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18.11.13

Review faixa-à-faixa: Lady Gaga - ARTPOP


A cantora Lady Gaga lançou recentemente seu mais que aguardado álbum ARTPOP, sucesso do Born This Way, o disco, querendo ou não, veio com a premissa de restaurar a imagem de hitmaker que a Gaga conseguiu com The Fame e The Fame Monster. Se ela irá conseguir? Isso nós não sabemos, porém aí está o que achei do álbum!

1. Aura - 5 estrelas

Quando eu escutei Aura pela primeira vez estava totalmente extasiado porque era a primeira coisa nova e concreta que tinha ouvido da Gaga em tempos. Esse solo de violão, a voz agressiva que ganhou alguns retoques na versão pro álbum, o refrão que contém um dos vocais mais poderosos da cantora. Aura é muito amor! E ainda vem recheada de crítica cultural e polêmica. Ótima pra abrir o álbum.

2. Venus - 5 estrelas

Se você pensa que em Venus diminuímos um pouco o ritmo, está redondamente enganado. Venus é a primeira faixa produzida inteiramente pela Gaga, é um pouco confusa por ter basicamente dois pré-refrões e um refrão que acompanham mudanças de batidas e desviam-se da melodia. A letra é inteligente e cheia de segundas intenções, a primeira de muitas menções à deusa Afrodite neste álbum.

3. G.U.Y - 5 estrelas <3

G.U.Y começa com uma recomendação de uma voz, dizendo para nos deitarmos e deixar que a música nos leve para posições novas. Essa é a premissa da canção, ela nos leva pra algo que a Gaga não fez antes, uma música pop-dance eletrônica com batida energizante e com um quê de psicodelia. E a letra é toda feminista e mais uma vez inteligente e metafórica. 

4. Sexxx Dreams - 5 estrelas

As quatro primeiras músicas contém sim um forte apelo sexual, assim como o resto do álbum, mas é em Sexxx Dreams que tudo se aflora. Declaradamente uma canção sobre uma paixão lésbica e masturbação. Tem um refrão que te leva pra outro mundo e a batida igualmente incomum, pelo menos na música pop atual.

5. Jewels 'N Drugs (feat. T.I., Too $hort and Twista) - 4 estrelas

Muita gente classificou essa como a faixa mais fraca de ARTPOP. Sim, de fato, dentre todas essa é a que menos se destaca. Na minha opinião, a música deveria conter mais explosão vocal da Gaga e algum tipo de interação entre ela e os rappers, apresentando seus nomes com um grito, que seja. Mas não é ruim, vale à pena pela produção carregada de batidas trap do DJ White Shadow.

6. MANiCURE - 4,5 estrelas

Essa é mais uma música feminista que utiliza de metáforas que podem ser confusas, obviamente colocadas exatamente para nos fazer discutir sobre. MANiCURE contém batidas fortes, expressivas e um pouco de trap no breakdown. Tem toda a energia que faltou na música anterior, funcionaria muito bem como single já que Gaga sempre está dispostas a empurrar as barreiras estabelecidas pela própria em sua música.

7. Do What U Want (feat. R. Kelly) - 5 estrelas + <3

O segundo e último feat. do álbum. Funciona de uma forma surpreendente boa, essa vibe oitentista da música combina muito com R. Kelly, assim como a voz dele combina com a da Gaga quando ambos se encontram na música, fazendo da música uma verdadeira colaboração entre dois artistas. A letra não poderia estar mais crítica. Gaga está despindo-se de própria, dizendo que não liga, entregando sua imagem ao mundo.

8. ARTPOP - 5 estrelas

Eu vejo a faixa-título como um hino à criatividade da cantora. Em deliberados momentos, ela pede que ARTPOP venha até ela, dizendo que o mesmo poderia significar qualquer coisa e que ambos poderiam significar qualquer coisa. Os versos finais Free my mind, ARTPOP. You make my heart stop. Não poderiam ser mais bem idealizados, a música toda é um conjunto incrível. O instrumental que se assemelha a um violino no fundo e um som que parece-se muito com teclas sendo apertadas combina com toda a atmosfera tecnológica que ARTPOP tem. Incrível!

9. Swine - 5 estrelas

Nesta música, Gaga descarrega toda a sua raiva. Tudo o que sente sobre si mesma e talvez de outras pessoas também. Mas a letra se destaca pouco por causa da peça de música eletrônica que temos aqui. A produção deixa a música energizante, com batidas psicodélicas e tratamentos na voz da cantora que apesar de parecerem estranhos à primeira vez, combinam perfeitamente canção. Swine é uma música pra pular, dançar e esquecer de tudo gritando a plenos pulmões "Swiiiiiiiiine" e, cuidado, porque o refrão é altamente grudento e tenho que falar do breakdown que se segue depois disso, é altamente cativante. 

