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23.7.14

Resenha: Inacreditáveis - Sara Shepard (Pretty Little Liars #4)

No fechamento do primeiro arco da série Pretty Little Liars, nós temos o enredo cada vez mais se fechando em torno dessas quatro garotas. Aria, Hanna, Emily e Spencer estão completamente sobrecarregadas com suas próprias vidas e as mensagens de A e, claro, ainda tem o mistério sobre o passado e a morte de Alison, a grande amiga delas e a antiga abelha rainha. Neste livro, o esperado é que algumas perguntas sejam respondidas, depois de um bom tempo no escuro e com cada vez mais pistas e alarmes falsos. 

Confesso que estava me mordendo de vontade de saber quem era A e o assassino de Ali no final do terceiro livro. Aquele desfecho me fez pensar que algo muito maior e mais conclusivo estaria presente neste livro. Mesmo que, enfim, nada muito conclusivo possa ser esperado já que nós temos mais, pelo menos, uma dezena de continuações por aí, algumas questões poderiam ser solucionadas. Pela bem da minha sanidade mental. As coisas começam frias, assim como todo livro de PLL até agora. Demora um pouco para as histórias intercaladas engrenarem e algo ruim neste livro é que na maioria do tempo as meninas estão juntas, então não é tão interessante acompanhá-las já que seus dramas e enredos pessoais não estão encarando muitos novos acontecimentos.

Como já é de costume da Sara Shepard, lá pra metade o livro começou a esquentar mas não chegou à temperatura máxima atingida nos livros anteriores e o pior de tudo é que eu nem sei na verdade a que se deve isso. Talvez seja porque eu não fiquei realmente surpreso ao ver como as coisas se desenrolavam. O jeito como a Sara encaminhou, desde o livro anterior, já se dava para ter uma ideia dos mistérios e isso foi bem chato. Uma parte de mim sempre esperou que eu desse com os burros n'água, mas isso não aconteceu. Pode ter sido só comigo, mas a revelação dos segredos me pareceu bem previsível e muito mal aproveitada. Porque, mesmo que eu já soubesse do mistério, o jeito dele ser solucionado poderia fazer toda a diferença. Infelizmente, a Sara fez aquilo lá e não ficou nada bom. A justificativa e as explicações não me convenceram nem um pouco.

As quatro personagens principais ganham pouco destaque individual e agem, na maioria do tempo, o grupo. O que me fez sentir falta da confusão que sempre dava quando cada uma dava seu jeito de lidar com o problema. Hanna talvez seja a que mais tenha sido aproveitada neste livro, dada as circunstâncias, o que foi bom, já que ela é a minha favorita. Mas não foi o suficiente, claro. O problema foi que a autora criou personagens cheias de segredos e diversas faces e as mostrou unilateralmente neste livro. Foi frustrante. O final do primeiro arco não foi nem um pouco bom pra mim, o que me surpreende, já que eu pensei que assim que terminasse ficaria morrendo de vontade de ler o próximo e nem sentiria os trocentos livros conforme fosse lendo, mas agora já não sei. Espero uma melhora nos próximos. Definitivamente, não foi o desfecho que a série merecia.

3,5 de 5

12.7.14

Resenha combo: Fala sério, mãe! + Fala sério, professor! + Fala sério, amor! - Thalita Rebouças

Tendo em vista que os livros da série Fala Sério! da Thalita Rebouças são bem pequenos e sem muitos detalhes a serem apontados em uma resenha de tamanho normal, resolvi fazer um combo com dois arcos. O primeiro, com os três primeiros livros e o segundo com os três livros restantes. Ainda não sei quando vou ler os próximos, mas prometo que será em breve.

Fala sério, mãe!

Esse foi o primeiro livro que li e, se não me engano, o primeiro escrito por Thalita na ordem da série. Começamos com a narrativa da Angela, a mãe da Maria de Lourdes, ou Malu. É um livro bem divertido, vai contando a vida de Malu do nascimento aos 22 anos, primeiro pela narrativa da mãe (que é engraçadíssima) e depois da filha. Confesso que fiquei do lado da mãe em muitas partes e ela foi a minha personagem preferida, simplesmente porque conseguiu me arrancar boas risadas. Mas depois de conhecer o lado da Malu, meio que dá pra relevar certas coisas que ela faz com a mãe. O final é bem bonitinho, chega a ser emocionante, até. É incrível a relação das duas, uma coisa muito bem criada e convincente mesmo com poucas páginas.

