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13.12.13

Resenha: Insurgente - Veronica Roth (Divergente #2)


Insurgente Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 







No ano de 2012, coube a Divergente o papel de ser o meu livro favorito do ano e, ao finalmente ter Insurgente em mãos, ficaram enormes expectativas para que o segundo fosse tão bom quanto o primeiro. Bom, se este tornou-se o meu favorito eu não posso dizer (já já publicarei uma lista de melhores livros do ano), mas dentre tantas histórias ótimas que conheci nesse ano, essa é uma das melhores.

Insurgente começa com o universo ainda abalado pelos acontecimentos do primeiro livro. Novos personagens são adicionados no decorrer de todo o livro e antigos ganham um aprofundamento, uma vez que este livro foca-se mais nos conflitos dos personagens ao invés daquela introdução às facções e à "Iniciação", como tivemos no primeiro volume. 

Neste segundo livro, encontramos uma escrita mais madura, bem estruturada. Mas se você pensa que Veronica Roth perdeu a sua habilidade de fazer enredos eletrizantes está muito enganado. Eu posso afirmar, com a mais absoluta certeza, que Insurgente supera em muitos graus Divergente. A forma como a história é contada, a quantidade absurda de reviravoltas que nós temos do começo ao fim, mostra que a autora não teve medo de ousar e que todas as quinhentas páginas do livro são válidas e precisam ser lidas.

Este é um daqueles livros que você não pode piscar por causa da quantidade de mudanças, que você não consegue ficar muito tempo sem ler, afinal, nós ficamos pendurados pela genialidade do universo e os acontecimentos da história durante todo o tempo, o que nos impossibilita de largá-lo. Se eu recomendo Insurgente? Ainda mais do que eu recomendei o anterior.

Mesmo que este livro tenha um início e meio muito bons é o desfecho que me deixou apaixonado, de boca aberta, completamente descrente, tendo que ler mais de uma vez as últimas páginas. Ainda mais ambicioso e grandioso que qualquer outra distopia que já li pôde ser. É simplesmente incrível. Altamente recomendado e mal posso esperar para Convergente!

— Você soa exatamente como alguém da Audácia — diz Caleb, irritado. — É sempre uma coisa ou outra, não é? Não há nuança alguma. O mundo não funciona assim, Beatrice. O mal depende do ponto de vista de quem o vê.
 Editora: Rocco Jovens Leitores
Autora: Veronica Roth
Série: Divergente - Livro Dois
Título Original: Insurgent
Páginas: 505

10.9.13

Resenha: Ela disse, ele disse: O namoro - Thalita Rebouças e Maurício de Sousa

Ela disse, ele disseUm dos grandes sucessos de Thalita Rebouças, Ela disse, ele disse ganha continuação, com a participação mais que especial de Mauricio de Sousa e sua Turma da Mônica Jovem. Em Ela disse, ele disse – O namoro, Leo e Rosa, que se conheceram e se apaixonaram no primeiro livro, estão namorando. E continuam descobrindo as delícias e agruras da vida a dois. Entremeando as vozes dos protagonistas com cenas ilustradas, a história de Leo e Rosa é acompanhada por ninguém menos que Mônica, Cebola, Cascão e Magali, que estão lendo o livro de Thalita Rebouças no colégio e se divertem com as aventuras e desventuras do casal.





Assim que vi que este livro estava pra lançar, fiquei muito ansioso porque sou muito fã da Thalita Rebouças, do Mauricio Sousa e do Ela disse, ele disse o primeiro desta série (?). Mesmo que não tivesse entendido muito bem o que iria resultar a parceria entre esses dois autores, eu comprei o livro apenas por se tratar de um livro de parecia entre ambos. O conceito de O namoro é mostrar algo como uma continuação para o primeiro, apresentando a Turma da Mônica Jovem lendo-o e comentando cada final de capítulo.