10. Donatella - 5 estrelas

Nós saímos um pouco da atmosfera crítica e um pouco (só um pouco) mais séria do álbum. Donatella abre espaço à uma sequência de músicas mais irresponsáveis, digamos assim. Está claro que Gaga fez pensando apenas na diversão, quando nesta música faz referência à distúrbios alimentares na moda e entra no papel de uma mulher "loira, magra, rica e um pouco vadia". O refrão é um pouco confuso, mas muito bom. Uma homenagem para Donatella Versace, dançante até o pescoço. O "She walks so bad, like it feels so good" é o melhor da música, sem dúvidas.

11. Fashion! - 5 estrelas

O que é essa música? Meu Deus, uma produção do Will.I.Am que não tem cara de Will.I.Am. Vale contar que David Guetta também esteve presente na produção. Em Fashion!, Gaga mostra pra todos como se sente bem vestindo o que veste. O piano no começo da música é matador e eu acho a melodia bastante parecida com a Holiday da Madonna e o que é o "ooooooh" interminável da Gaga e os "Slay!" que são gritados durante a música?

12. Mary Jane Holland - 5 estrelas

Mais uma vez assumindo um novo personagem (?). Gaga declara todo o seu amor pela maconha ou apenas fala sobre a sua enorme vontade de ser uma mulher chamada Mary Jane Holland, se preferir. Essa música é linda, irresponsável e por falta de adjetivos, linda, novamente. Eu adoro o pré-refrão, o refrão e claro, a bridge não poderia passar despercebida com um dos melhores vocais da Gaga ever e um verso super bem bolado. "I know that mom and dad think I'm a mess, but it's alright because I am rich as piss. / When I ignite the flame and put you in my mouth, / the grass eats up my insides and my brunette starts to sprout".

13. Dope - 5 estrelas + <3

No começo, eu cheguei a falar que preferia I wanna be with you que era mais ou menos uma demo dessa música. Mas a forma como Dope me deixa pra baixo é de outro mundo. Isso não é uma coisa ruim, muito pelo contrário. A música contém uma emoção que é passada pro ouvinte e é super simples. Apenas um vocal bagunçado e meio bêbado de Gaga, um sintetizador que aparece timidamente em alguns momentos e o piano. Linda!

14. Gypsy <3

Eu fico sem palavras pra essa música. Ela fala sobre a estrada e sobre Gaga ter que abandonar as pessoas que ama para viver seu sonho. É a única música com produção do RedOne, que esteve por trás de Judas, Bad Romance, The Edge of Glory e outras. Soa bastante como essa última e tem um potencial incrível para se tornar um hino. O violão foi um ótimo acréscimo à canção, vocais perfeitos e é muito legal quando a Gaga cita o nome de vários lugares por onde ela já passou.

15. Applause - 5 estrelas

A cereja do bolo. Parece inferior às outras agora, mas possui o seu brilho próprio. Restaura o clima de festa e celebração que tinha cessado com Dope e Gypsy. Uma ótima música eletrônica, dentro dos padrões mas diferente ao mesmo tempo. Experimente ouvir com bons fones de ouvido! Estrategicamente colocada aqui para que pudéssemos ter um pretexto para aplaudir a cantora e ao mesmo tempo termos vontade de ouvir o álbum mais uma vez. Pelo menos comigo, é sempre essa sensação que acomete.

                                           5/5


10.5.13

Review faixa-a-faixa: DEMI - Demi Lovato


A Demi Lovato voltou com um novo CD e eu resolvi fazer uma resenha faixa-a-faixa com ele. Então, eu escrevo a opinião sobre as faixas conforme vou ouvindo, por isso, vocês vão acompanhando a minha primeira reação, que pode mudar depois de um tempo. Let's go! \o/

1. Heart Attack (4 estrelas)

Adoro a pegada dubstep e é uma ótima de abrir o álbum. Demi mostra vocais poderosos com seu "You make me gloooo-O-oow". Acho a letra um pouco bobinha demais, sei lá, parece que ficou faltando algo. Mas eu gosto, é muito difícil de enjoar. Já a escuto a um mês e ainda amo <3

2. Made In The USA (4 estrelas)

É bem legalzinha também, continua na mesma que velocidade que Heart Attack e ainda contém a letra romântica, com alguns toques country na bridge. Os vocais de Demi me lembram o de Bridgit Mendler, outra cantora da Disney. É extremamente bonitinha e bem-feita. Gostei!