3,5 de 5

Fala sério, professor!

Mostrando a vida de Malu na mesma passagem de tempo (desta vez só na narrativa da adolescente), a gente fica sabendo sobre a sua relação com os professores, além de algumas coisas que acontecerem no período narrado no livro anterior, mas que ficaram de fora. Incluindo novamente a mãe, a melhor personagem na minha opinião, nós vemos todo o tipo de professor. Professor particular, de escola, de academia, de yoga, shiatsu e diversas outras situações novas, com as amigas de Malu e os colegas de classe. Confesso que me irritei um pouco com os personagens estereotipados que a Thalita criou aqui. É bem chato e preguiçoso usar a concepção geral para criar um personagem. Não gostei. Mas fora isso, o livro foi muito legal e novamente com um ótimo e conclusivo final.

3 de 5

Fala sério, amor!

O terceiro na linha cronológica de lançamento, Fala Sério, Amor! continua com o mesmo humor dos anteriores, com notáveis melhoras e amadurecimento, Thalita nos traz a mesma Malu de sempre, novamente contando um lado específico da sua linha de vida. Eu achei incrível! Este livro é o que mais evidencia o formato de crônicas, com títulos que por vezes são sequenciais. Também achei o mais engraçado de todos. Sem dúvida, Thalita teve que ter muita inspiração para criar os namorados. Porque não foram poucos! Devorei rapidamente. Recomendo e estou muito ansioso para ler os próximos.

4 de 5

Eu li cada um desses livros em tempos bem pequenos. O primeiro em um dia, o segundo em três horas e o último em uma noite e uma manhã. São livros muito bons para passar o tempo, mas também possuem o seu conteúdo. Com bastante humor, mostra uma linguagem muito boa que além de se conectar com o pessoal da minha idade, também é universal. Creio que dará certo para qualquer tipo de idade. Leiam os livros da Thalita!

21.3.14

CONVERGENTE, de Veronica Roth



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Spoilers! 
Editora Rocco, 528 páginas.
Parece que foi ontem que comprei o primeiro livro da série Divergente, ainda sem saber muito bem o que esperar. Depois de ficar completamente extasiado com o primeiro, fui para Insurgente que além de garantir o segundo primeiro lugar consecutivo na minha lista de favoritos do ano, foi um dos melhores livros que já li na minha vida! E completamente cheio de expectativas com a forma como tudo acabou no segundo, comprei o terceiro logo que lançou, disposto a ler avidamente, mas tentar ao máximo saborear este que é o último livro da saga que tanto amo. Convergente começa com Tris, Tobias e todos os seus aliados/amigos tentando escapar do autoritário novo governo sem facções de Chicago que, no caso, é comandado pela mãe de Quatro, eles não tem muita certeza do que os encontra do lado de fora e, com muita curiosidade devido ao vídeo que foi gravado por uma mulher chamada Edith Prior, o mesmo sobrenome de Tris, eles decidem então desafiar as regras do governo e ir para o lado de fora. Basicamente, metade do livro mostra os personagens descobrindo o que tem do lado de fora e, sinceramente, eu esperava bem mais, depois do final de Insurgente. Eu fiquei realmente curioso porque não é muito a tendência dessas distopias mostrar o que aconteceu com o mundo todo para que ficasse completamente diferente, só que este também não foge à regra. Mesmo que a nova realidade continue sendo chocante e surpreendente, é muito aquém do que foi “prometido” no final do segundo livro. Convergente teve um enredo bem falho, ou então, justamente o fato do lado de fora não ser tudo isso e descobrir sobre ele não fosse tão interessante quanto descobrir sobre o sistema de facções e a iniciação da audácia no primeiro livro. Identifiquei um marasmo terrível em boa parte da leitura, o que é completamente entendível, mas inesperado por ser diferente do que a autora fez nos outros. Veronica Roth decidiu, neste livro, empregar um sistema de narração em conjunto que cada vez mais está sendo usado por aí, colocando o livro pelos olhos de Tris e Tobias. O que não funcionou muito bem, já que não existe muita coisa para diferenciar as vozes de Tobias e Tris, embora eles sejam bem diferentes em personalidades. O jeito de descrição, pensamento, em muitas vezes se confundiam. Mas entendi depois que a autora tinha todo um propósito com isso, desde o início. Uma coisa que me deixou bem chateado foi a tradução da Rocco. Ficou simplesmente péssima! Pareceu coisa feita de última hora, pareceu tradução do Google Tradutor. Diversas palavras sendo adaptadas de forma falha, que não combinaram com o texto, etc. Além de diversos erros de digitação, também. Mas, quando passei pela lentidão de enredo que foi o começo e o meio deste livro, cheguei até o seu desfecho. E, como já é esperado pela Veronica, ela simplesmente arrasou nesse último, superando todos os outros. Eu chorei, gente. E eu sou uma pessoa meio fria se tratando de livros e até mesmo a vida real. Não é que eu não tenha emoções ou algo do tipo, eu tenho! Só que é muito difícil eu derramar lágrimas por qualquer coisa. E, com Convergente eu simplesmente chorei de soluçar. Soluçar mesmo. E ainda não acredito como as coisas terminaram daquele jeito. Me surpreenderam muito! Convergente e Allegiant têm significados muito diferentes, embora ambos remetam ao livro. Eu chego a preferir o título brasileiro, embora a sonoridade do em inglês seja muito melhor. Divergente foi uma série surpreendente, extremamente grandiosa desde o primeiro volume e que vai crescer ainda mais com as adaptações cinematográficas vindo por aí. Indico pra todo mundo que aprecia um bom livro de suspense, com uma boa história, ótimos personagens, enredo envolvente. Já sinto extrema nostalgia com a série e ela já está na lista das releituras do futuro! 