Eu fiquei um pouco mais tranquilo, uma vez que pensei que o livro fosse ser apenas uma espécie de Graphic Novel, reapresentando o enredo do primeiro, porém com os traços do Mauricio. Porém, acabei ganhando uma boa decepção ao ler. Primeiro que, de forma alguma, Ela disse, ele disse precisava de uma continuação. A primeira trama foi bem rápida de se desenrolar porque assim como todos os livros da Thalita, tudo o que ela queria falar estava ali. Não tinha nada que precisava ser reforçado. 

Mas tudo bem, este volume meio que não teve compromisso em dar continuidade ao enredo apresentado no outro, foi mais uma forma de matar a saudade do leitor de Leo, Rosa e seus amigos e não foi o grande erro do livro. O que mais me irritou foi que a Thalita apresentou a nós personagens diferentes do que tinha feito antes, parece que ela teve lapsos de memória e nem se deu ao trabalho de reler o primeiro livro para lembrar. E não estou falando de acontecimentos ou coisas do tipo, a personalidade de Rosa e Leo foi quase que completamente modificada.

Rosa tornou-se uma personagem muito mimizenta, uma garota que faz drama por tudo, potencializando todos os problemas de namoradas adolescentes em uma só pessoa. O Leo virou o cara que na frente da namorada diz que está tudo ok mas na maioria das vezes ele sente totalmente o contrário. E o desfecho? Parece que ela simplesmente viu que já estava bom de encher linguiça com os capítulos sem noção repletos de briguinhas e resolveu colocar uma que, muito previsível, apareceu do nada entre as folhas. A participação de Mauricio foi bem apagada, em todos os capítulos, seus personagens mais famosos ganham um par de páginas e quase a mesma quantidade de falas. 

No final de tudo, Ela disse, ele disse: o namoro poderia ser esquecido pra mim que preservo tanto amor pelo o primeiro. Me pareceu que os dois fizeram essa parecia apenas para conseguirem mais leitores e consequentemente mais dinheiro, embora, vamos combinar, já tenham bastante. Algo feito na pressa, sem muita vontade. E, se não foi isso, fui uma ideia muito bem intencionada mas que não deu nada certo. Não recomendo esta leitura.

Editora: Rocco Jovens Leitores
Autores: Thalita Rebouças e Mauricio de Sousa
Série: Ela disse, ele disse - Livro Dois
Título original: Ela disse, ele disse: O namoro
Páginas: 144
de 5

3.5.13

Resenha: A Esperança - Suzanne Collins (Jogos Vorazes #3)





A jovem Katniss Everdeen sobreviveu aos mortais Hunger Games não apenas uma, mas duas vezes, e mesmo assim ela não tem descanso. Na verdade, os perigos parecem estar se agravando: o Presidente Snow declarou guerra contra Katniss, sua família, seus amigos, e todas as pessoas oprimidas do Distrito 12.







Essa resenha, até agora, está sendo uma das mais difíceis para escrever, portanto me deem o crédito se eu eventualmente perder o fio da meada ou não ser muito claro em argumentos. Essa dificuldade de expressão deve-se  à quantidade de emoções que sentimos e acontecimentos que presenciamos nesse último livro da saga Jogos Vorazes. Depois do primeiro livro, genial, e o segundo que me decepcionou, o terceiro chega para tentar consertar isso e, bem, acho que ele conseguiu.

Algo muito admirável (ou não) é que Suzanne leva a guerra muito bem, sabendo fazê-la perdurar de forma convincente e bastante presente nas páginas do livro.Além de tudo, ela têm uma incrível capacidade de contrariar tudo o que você um dia suspeitou que fosse acontecer. Da metade pro fim do livro, a única coisa que conseguia fazer é ficar de boca aberta com o rumo com que as coisas tomavam. Você estava lendo um capítulo e de repente, bum, algo acontece, o capítulo termina com palavras rápidas da personagem principal e você fica tipo: "Isso está realmente acontecendo?"

Apesar das qualidades enormes da escrita e das ideias da autora, notei uma pequena deficiência no começo. Demorei um pouco pra pegar no livro de verdade, o que mudou no decorrer das páginas, onde a única conseguia era ficar preso da história de Collins. Estava tudo ótimo pra mim do meio para as últimas páginas, eu sabia que mortes seriam inevitáveis e não as senti muito. Claro, fiquei triste por alguns mas nada que beirasse o inconformismo, pois nenhum dos meus preferidos morreu (não é spoiler já que vocês não sabem quem são, haha).