3. Without The Love (3 estrelas)

Mais uma canção tendo o amor como tema principal. O álbum já começa a me irritar um pouco por não sair da zona de conforto da Demi. É tão Disney e provavelmente fará sucesso entre os fãs. Gosto por ser bem produzida e ter um refrão legal, mas devo esquecer logo.

4. Neon Lights (5 estrelas)

Essa música é bem clichê, tem dela em pencas pelas rádios hoje em dia. Mas justamente por ser uma coisa que não se espera de Demi Lovato, ser extremamente viciante e conter uma das melhores performances de sua voz no álbum até agora, dou cinco estrelas! Tem uma letra fraca, mas quem precisa disso quando se tem essas batidas matadoras e o refrão "Like neon liiiiiiiiights"? Se for single, merece ganhar um clipe cheio de balada e luzes neon!

5. Two Pieces (4 estrelas)

Mais uma balada belíssima que me ganhou pela ótima melodia! E, claro, a letra também. É toda trabalhada no término de namoro e vai ter muitos de seus trechos postados em status de Facebook daqui em diante.

6. Nightingale (4 estrelas)

Tem versos lindos como "You could my sanity, bring me peace send me to sleep" porém esse negócio de comparar o cara a um passarinho, mais especificamente um Rouxinol é bem piegas. Mesmo assim, a música é extremamente bem produzida como todas até agora. A voz de Demi cada vez mais bem trabalhada e agradável nas músicas, que combinam muito bem com ela.

7. In Case (5 estrelas)

Caramba! Eu não costumo gostar de baladas que só possuem piano e voz, mas a Demi faz o seu trabalho e traz uma letra linda, emocionante, juntamente com uma melodia incrível. Meu mais novo xodó <3

8. Really Don't Care feat. Cher Lloyd (5 estrelas)

Voltamos para as músicas rápidas. Eu amo toda essa vibe de "não preciso de você", felizona e pra frente da música. Nunca tinha ouvido nenhuma música com a Cher e estranhei um pouco a sua voz quando ouvi, mas definitivamente adorei o seu verso/rap, fortaleceu a pegada pra cima e cômica da música!

9. Fire Starter (4 estrelas)

Ainda nas rapidinhas, depois de tanto reclamar de corações partidos, Demi faz o papel da quebradora de corações. "I melt hearts like water", ela diz em dado momento da música. Gostei muito, porque não é uma coisa que ela faça recorrentemente. É boa, mas não tudo isso, tem um refrão um pouco cansativo.

10. Something That We're Not (4 estrelas)

Mais uma vez no papel da heartbreaker, Demi faz basicamente o que disse em Fire Starter, porém desta vez dizendo que ela não teve a intenção de iludir o garoto. Eu gostei, e começo a pensar que o álbum é dividido em duas partes: Coração partido X Partir corações. É boa, mas muito bobinha e teen-pop, lembra um pouco músicas do One Direction e afins. Acredito que fará sucesso se for single.

11. Never Been Hurt (4 estrelas)

Esta música meio obscura até o refrão onde acompanhamos um verso matador. Essas partes em que a Demi brinca com o "hu-ur-urt" e a batida a acompanha são muito bem idealizadas e funcionou muito bem. 

12. Shouldn't Come Back (5 estrelas)

Outra surpresa. Não gosto de músicas simples como essa, com basicamente só o violão e a voz. Mas a letra, o refrão que é cantado perfeitamente por Demi faz dessa uma das músicas mais tristes, depressivas e lindas do álbum! Um jeito ótimo de terminar o álbum, mas ainda há uma faixa!

13. Warrior (5 estrelas)

Outra música emocionante e provavelmente muito pessoal, porque parece ter algum relacionamento com os problemas do passado, o seu problema com a auto-mutilação. Ela admite ser mais forte do que nunca e espero que seja assim sempre.

Conclusão: Demi Lovato fez um álbum em sua zona de conforto, com as baladinhas de sempre, um pop adolescente que deve agradar aos lovatics, como denomina os seus fãs, arriscou-se em músicas mais rápidas, com dubstep e em ambos os estilos, ela conseguiu êxito. Um álbum muito bom, bem feito, redondinho, bem produzido e muito bem finalizado. Merece ser ouvido!

Nota final:
4 de 5

1.4.13

Review: The Walking Dead - Season 3


Spoilers, muitos spoilers! Mais uma vez aqui, firme e forte, pra fazer review de Walking Dead, se você for analisar a minha outra resenha, pode ver que a minha percepção da primeira temporada foi bem diferente da que tive desta. Nesta temporada, Rick está à procura de um novo refúgio e consegue um bem peculiar, uma prisão. Essa é a situação inicial do enredo no primeiro episódio, muita coisa acontece na "dobradinha dos fantásticos", apelido criado por mim para os primeiros episódios desta temporada. Seed e Sick são até agora um dos melhores episódios, sendo superados apenas pelo Say The World, o que Lori morreu e que me fez chorar horrores. Não que eu goste da personagem, mas as circunstâncias fariam até um coração de pedra chorar, poxa.