5/5

9.5.13

Divulgadas: Capa de Allegiant e Minha Vida Fora de Série - Segunda Temporada!

Duas capas de livros que eu quero muito foram divulgadas! Primeiro a de Allegiant, que, mesmo dividindo opiniões de alguns fãs, me agradou e possui simplesmente o MELHOR símbolo de todos (que não é um símbolo de facção e sim "um símbolo que aparece no livro", de acordo com a autora), e essa cor laranja? É linda! Enfim, ainda não sei como irão traduzir essa palavra para o português, porque aparentemente não existe tradução para o português, sem dúvida, um trabalho difícil para a Rocco que tenho certeza que renderá muitos xingamentos no twitter assim que for divulgada. E logo depois, veio outra capa absurdamente linda, a de Minha Vida Fora de Série - 2ª temporada, que conta a história de Priscilla, uma amiga da Fani que é viciada em séries. Essa capa ficou ainda melhor que a do primeiro!

3.5.13

Resenha: A Esperança - Suzanne Collins (Jogos Vorazes #3)





A jovem Katniss Everdeen sobreviveu aos mortais Hunger Games não apenas uma, mas duas vezes, e mesmo assim ela não tem descanso. Na verdade, os perigos parecem estar se agravando: o Presidente Snow declarou guerra contra Katniss, sua família, seus amigos, e todas as pessoas oprimidas do Distrito 12.







Essa resenha, até agora, está sendo uma das mais difíceis para escrever, portanto me deem o crédito se eu eventualmente perder o fio da meada ou não ser muito claro em argumentos. Essa dificuldade de expressão deve-se  à quantidade de emoções que sentimos e acontecimentos que presenciamos nesse último livro da saga Jogos Vorazes. Depois do primeiro livro, genial, e o segundo que me decepcionou, o terceiro chega para tentar consertar isso e, bem, acho que ele conseguiu.

Algo muito admirável (ou não) é que Suzanne leva a guerra muito bem, sabendo fazê-la perdurar de forma convincente e bastante presente nas páginas do livro.Além de tudo, ela têm uma incrível capacidade de contrariar tudo o que você um dia suspeitou que fosse acontecer. Da metade pro fim do livro, a única coisa que conseguia fazer é ficar de boca aberta com o rumo com que as coisas tomavam. Você estava lendo um capítulo e de repente, bum, algo acontece, o capítulo termina com palavras rápidas da personagem principal e você fica tipo: "Isso está realmente acontecendo?"