É justamente essa vontade de surpreender da autora que faz com que o final do livro fique um pouco "Blée", não sei se foi o ritmo incrivelmente rápido das coisas irem acontecendo, algumas de extrema importância tiveram muito pouco espaço na história ou a resolução que inutilizada o conflito principal, tão repetido pela Katniss no segundo livro, algo que contribuiu muito para que ele fosse um porre. Mas claro, é impossível se agradar a todos, e apesar do fim desagradável, ainda aprecio toda a genialidade da coisa e o modo como Jogos Vorazes me faz ficar pensando na possibilidade de tudo realmente acontecer. Mesmo tendo outras séries distópicas por aí que até me agradaram mais do que esta, nunca irei esquecer da autenticidade e do universo único criado aqui. 

Conclusão da série: Jogos Vorazes tem os seus méritos, um enredo brilhante, rápido e cruel. Em Chamas é mais devagar, concentra-se mais na situação política da rebelião. A Esperança mostra o desfecho de tudo, com coisas que podem agradar e desagradar, como em todo o final de saga. Recheados de pontos fortes e fracos, os livros forma um conjunto incrível que merece e precisa ser lido. Cheio de poder revolucionário implícito em um enredo claro e fácil, com uma reprodução quase que exata da natureza humana, em dadas cirscutâncias. Tá esperando o quê pra começar a ler? Sem dúvida, vai ficar na lista para uma futura releitura!
Não sei se são os casulos, ou o medo, ou [...], mas sinto a arena ao meu redor. É como seu jamais houvesse saído dela, na realidade. 
Editora: Rocco
Autora: Suzanne Collins
Série: Jogos Vorazes - Livro Três (Final)
Título original: Mockingjay
Páginas: 424
Nota: 4 de 5 

21.1.13

Resenha: Em Chamas - Suzanne Collins (Jogos Vorazes #2)

Em ChamasEditora: Rocco Jovens Leitores
Autora: Suzanne Collins
Série: Jogos Vorazes - Livro Dois
Páginas: 413
Tempo de leitura: 4 dias (não consecutivos)
Depois do improvável e inusitado resultado dos últimos Jogos Vorazes, algo parece ter mudado para sempre em Panem. Aqui e ali, distúrbios e agitações nos distritos dão sinais de que uma revolta é iminente. Katniss e Peeta, representantes do paupérrimo Distrito 12, não apenas venceram os Jogos, mas ridicularizaram o governo e conseguiram fazer todos - incluindo o próprio Peeta - acreditarem que são um casal apaixonado. A confusão na cabeça de Katniss não é menos do que a das ruas. Em meio ao turbilhão, ela pensa cada vez mais em seu melhor amigo, o jovem caçador Gale, mas é obrigada a fingir que o romance com Peeta é real. Já o governo parece especialmente preocupado com a influência que os dois adolescentes vitoriosos - transformados em verdadeiros ídolos nacionais - podem ter na população. Por isso, existem planos especiais para mantê-los sob controle, mesmo que isso signifique forçá-los a lutar novamente
.Eu demorei muito tempo para ler esse livro, muito tempo mesmo, comprei ele, no início do ano passado e, sendo o seu antecedente um livro do qual eu tenha gostado muito, foi um pouco fora do normal o tempo que esperei para lê-lo, mesmo já o tendo em mãos. De certa forma, eu me arrependo porque é extremamente errado o nível de procrastinação que atingi com o livro e obra nenhuma merece isso, mas pelo outro lado, não me arrependi totalmente, já que Em Chamas antes e depois de ser lido foi classificado por mim como um livro nem tão must-read (precisa ser lido) assim.