O mais legal desta temporada, sem dúvida é a mudança no enredo. Se nas temporadas anteriores tivemos um refúgio que logo depois é destruído por uma horda de zumbis, nesta nós temos a mesma coisa, porém com um acréscimo especial. Desta vez, o grande vilão não são os walkers e sim os próprios humanos. É fascinante ver como indubitavelmente nos comportaríamos no caso de uma situação calamitosa como essa. O enredo envolvendo o governador e suas maldades que, são muitas ao longo da temporada, mostra como um homem pode ser cruel para defender o que acredita e o que tem. Essa temporada tem uma quantidade menor de personagens novos, o já falado Governador, uma penca de gente da cidade, os capangas do Gov e alguns outros sobreviventes nômades.

Sem dúvida, a mais notável e amável é a walker-killer Michonne. Sério, gente! Tão bad-ass, já dá pra sentir a moral que emana dela ao vê-la matar um zumbi ou um humano com sua espada. Uma das grandes sacadas cômicas da série, que são muito poucas, deve-se à Michonne, sua falta de sorrisos e a quebra dessa personalidade durona dela durante alguns episódios. Mesmo que todo esse enredo de defensão de territórios e interesses humanos, a história acabou por se tornar tediosa pelo motivo de ser tão arrastada durante a temporada. Não entendi o motivo de ter mais episódios, se eles não tinham história útil para poder preenchê-los. 

Admito, o season finale não foi como eu esperava, nada foi como eu esperava. Isso nem sempre é ruim, mas no caso, é sim. No orangotag, o último episódio da temporada teve uma avaliação fria e isso só reflete que a maioria das pessoas que assitem WD concordam comigo. Apesar de tudo, ainda é The Walking Dead, ainda é incrível, sanguinário e violento e ainda me deixou muito ansioso para saber o que vai acontecer da temporada 4! Pena que é só em outubro...

4 de 5

22.11.12

Review: Nicki Minaj - Pink Friday: The Re-Up


Séries, Livros, Filmes, Produtos e, agora, CDs... É, acho que sou um resenha-tudo.

Neste CD, Nicki Minaj volta mais madura. Talvez já tenha aprendido com os erros do passado. Roman Reloaded não foi um erro, o álbum é um sucesso, trabalhou muito bem nas listas de mais vendidos mas, de certa forma, fez com que Minaj fosse desvalorizada no rap. Depois de todas aqueles EPs que ela fazia antes da fama e que, com toda a certeza, ajudou-a a chegar no que é hoje, ela fez um explosão de pop colorido que, confesso, depois de alguns meses é impossível de ser escutado, pois todas essas músicas não têm o mínimo de consistência para que possam continuar a serem escutadas por meses a não ser, claro, pelos seus fãs mais ávidos. O que eu não sou. 

Algo que achei bastante chato é que, mesmo tendo muito rap bom no Reloaded, ela optou por divulgar as faixas mais pop, conseguindo êxito, mas mostrando-se contraditória. Afinal, ela é pop? Ou ela é rap? O fato é que em The Re-Up, um título que eu achei totalmente preguiçoso, já são três lançamentos em cima do nome Pink Friday e piadinhas na internet aparecem toda hora sobre o constante uso do nome dos CDs por parte da Nicki, a rapper investe mais em seu terreno de origem com o bom rap ao estilo Jay-Z e as faixas R&B estilo Ney-o e Chris Brown. Eu gostei deste álbum!

1. Up in Flames (4 de 5)
Uma lentinha bem melancólica para iniciar o álbum, tem um coro lindo no refrão. O jeito como Nicki faz o seu rap é igualmente lento, muito diferente do trava-língua que ela geralmente faz em suas músicas pop. O ritmo e o estilo R&B já dá pra perceber o clima do álbum. É boa, mas um pouco clichê.

2. Freedom (4 de 5)
Devo dizer que aprendi a gostar desta música. Foi apenas com o tempo que fui pegando o jeito dela, quando fui me dar conta já sabia cantar o refrão e tudo. É daquelas que grudam na cabeça. Tem o mesmo ritmo de R&B, eu adoro a ponte dele. Mirror, mirror won't you realize...

3. Hell Yeah feat. Parker (3,5 de 5)
Extremamente repetitiva, não me simpatizo muito com samples em músicas e essa mulher cantando algo como "get down" no início me irrita um pouco. Não conhecia esse Parker, mas ele tem uma voz ótima, o refrão é muito bom. Ainda na balada R&B.