Apesar das qualidades enormes da escrita e das ideias da autora, notei uma pequena deficiência no começo. Demorei um pouco pra pegar no livro de verdade, o que mudou no decorrer das páginas, onde a única conseguia era ficar preso da história de Collins. Estava tudo ótimo pra mim do meio para as últimas páginas, eu sabia que mortes seriam inevitáveis e não as senti muito. Claro, fiquei triste por alguns mas nada que beirasse o inconformismo, pois nenhum dos meus preferidos morreu (não é spoiler já que vocês não sabem quem são, haha).

É justamente essa vontade de surpreender da autora que faz com que o final do livro fique um pouco "Blée", não sei se foi o ritmo incrivelmente rápido das coisas irem acontecendo, algumas de extrema importância tiveram muito pouco espaço na história ou a resolução que inutilizada o conflito principal, tão repetido pela Katniss no segundo livro, algo que contribuiu muito para que ele fosse um porre. Mas claro, é impossível se agradar a todos, e apesar do fim desagradável, ainda aprecio toda a genialidade da coisa e o modo como Jogos Vorazes me faz ficar pensando na possibilidade de tudo realmente acontecer. Mesmo tendo outras séries distópicas por aí que até me agradaram mais do que esta, nunca irei esquecer da autenticidade e do universo único criado aqui. 

Conclusão da série: Jogos Vorazes tem os seus méritos, um enredo brilhante, rápido e cruel. Em Chamas é mais devagar, concentra-se mais na situação política da rebelião. A Esperança mostra o desfecho de tudo, com coisas que podem agradar e desagradar, como em todo o final de saga. Recheados de pontos fortes e fracos, os livros forma um conjunto incrível que merece e precisa ser lido. Cheio de poder revolucionário implícito em um enredo claro e fácil, com uma reprodução quase que exata da natureza humana, em dadas cirscutâncias. Tá esperando o quê pra começar a ler? Sem dúvida, vai ficar na lista para uma futura releitura!
Não sei se são os casulos, ou o medo, ou [...], mas sinto a arena ao meu redor. É como seu jamais houvesse saído dela, na realidade. 
Editora: Rocco
Autora: Suzanne Collins
Série: Jogos Vorazes - Livro Três (Final)
Título original: Mockingjay
Páginas: 424
Nota: 4 de 5 

3.2.13

Divulgada capa de "Insurgente" e mês de lançamento!


A linda Editora Rocco finalmente divulgou a capa oficial digitalizada de Insurgente. Em comparação à original, quase nada muda e eu já falei sobre isso no Sunday News da semana passada, mas além da capa, temos outra novidade! O livro deve chegar às livrarias brasileiras lá por abril desse ano. Levanta o braço quem vai abrir mão dos ovos de páscoa para ganhar o livro! \\o//

22.9.11

Wishlist #001


Olá pessoal! Vocês já devem ter notado que algumas seções novas foram colocadas aqui. Nessa comemoração de um ano do blog, nós teremos muitas novidades. Dentre muitas outras, Wishlist é uma delas. Migrando do Livros, letras e metas do Caíque e do Robledo, resolvi fazer essa seção que sempre achei muito e legal e seria um evolução do Desejo de sexta que tinha aqui.  A lista de desejos desta semana se refere a continuações de séries que quero muito.


Foto -Suzanne Collins 01. Suzanne Collins - Em Chamas
O segundo livro da série "Jogos Vorazes" espero muito, pelo primeiro ter sido bom demais. Além do quê, Collins e a série são meus favoritos do mundo literário no momento. Depois de ganhar os Jogos Vorazes, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Dessa vez, além de lutar por sua própria vida, terá que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem. Mistura de ficção científica com reality show, passando pela mitologia e pela filosofia, Em chamas é o segundo volume da bem-sucedida trilogia iniciada com Jogos vorazes, mais novo fenômeno da literatura jovem dos últimos tempos. Com mais de quatro milhões de exemplares vendidos apenas nos Estados Unidos e por 130 semanas na lista dos mais vendidos do The New York Times, a trilogia assinada por Suzanne Collins ganhará adaptação para o cinema, com estreia prevista para março de 2012. Katniss e Peeta deveriam estar felizes. Afinal de contas, eles ganharam para si e para suas famílias uma vida de segurança e fartura. Mas há rumores de rebelião entre os distritos, e Katniss e Peeta, para seu horror, são a face da rebelião. A Capital está com raiva. A Capital quer vingança.