Calma! Não estou dizendo que você não deve ler esse livro, muitas pessoas amam esse livro e acham o melhor da série ou algo assim. Portanto, confie na sua intuição e leia no seu tempo. Acho que escolhi o tempo certo. Entrei em Em Chamas de cabeça aberta, prestando mais atenção aos detalhes, com um olhar mais amadurecido (mesmo tendo lido o livro no ano passado, rá), eu esperava que o livro amadurecesse junto comigo, isso aconteceu. Mas não consegui ver a evolução no enredo que tanto esperava e que tanto costuma acontecer no decorrer de séries.

Eu não gostei nada das 200 primeiras páginas de Em Chamas, elas foram, na minha opinião, a maior encheção de linguiça da face da Terra! Mesmo conseguindo levar bem nas primeiras páginas, eu esperava que as coisas acontecessem no mesmo ritmo frenético do primeiro, isso não aconteceu e acabou me decepcionando. Profundamente. Fiquei me perguntando todo onde estava aquela história que me fez ficar perdidamente apaixonado, no ano passado. Os personagens mudam após tudo o que aconteceu no primeiro livro, mas não é nada além disso. 

Diria até que houve um saldo negativo em relação ao primeiro, Katniss não é tão convincente ou carismática (o carisma que nos faz torcer por ela). A história me pareceu extremamente superficial e mesmo com a "volta à realidade" de Collins a partir da página 200 e pouco e ter me ganhado com o desfecho rápido, impressionante e lotado pontas soltas para o próximo livro, não conseguirei classificar esse livro tão bem quanto Jogos Vorazes. Algo extremamente ruim, como já disse, uma vez que a gente sempre esperava que os livros de uma série evoluam. Mesmo com todos os pontos fracos, espero uma mudança no último livro, o jeito como tudo terminou me deixou com muita vontade de ler A Esperança. Recomendo que leiam e espero, ao final, o saldo seja mais positivo que negativo.

3,5 de 5

5.1.13

Resenha: As Vantagens de ser Invisível - Stephen Chbosky

Editora: Rocco Jovens Leitores
Autor: Stephen Chbosky
Série: Livro Único
Título original: The perks of being a wallflower
Páginas: 223
Tempo de leitura: 3 dias
Compare no Buscapé!

Obs* Passei a noite de natal com o Kindle na mão, só lendo esse livro hahaha.


Com um texto divertido e ao mesmo tempo atordoante, o roteirista Stephen Chbosky fala em 'As vantagens de ser invisível' dos conflitos e dramas em meio ao ambiente escolar que marcam o fim da adolescência de Charlie, cujo mundo só é revelado através de suas cartas - íntimas, hilárias e devastadoras.
Fiquei com vontade de ler esse livro desde que soube que teria Emma Watson como protagonista em sua adaptação. Com todo o buzz gerado na blogosfera, e as ótimas críticas dos blogueiros, decidi que precisava ter Vantagens em mãos para poder saber se era realmente tudo aquilo. 

O livro tem uma leveza ao tratar de diversos assuntos típicos da adolescência, deixando-nos muito perto do personagens por aparentemente estarmos lendo cartas dele para uma pessoa que não conhecemos, Charlie escreve suas cartas, apresentando uma melhora significativa em sua escrita e modo de contar as coisas durante o livro, o que é absolutamente genial. 

Com uma trama muito real, nós acompanhamos as cartas totalmente indiscretas de Charlie para o seu desconhecido, o que faz com que nós nos coloquemos no lugar do desconhecido e no de Charlie. Durante os dias de leitura, fiquei completamente envolvido com Charlie, Sam, Patrick e seus amigos. 

Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. 

O mais legal de tudo é que o livro é totalmente despretensioso, você pode pegá-lo com o máximo de expectativa que tiver e ele mesmo assim não vai parecer algo superestimado. Ele nos ganha na leveza, como disse antes, com a virada de páginas, diversas coisas aparecem em um enredo que é um pouco diferente do que se vê por aí. Definitivamente recomendado! 
“Eu me sinto infinito” 
5 de 5  + favorito

6.10.12

Resenha: Divergente - Veronica Roth (Divergente #1)


Editora: Rocco Jovens Leitores
Autora: Veronica Roth
Título original: Divergent
Série: Divergente - Livro Um
Páginas: 504
Tempo de Leitura: 10 dias

Ai. Meu. Deus.