4. High School feat. Lil' Wayne (5 de 5)
Desde quando bati os ouvidos (kkkk) nessa música, me apaixonei. Costumo gostar das músicas da Nicki com o Lil' Wayne que é praticamente o seu padrinho na música. Assim como todas as músicas até aqui, o que eu mais gostei foi o refrão. Que nos faz lembrar aquelas músicas de Hip-Hop do início dos anos 2000.

5. I'm Legit feat. Ciara (4,5 de 5)
Eu adorei... Essa... Música. Não entendeu o motivo de eu escrever assim? É que a música é quase toda cantada assim, palavras, pausa, palavras, pausa. O refrão é muito bom, a Ciara deu um UP. O início me lembra Birthday Cake da Rihanna e a Nicki voltou com seus trava-línguas! Essa já é um hip-hop um pouco mais pesado, iniciando a parte mais rápida do CD.

6. I Endorse These Strippers feat. Tyga and Thomas Brynx (3,5 de 5)
Boobs, boobs, boobs, lot of boobs! HAHA, lembra Beez In The Trap do CD anterior. Nada demais.

7. The Boys feat. Cassie (5 de 5)
Eu amo essa música, o primeiro single do álbum. O refrão não me agrada, as pontes para o refrão muito menos... A parceria de Cassie é totalmente descartável, eu adoro o clipe.

8. Va Va Voom (---)
Música repetida.

17.7.12

Review: Meia-noite em Paris


Eu já tinha recebido diversas indicações e visto muitos elogios sobre este filme. Mas até então não tinha me interessado. Era meia-noite (irônco, não?) e eu estava sem nada para fazer. O filme estava prestes a começar e eu tinha que completar mais um filme para o Desafio 10 filmes nas férias e culminou que ao ver a sinopse de última hora, acabei me interessando pelo filme.

Meia-noite em Paris conta a história de Gil, um homem que viaja para Paris com os pais de sua esposa e não consegue terminar seu livro. Mas em uma noite, quando ele se perde da esposa, ele acaba pegando carona em um carro antigo que acaba levando-o a Paris dos anos 20! Sendo Gil um apaixonado por esta época, ele acaba voltando diversas vezes, fazendo amizade com Pablo Picasso e outros escritores famosos, além de ter aparentemente encontrado a pessoa perfeita na outra época.

Não podia imaginar o quanto esse filme era mágico e surpreendente. Nem de longe imaginaria que viagens no tempo poderiam ser retratadas tão bem e não se tornarem aqueles filmes chatos e infantis que passam incessantemente na Sessão da Tarde. Woody Allen conseguiu retratar perfeitamente o tema sem se tornar clichê e absurdo. É demais poder viajar a esta época e poder ver Gil conhecer seus maiores ídolos que na época não eram tão famosos como são hoje.

Eu achei errado a forma como o romance foi mostrado em pôsteres e trailers como o tema central do filme. Certo que Meia-noite não escapa de ser romântico, mas é mais centrado nas auto-descobertas de Gil e decisões que ele toma para sua vida a partir destas experiências. O final é encantador, dando-nos inúmeras possibilidades para um lindo futuro do personagem principal.

Estou até agora encantado com esse filme. É tudo muito bem retratado, eu adoro a Rachel McAdams, apesar de ter não ter simpatizado com a sua personagem desde o início, sempre achei que ela o defendeu muito bem. Owen Wilson é aquela incógnita, ele foi bom para o papel, mas não surpreendeu e foi mais do mesmo. A fotografia é de tirar o fôlego, combinando com o clima solar de Paris durante o dia e glamuroso e iluminado durante a noite. Recomendo muito! E muito! E muito!


6.7.12

Review: Amazon Kindle Touch


Oi pessoal! Eu prometi e aqui estou com a resenha do e-reader da Amazon, o Kindle, sendo a minha versão a Touch Wi-Fi! Abaixo, vou listar alguns pontos positivos de se ter um aparelho desse e os negativos também. Não vou me estender porque não sei falar muito de aparelhos eletrônicos e esse blog não fala sobre informática.