O desfecho que deve ser tão genial quanto a série. Quero ficar em dia até a estréia do filme e saber do que acontece no fim para poder comparar os acontecimentos da versão pra telona. Depois de sobreviver duas vezes à crueldade de uma arena projetada para destruí-la, Katniss acreditava que não precisaria mais de lutar. Mas as regras do jogo mudaram: com a chegada dos rebeldes do lendário Distrito 13, enfim é possível organizar uma resistência. Começou a revolução. A coragem de Katniss nos jogos fez nascer a esperança em um país disposto a fazer de tudo para se livrar da opressão. E agora, contra a própria vontade, ela precisa assumir seu lugar como símbolo da causa rebelde. Ela precisa virar o Tordo. O sucesso da revolução dependerá de Katniss aceitar ou não essa responsabilidade. Será que vale a pena colocar sua família em risco novamente? Será que as vidas de Peeta e Gale serão os tributos exigidos nessa nova guerra? Acompanhe Katniss até o fim do thriller, numa jornada ao lado mais obscuro da alma humana, em uma luta contra a opressão e a favor da esperança.


Foto -Alyson Noël03. Alyson Noël - Chama Negra
Perdi a oportunidade autografar com ela na Bienal deste ano, mas não desisto de terminar a série Os Imortais, depois de tanto pelejo. Enquanto tenta ajudar Haven na transição para a vida imortal e libertar Damen do feitiço que não a permite tocar nele, Ever se aprofunda mais e mais nos mistérios da magia negra. O feitiço, porém, vira contra a feiticeira, e ela se vê presa a seu maior inimigo: Roman. A força estranha e poderosa que toma conta de seu corpo impede que Ever consiga parar de pensar nele e de desejá-lo. Ela quer resistir à atração incontrolável que a está consumindo. Ele quer se aproveitar desse momento de fraqueza. A ponto de se render, Ever procura a ajuda de Jude, arriscando tudo e todos para salvar a própria vida e seu futuro com Damen...


04. Alyson Nöel - Estrela da noite
Ufa! O penúltimo da série. Espero ler sem ter me decepcionado com o anterior, sem dúvida, estar perto do final, irá acelerar um pouco as coisas com o enredo. Certa de que Ever é responsável pela morte de Roman, Haven está determinada a destruí-la. Seu primeiro passo é separá-la de Damen, e, para isso, conta com a arma ideal: um segredo terrível sobre suas vidas passadas, que lançará uma nova luz sobre o relacionamento de Ever e Jude. Obrigada a enfrentar seus maiores medos com relação ao companheiro que escolheu para a eternidade, Ever é lançada em um combate mortal contra Haven, que poderá significar a destruição de todos. É chegado o momento de se questionar: para sobreviver, ela seria mesmo capaz de condenar Haven à escuridão de Shadowland? E será que todo o seu futuro com Damen poderia mesmo depender de uma revelação do passado?


E aí? Gostaram da primeira edição de Wishlist. Já tem uma edição marcada para semana que vem, mas caso gostem muito, posso elaborá-la e fazer em vídeo. E, gostaria de pedir, por favor, que comentem. Os últimos posts estão bem fraquinhos de comentários e sem eles não posso ver no que melhorar e também não posso ficar sabendo da opinião de vocês sobre o que posto aqui. 

18.9.11

Capa da continuação de "Divergent" divulgada



A revista Entertainment Weekly divulgou, por meio de seu site, a capa de Insurgent que é a continuação de Divergent de Veronica Roth. A Rocco, que comprou os direitos de publicação da série no Brasil, disse que o lançamento do primeiro está previsto para Outubro de 2011, já o segundo, nos EUA, tem estréia marcada para 28 de abril de 2012. Veja a capa e sinopse do primeiro volume, que segue a mesma identidade visual, abaixo:

Divergent
Na Chicago distópica de Beatrice Prior, a sociedade está dividida em cinco facções, cada uma dedicada a cultivar uma virtude em particular—Candor (os honestos), Abnegation (os generosos), Dauntless (os bravos), Amity (os tranquilos), e Erudite (os inteligentes). Uma vez ao ano, todos os adolescentes com 16 anos devem selecionar a facção para a qual devotarão o resto de suas vidas. Para Beatrice, a decisão está entre permanecer com sua família ou ser quem ela realmente é—ela não pode ter os dois. Sua escolha surpreende a todos, inclusive a si mesma.
Durante a altamente competitiva iniciação que se segue, Beatrice se torna apenas Tris e luta para identificar quem são seus amigos de verdade—e onde, exatamente, um romance com um garoto às vezes fascinante, às vezes exasperante, se encaixa em sua vida. Mas Tris também tem um segredo, um que ela mantem escondido de todos porque foi alertada de que isso pode significar sua morte. E ao descobrir um crescente conflito que ameaça destroçar sua sociedade aparentemente perfeita, ela também descobre que seu segredo talvez possa ajudar a salvar aqueles que ela ama… Ou destruí-la.
Tradução de sinopse por Murphy's Library 