Essa é a expressão que eu usaria para definir o enredo, a história e cada palavra nas páginas do livro Divergente da Veronica Roth. Eu simplesmente amei esse livro, amei demais! As sensações que tive com ele, nunca cheguei a ter com nenhum de meus outros livros favoritos e ao terminar a leitura e colocá-lo no patamar mais alto dos preferidos da estante só conseguia pensar o quanto essa história merecia todo o sucesso rápido que teve e as críticas positivas que conseguiu, contrariando ao fato de que livros muito lidos costumam ter muitas opiniões negativos.
Minha mãe me disse certa vez que não podemos sobreviver sozinhos e, mesmo se pudéssemos, não desejaríamos tal destino. Sem uma facção, não temos qualquer propósito ou razão de viver.
Divergente conta a história de Beatrice Prior, ela vive em um mundo distópico, em que a cidade de Chicago, numa versão futurista e distorcida da nossa sociedade, foi dividida em cinco facções. A amizade, erudição, abnegação, franqueza e audácia. Todas essas facções possuem pessoas que se adequam às características que os membros devem ter e ao completar uma certa idade, você pode escolher em qual facção irá ficar pelo resto da vida. Uma escolha. Mas você se engana, se pensar que é tão fácil assim. Ao fazer sua escolha, Beatrice, que muda seu nome para Tris, agora tem que passar por uma violenta competição de iniciação, escondendo um segredo que lhe pode ser mortal.
— Não querer machucar as pessoas não faz de você um covarde — digo, porque sei que é a coisa certa a dizer, mesmo que não tenha certeza de realmente concordo com isso.
Eu já tinha visto Divergente por aí, há muito tempo. Mas, como acontece com todo mundo, você nunca imagina a grandiosidade da história que lhe chamou atenção pela sinopse ou pela capa, você nunca sabe que esse livro em breve irá se tornar o seu favorito. Sim, pessoal. Divergente é o meu livro favorito, ele ultrapassa Jogos Vorazes, e toma o lugar que antes era de Hush Hush e Crepúsculo (Esses continuam sendo meus favoritos). O que me fez tornar esse livro o meu preferido foi a quantidade de sensações que nunca tinha sentido com nenhum outro livro. Durante todo o livro, a gente passa a sentir medo, angústia assim como nos apaixonamos perdidamente pelos personagens que, por sua vez, são incrivelmente fascinantes.
— [...] Veja só onde elas [as facções] nos levaram. Os seres humanos, de uma maneira geral, não conseguem ser bons por muito tempo antes que o mal penetre novamente entre nós e nos envenene. 
A escrita de Veronica Roth é totalmente louvável, e contribui muito para o ritmo perfeito do livro. O jeito como ela escreve, é simples e sutil. Ela descreve perfeitamente as cenas lutas, que são constantemente presentes desde o início até o fim deste livro, assim como soube criar personagens muito bons e um enredo irresistível, onde é impossível parar de ler. Elas conseguem ser rápidas quando necessário e um pouco mais lentas quando é preciso, muitas vezes, o ritmo acompanha as batidas do nosso coração que, durante a leitura, fica constantemente ameaçado. As cenas mais cruciais do livro, acontecem de uma forma que não é muito rápida, nem muito devagar. Todo mundo que gosta de ler, sabe que um livro é bom quando consegue te prender. Divergente fez isso. Mas ele também tem todas essas qualidades que já citei aqui e essas qualidade todas somadas com o enredo non-stop tornam o livro totalmente recomendado e um dos meus preferidos de 2012 até agora!

5 de 5 + ♥ favorito

13.7.11

Rocco divulga capa de "Wicked Lovely"


A editora Rocco tem os direitos da série Wicked Lovely no Brasil e vai lançar o primeiro livro da saga de Melissa Marr no Brasil em agosto. O livro tem o nome de Terrível encanto. Para dar um gostinho aos leitores, eles divulgaram a capa em seu twitter.

O primeiro livro da série Wicked Lovely sairá em agosto. Aí vai a capa pra dar um gostinho.

O que você achou da capa?