o que é bom no Kindle Touch?
  1. Poder ler livros enormes sem cansar a mão.
  2. Carregar muitos livros e poder lê-los a hora que quiser.
  3. A facilidade de leitura no sol ou ao ar livre, com a tecnologia e-ink.
  4. Ouvir músicas no aparelho enquanto lê.
  5. Poder fazer marcações e destacar partes dos livros.
  6. Poder comprar na Kindle Store online e o livro já se disponibilizar no aparelho
o que é ruim no Kindle Touch?
  1. O e-ink ser em preto e branco. Ou seja, as páginas da internet são sem cor.
  2. Os livros disponibilizados no formato adequado ao Kindle serem apenas em inglês.
  3. A dificuldade para ler em PDF.
  4. Não ter uma estante virtual para organizar melhor os livros.
  5. Não possuir uma interface bonita.
  6. Não vir em português, foi preciso instalar uma nova versão com o pacote de línguas.
  7. A quantidade mínima de tipos de arquivos de texto permitidas.
Análise Geral: O Kindle Touch é um e-reader, com facilidades experimentais que são a navegação na web, o Text-To-Speech que funciona como um audiobook feito na hora pelo próprio Kindle, mas que só funciona em inglês, mas não possui suporte para epub, muito menos docX e o PDF não oferece as famosas "posições" em que se pode ler um livro com uma fonte maior e não precisa ficar arrastando pelo resto da página. Eu recomendo a compra, se quiser somente um e-reader com algumas facilidades. Mas não posso dizer que não bateu arrependimento, comprei o aparelho por seiscentos reais e por mais um pouco poderia ter comprado um tablet, com a possibilidade de leitura e com aplicativos e câmera.

19.9.11

Resenha: Diários do Vampiro (O confronto) - L.J Smith



Editora: Galera Record
Autor: L.J Smith
Ano: 1991, reedição em 2010
Título Original: The Struggle

Era fim de dia na Bienal e lá fui eu para o estande da Galera para comprar os livros da Lauren Kate, como já estava mesmo no fim do dia, não tinha sobrado muito dinheiro e acabei comprando a continuação do primeiro volume de Diários de um vampiro, que eu tinha lido fazia um tempo e nunca tive coragem de comprar o segundo.

Não posso dizer que foi uma decepção, até porque não esperava muito de um livro que faz parte de uma série de quatro livros e todos são bem pequenininhos, ou seja, sabia que a autora não ia mostrar coisas a mais por aqui. Na verdade, em O Confronto ela mostrou muita coisa, pro fim, mas não é nada que seja surpreendente para a série.
–– Preciso voltar pra lá assim que estiver seca –– disse Elena. Seu cérebro trabalhava novamente e uma coisa era clara: ela não vira Stefan por lá; tudo havia sido um sonho. Stefan ainda estava desaparecido.
No segundo livro de Diários do Vampiro, Elena está procurando Stefan, ao mesmo tempo em que tem de defendê-lo para o resto de Fell's Church e ao mesmo tempo em que aguenta as ameaças de Damon, o imortal, também imortal do seu namorado vampiro. E, acreditando eu que este não seja um grande spoiler já que a garota encontra Stefan no segundo capítulo, o imortal é salvo por Elena. Mas as coisas não acabam por aí, ela encontra o namorado e ele está fraco, o que ela faz? Acaba dando sangue para Stefan, que não bebe sangue humano. As coisas ficam bem mal explicadas no livro e absolutamente nada mais acontece após a descoberta do paradeiro de Stefan.
–– Desculpe, Matt –– disse ela ––, pelo modo como agi lá em casa mais, e... por... –– Ela se atrapalhou por um minuto e desistiu. Por tudo, pensou desolada.
–– Bom, peço desculpas por ter assustado vocês. –– Ele se virou animado para fitá-la, como se isso resolvesse a questão. –– Agora podem, por favor, me dizer o que acham que estão fazendo?
Uma enrolação digna de Lua Nova e Crescendo começa e bilhetinhos estranhos com partes do diário roubado de Elena começam a aparecer no mural da escola e ela começa a suspeitar de quem tenha feito isso. Ao mesmo tempo em que chega um professor à cidade chamado Alaric Saltzman (presente na série de TV) e a protagonista sabe que há algo de errado por trás daquele sorriso e simpatia que conquista as garotas e aos garotos de sua escola. Quis adiantar o máximo possível do que posso contar e... A verdade é que não sei bem como escrever a sinopse deste livro.
–– Não é o suficiente. Você ainda está fraco...
–– É o bastante para você. –– Ele a empurrou de novo e viu algo semelhante ao desespero cintilar naqueles olhos verdes. –– Elena, se eu tomar mais, você começará a se transformar. E se você não se afastar, não se afastar de mim agora...
Tantas coisas acontecem e ao mesmo tempo NÃO acontecem! Bem, o que quero dizer é que enquanto tudo aquilo que a chegada de Alaric à cidade, creio eu que não representa nada nos próximos e livros, nenhum conflito é adiado, nada de mais acontece além disso. Claro, além das ameaçadas e flertes contínuos de Damon e Elena. A verdade é que O confronto é uma boa continuação e um bom livro. Porém, o enredo do início aos últimos capítulos é muito enrolado e o final fantasioso demais. Ao mesmo tempo em que é uma boa leitura, que nos traz apenas diversão e não algum conceito a mais sobre L.J Smith ou sobre a série. Espero muito mais nos próximos e, com certeza, vou procurar na sinopse do terceiro sobre o que diabos acontece no fim.
Alguém apareceu nos fundo do refeitório e entoou: "Tira! Tira!". Outras vozes se juntaram a ele.
–– Ninguém vai parar a garota? –– Bonnie fumegava.
Talvez eu não tenha gostado mais porque não tenho o A Fúria em mãos para logo descobrir o que vai acontecer, mas o suspense não vai me deixar mais demorar tanto para ler a continuação. Bem, vamos ao menos resumir a minha percepção. Bem feito, mas enrolado. Com bom enredo, mas pouco bem amarrado e planejado. Há pouca coisa acontecendo em algumas páginas muitas coisas acontecem de uma vez só, confundindo-me e aos leitores por completo.

