acontecimentos do primeiro livro. Novos personagens são adicionados no decorrer de todo o livro e antigos ganham um aprofundamento, uma vez que este livro foca-se mais nos conflitos dos personagens ao invés daquela introdução às facções e à "Iniciação", como tivemos no primeiro volume.
Neste segundo livro, encontramos uma escrita mais madura, bem estruturada. Mas se você pensa que Veronica Roth perdeu a sua habilidade de fazer enredos eletrizantes está muito enganado. Eu posso afirmar, com a mais absoluta certeza, que Insurgente supera em muitos graus Divergente. A forma como a história é contada, a quantidade absurda de reviravoltas que nós temos do começo ao fim, mostra que a autora não teve medo de ousar e que todas as quinhentas páginas do livro são válidas e precisam ser lidas.
Este é um daqueles livros que você não pode piscar por causa da quantidade de mudanças, que você não consegue ficar muito tempo sem ler, afinal, nós ficamos pendurados pela genialidade do universo e os acontecimentos da história durante todo o tempo, o que nos impossibilita de largá-lo. Se eu recomendo Insurgente? Ainda mais do que eu recomendei o anterior.
Mesmo que este livro tenha um início e meio muito bons é o desfecho que me deixou apaixonado, de boca aberta, completamente descrente, tendo que ler mais de uma vez as últimas páginas. Ainda mais ambicioso e grandioso que qualquer outra distopia que já li pôde ser. É simplesmente incrível. Altamente recomendado e mal posso esperar para Convergente!
— Você soa exatamente como alguém da Audácia — diz Caleb, irritado. — É sempre uma coisa ou outra, não é? Não há nuança alguma. O mundo não funciona assim, Beatrice. O mal depende do ponto de vista de quem o vê.
Editora: Rocco Jovens Leitores
Autora: Veronica Roth
Série: Divergente - Livro Dois
Título Original: Insurgent
Páginas: 505
Autora: Veronica Roth
Série: Divergente - Livro Dois
Título Original: Insurgent
Páginas: 505
9.5.13
Divulgadas: Capa de Allegiant e Minha Vida Fora de Série - Segunda Temporada!
Duas capas de livros que eu quero muito foram divulgadas! Primeiro a de Allegiant, que, mesmo dividindo opiniões de alguns fãs, me agradou e possui simplesmente o MELHOR símbolo de todos (que não é um símbolo de facção e sim "um símbolo que aparece no livro", de acordo com a autora), e essa cor laranja? É linda! Enfim, ainda não sei como irão traduzir essa palavra para o português, porque aparentemente não existe tradução para o português, sem dúvida, um trabalho difícil para a Rocco que tenho certeza que renderá muitos xingamentos no twitter assim que for divulgada. E logo depois, veio outra capa absurdamente linda, a de Minha Vida Fora de Série - 2ª temporada, que conta a história de Priscilla, uma amiga da Fani que é viciada em séries. Essa capa ficou ainda melhor que a do primeiro!
3.2.13
Divulgada capa de "Insurgente" e mês de lançamento!
A linda Editora Rocco finalmente divulgou a capa oficial digitalizada de Insurgente. Em comparação à original, quase nada muda e eu já falei sobre isso no Sunday News da semana passada, mas além da capa, temos outra novidade! O livro deve chegar às livrarias brasileiras lá por abril desse ano. Levanta o braço quem vai abrir mão dos ovos de páscoa para ganhar o livro! \\o//
6.10.12
Resenha: Divergente - Veronica Roth (Divergente #1)
Editora: Rocco Jovens Leitores
Autora: Veronica Roth
Título original: Divergent
Série: Divergente - Livro Um
Páginas: 504
Tempo de Leitura: 10 dias
Ai. Meu. Deus.
Essa é a expressão que eu usaria para definir o enredo, a história e cada palavra nas páginas do livro Divergente da Veronica Roth. Eu simplesmente amei esse livro, amei demais! As sensações que tive com ele, nunca cheguei a ter com nenhum de meus outros livros favoritos e ao terminar a leitura e colocá-lo no patamar mais alto dos preferidos da estante só conseguia pensar o quanto essa história merecia todo o sucesso rápido que teve e as críticas positivas que conseguiu, contrariando ao fato de que livros muito lidos costumam ter muitas opiniões negativos.
Minha mãe me disse certa vez que não podemos sobreviver sozinhos e, mesmo se pudéssemos, não desejaríamos tal destino. Sem uma facção, não temos qualquer propósito ou razão de viver.