Eu gostei muito das capas e estou adorando o novo modismo de sociedades distópicas. Não sei muito bem, mas acho que este livro está fazendo sucesso no exterior e aqui seria um grande concorrente para Jogos Vorazes, também da mesma editora. Mas, e você? Ansioso para ler o livro? Já leu em inglês? Gostou das capas? Se quiser e puder, responda nos comentários!

15.4.11

Bora comprar Relíquias da Morte parte 1?!


Quanto tempo todo mundo ficou contando para ver Harry Potter 7.1 (As Relíquias da Morte) nas lojas e em DVD e Blu-ray? Acho que todos que foram ao cinema ver o filme e todos que não foram também. Bem, eu não fui, quando vi já tinha saído dos cinemas e espero ter o sétimo DVD aqui em casa para assistir, mas quando estiver bem perto da estréia do último.

Enquanto eu não compro e não vejo e nem resenho, você pode dar uma olhada na arte visual que fizeram para os produtos.

6.11.10

LANÇAMENTO | JANET EVANOVICH - DUAS VIDAS POR UM FIO (ROCCO)


 

O novo livro estrangeiro da Rocco é escrito por Janet Evanovich, tem uma capa simpática e colorida.

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Stephanie Plum, a caçadora de recompensas mais sexy e atrapalhada de Trenton, Nova Jersey, está de volta. Desta vez, a protagonista de maior sucesso criada por Janet Evanovich retorna em grande estilo: envolvida em perseguições, tiroteios e muito suspense. Tudo começa quando Kenny Mancuso, um jovem de 21 anos dispensado do exército, desaparece depois de ser solto da cadeia sob fiança. Cabe à empresa Vincent Plum Bonding encontrá-lo. Para isso, entram em ação a caçadora de recompensas Stephanie e seu auxiliar Ranger.

Logo nas primeiras páginas, Stephanie e Ranger estão de tocaia perto da casa da namorada de Kenny. Eles receberam informações de que o fugitivo, acusado de atirar no joelho de Moogey Bues, seu melhor amigo, estaria programando uma visita à amada. Mas, para surpresa de ambos, quem estaciona na garagem e entra na residência é Joe Morelli, agente à paisana do Departamento de Polícia de Trenton. Ao perguntar o que ele faz ali, a dupla descobre que Kenny e Morelli são primos e o policial também está atrás do jovem.

Na caçada a Kenny, a protagonista e seu auxiliar percorrem ruas, becos escuros e funerárias, tentando juntar as peças de um quebra-cabeça cada vez mais complicado. Para ajudá-la a reunir pistas, a caçadora de recompensas conta com uma figura divertida e inusitada: vovó Mazur, uma simpática velhinha de 72 anos com mais energia do que muitas pessoas com menos da metade de sua idade. O problema é que a avó de Stephanie se empolga demais com sua função e acaba na mira dos criminosos.

Outros personagens contribuem para dar emoção à trama, como Spiro, enteado do agente funerário Constantine Stiva, Julia Cenetta, namorada de Kenny, e Perry Sandeman, que tem fama de ser bastante perigoso. A partir do momento em que Moogey Bues é encontrado morto, as conexões aos poucos se estabelecem, aumentando o suspense e deixando os leitores completamente envolvidos, ansiosos pela solução do mistério.

Compensando a inexperiência com a rapidez no aprendizado, Stephanie Plum mostra que poucas coisas são capazes de abalar sua resistência. Embora ela possa contar com o auxílio de terceiros em várias ocasiões, há momentos em que se vê sozinha diante do perigo. Quando pedaços de corpos embalsamados começam a chegar em sua porta, a caçadora de recomepensas percebe que está diante do adversário mais repugnante que já enfrentou e corre risco de vida.