A diagramação da Galera Record é mediana, em muitas horas os travessões estão manchados e a tipologia (fonte) nos faz pensar que o livro foi datilografado em uma máquina de escrever. O início dos capítulos, a chamada capitulação, é bem charmosa e simples e eu adoro esse tamanho de livro para você ler e ter conhecimento de que está andando, diferentemente destes livros que são feitos hoje em dia com altura máxima e letra pequena demais. Em certo ponto, me satisfez bastante. Principalmente pelas capas amarelas e pelo charme simples da editora. Para mim, faltou um pouco mais de explicação e VERDADE na sinopse do livro, o que ela nos faz acreditar é totalmente contrário ao que acontece no livro. As capas são absurdamente lindas, mesmo rosto do vampirinho neste não coincidir de tamanho com o do primeiro.
Naquela noite, ela ficou deitada na capa por muito tempo, olhando o teto, incapaz de dormir. Ficava se lembrando de Vickie sonhadoramente fazendo um striptease no refeitório. O que havia de errado com aquela menina? Ela se lembraria de perguntar a Stefan da próxima vez que o visse.
Bem, o que falar dos personagens? Elena se mostrou menos fútil neste livro. Aquela coisa de fazer pacto de sangue com as amigas para conseguir um garoto é obsessivo e sinistro. Damon, meu personagem favorito da TV e dos livros está sarcástico e ao mesmo tempo romântico sua reação no fim sobre o que acontece... É surpreendente, achando o leitor que foi ele quem provocou aquilo. Ponto negativo para o Stefan, ele está cada vez mais amargurado, tão sem sal quanto o personagem da TV interpretado pelo Paul Weasley. Destaque para Bonnie, mesmo achando que sua veia mágica deveria ser mais explorada e ponto negativo para Robert, Meredith, Margaret... Que causam uma confusão de nomes na minha cabeça!

Pode ler sem medo, mas não vá esperando que este seja o grande best-seller da década, é um bom YA, como qualquer bom YA, não é fantástico (em termo de ser legal e não sobre o que contém no enredo ser criatuas fantásticas), mas também não é perda de tempo. Espero ansioso para A fúria, com mais explicações, número maior de páginas e menos enrolação nas primeiras páginas do livro. Se L.J estivesse escrevendo ainda a série e eu pudesse lhe dar uma dica, diria para que continuasse o seguinte na mesma de onde parou o anterior, quando um livro termina em uma cena de suspense e no próximo a cena é diferente, eu noto um terrível erro de continuidade, o que acaba confundindo a cabeça do leitor, mais uma vez. Não costumo mais sinalizar os quotes, mas este, é o meu momento favorito do livo. Delena forever!
Na extremidade do salão, duas portas imensas giraram para dentro. Uma figura apareceu entre elas. Andou na direção de Elena e ela viu que era um jovem vestido de roupas renascentistas, camisa leve e colete debruado de peles.
Stefan! Ela partiu na direção dele com ansiedade, sentindo o peso do vestido balançar na cintura. Mas paralisou ao se aproximar, puxando o ar subitamente. Era Damon.
Ele continuou andando na direção dela, confiante, despreocupado. Ele sorria, e tinha uma expressão desafiadora. Alcançando-a, ele pôs a mão no coração e se curvou. Depois estendeu a mão para ela como se a desafiasse a segurá-la.
–– Gosta de dançar? –– disse ele. Sem mover os lábios. A voz estava na mente de Elena.
4/5 

10.4.11

Review: Os Arquivos do Semideus


A série Percy Jackson e os olimpianos ganha um spin-off com novas aventuras de Percy e seus amigos além de conteúdos exclusivos sobre personagens e passatempos sobre o mundo dos semideuses, carta de apresentação e mapas do livro.