Divergente conta a história de Beatrice Prior, ela vive em um mundo distópico, em que a cidade de Chicago, numa versão futurista e distorcida da nossa sociedade, foi dividida em cinco facções. A amizade, erudição, abnegação, franqueza e audácia. Todas essas facções possuem pessoas que se adequam às características que os membros devem ter e ao completar uma certa idade, você pode escolher em qual facção irá ficar pelo resto da vida. Uma escolha. Mas você se engana, se pensar que é tão fácil assim. Ao fazer sua escolha, Beatrice, que muda seu nome para Tris, agora tem que passar por uma violenta competição de iniciação, escondendo um segredo que lhe pode ser mortal.
— Não querer machucar as pessoas não faz de você um covarde — digo, porque sei que é a coisa certa a dizer, mesmo que não tenha certeza de realmente concordo com isso.
Eu já tinha visto Divergente por aí, há muito tempo. Mas, como acontece com todo mundo, você nunca imagina a grandiosidade da história que lhe chamou atenção pela sinopse ou pela capa, você nunca sabe que esse livro em breve irá se tornar o seu favorito. Sim, pessoal. Divergente é o meu livro favorito, ele ultrapassa Jogos Vorazes, e toma o lugar que antes era de Hush Hush e Crepúsculo (Esses continuam sendo meus favoritos). O que me fez tornar esse livro o meu preferido foi a quantidade de sensações que nunca tinha sentido com nenhum outro livro. Durante todo o livro, a gente passa a sentir medo, angústia assim como nos apaixonamos perdidamente pelos personagens que, por sua vez, são incrivelmente fascinantes.
— [...] Veja só onde elas [as facções] nos levaram. Os seres humanos, de uma maneira geral, não conseguem ser bons por muito tempo antes que o mal penetre novamente entre nós e nos envenene.
A escrita de Veronica Roth é totalmente louvável, e contribui muito para o ritmo perfeito do livro. O jeito como ela escreve, é simples e sutil. Ela descreve perfeitamente as cenas lutas, que são constantemente presentes desde o início até o fim deste livro, assim como soube criar personagens muito bons e um enredo irresistível, onde é impossível parar de ler. Elas conseguem ser rápidas quando necessário e um pouco mais lentas quando é preciso, muitas vezes, o ritmo acompanha as batidas do nosso coração que, durante a leitura, fica constantemente ameaçado. As cenas mais cruciais do livro, acontecem de uma forma que não é muito rápida, nem muito devagar. Todo mundo que gosta de ler, sabe que um livro é bom quando consegue te prender. Divergente fez isso. Mas ele também tem todas essas qualidades que já citei aqui e essas qualidade todas somadas com o enredo non-stop tornam o livro totalmente recomendado e um dos meus preferidos de 2012 até agora!
5 de 5 + ♥ favorito
18.9.11
Capa da continuação de "Divergent" divulgada
A revista Entertainment Weekly divulgou, por meio de seu site, a capa de Insurgent que é a continuação de Divergent de Veronica Roth. A Rocco, que comprou os direitos de publicação da série no Brasil, disse que o lançamento do primeiro está previsto para Outubro de 2011, já o segundo, nos EUA, tem estréia marcada para 28 de abril de 2012. Veja a capa e sinopse do primeiro volume, que segue a mesma identidade visual, abaixo:
Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco facções, cada uma dedicada a cultivar uma virtude em particular—Candor (os honestos), Abnegation (os generosos), Dauntless (os bravos), Amity (os tranquilos), e Erudite (os inteligentes). Uma vez ao ano, todos os adolescentes com 16 anos devem selecionar a facção para a qual devotarão o resto de suas vidas. Para Beatrice, a decisão está entre permanecer com sua família ou ser quem ela realmente é—ela não pode ter os dois. Sua escolha surpreende a todos, inclusive a si mesma.
Durante a altamente competitiva iniciação que se segue, Beatrice se torna apenas Tris e luta para identificar quem são seus amigos de verdade—e onde, exatamente, um romance com um garoto às vezes fascinante, às vezes exasperante, se encaixa em sua vida. Mas Tris também tem um segredo, um que ela mantem escondido de todos porque foi alertada de que isso pode significar sua morte. E ao descobrir um crescente conflito que ameaça destroçar sua sociedade aparentemente perfeita, ela também descobre que seu segredo talvez possa ajudar a salvar aqueles que ela ama… Ou destruí-la.
Tradução de sinopse por Murphy's Library
Eu gostei muito das capas e estou adorando o novo modismo de sociedades distópicas. Não sei muito bem, mas acho que este livro está fazendo sucesso no exterior e aqui seria um grande concorrente para Jogos Vorazes, também da mesma editora. Mas, e você? Ansioso para ler o livro? Já leu em inglês? Gostou das capas? Se quiser e puder, responda nos comentários!
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