Quando comprei Os Arquivos do Semideus (O livro 6) nesta tarde de domingo (10), imaginei "Agora sim completei a série". Fiquei vislumbrado com as ilustrações e a hardcover do livro, bem pequenino do tamanho que um spin-off deve ser.

Li-o em algumas horas entre meus afazeres do domingo e me decepcionei quando cheguei ao fim. No começo, você até pensa que será uma boa aventura para sua conclusão e entendimento da série mas nada me acrescentou ali.

No site do livro, pelo menos por informações de terceiros, parece que há uma observação indicando-se que leia o livro antes de terminar a série e eu, infelizmente, não fiz isso. Senti que retrocedi no tempo com figuras de Percy ainda pequeno e tudo o que aconteceria entre o livro quatro e o livro cinco.

Fiquei muito decepcionado com esse livro que, para mim, deveria ser como uma diversão para passar o tempo e dar uma folga na minha wishlist que há muito não estava sendo concluída, acabou sendo uma perda de tempo total.

Mas pra você que ainda quer ler o livro, recomendo que o faça assim como mandam as instruções no hotsite. Fico muito triste por terminar oficialmente a série assim. Mas me conformo pensando que este livro não faz parte da série. Por isso não coloquei a tag & os olimpianos no título.

24.3.11

Review: Harry Potter a Pedra Filosofal


Harry Potter é um garoto "normal" de 11 anos que mora na Inglaterra. "Normal" está entre aspas porque Harry não tem pais (Que morreram em um acidente carro, supostamente) e mora com seus tios, os Dursley, num armário sob a escada.

Além de não ter seus pais nem um quarto, Harry tem de aturar Duda, seu primo e filho do tio Válter e da tia Petúnia que faz dele seu saco de pancadas. Mas tudo está prestes a mudar. Coisas estranhas passam a acontecer e Harry está cada vez mais confuso.

Uma visita ao zoológico, ele acaba fazendo o vidro do cativeiro de uma píton desaparecer sem querer e passa a receber cartas estranhas endereçadas ao seu armário e vindas de corujas. Harry descobre que é um bruxo e um bruxo de primeira!

Ele é famoso por ter derrotado o também famoso e temido Voldemort (Mais conhecido como Você-sabe-quem). "A pedra filosofal" é a primeira aventura de Harry e seus amigos e é uma aventura infanto-juvenil digna de aplausos. Não é a toa que conseguiu tantos fãs pelo mundo.

J.K escreve muito bem, colocando mistérios e solucionando o que é possível no final. Os personagens são todos bem legais, e é incrível como ela te faz suspeitar da pessoa errada. Bem, acho que nunca encontrei um livro tão semelhante a sua adaptação no cinema.

Isso é meio estranho. Pois parece que você está lendo o filme. (risos). Percebi um pouco de descaso da Editora Rocco, como muitos apontam ela não fez uma diagramação muito ao nível da série. E deixou o mais simples possível e ainda coloca o preço muito caro.

É aí que pedia para que a Intrínseca ou qualquer outra tivesse publicado o livro. Mas, felizmente, é só isso o que encontrei de defeito na obra de J.K Rowling, nem sendo culpa dela. Quero muito mais!

11.3.11

Percy Jackson e os Olimpianos: A Batalha do Labirinto

Review é a seção em que classificamos e mostramos a você a nossa opinião sobre um determinado livro.

O quarto livro da série Percy Jackson. Nem acredito que consegui chegar até aqui. Depois de tantas histórias magníficas, fica até difícil escolher meu livro favorito. Mas acho que esse me surpreendeu mais do que todos, mesmo eu achando que no último, muitas surpresas ainda vão rolar.

Nesta aventura, a Grande Guerra está chegando cada vez mais perto e Percy e seus amigos precisam mais do que nunca de todas as forças possíveis.

No meio de uma tarefa proposta pelo professor de esgrima, Percy e Annabeth acabam entrando em um estranho labirinto. Logo, eles descobrem que aquele poderia ser uma passagem que Luke usaria na batalha de destruição do acampamento.

O Labirinto é confuso, vive mudando de lugar, e leva muitos que tentam decifrá-lo à loucura. Uma das formas de evitar é usar o fio de Ariadne, mulher do deus do vinho, Dionísio, que guiará quem o tiver para o lugar certo.

A nova missão do pessoal do acampamento, Annabeth, Tyson, Percy e Grover, é encontrar Dédalo, o criador do Labirinto, e descobrir uma forma de evitar que o fio de Ariadne seja encontrado e impedir que Luke use o estranho Labirinto para invadir o acampamento sem precisar dos limites mágicos que impedem que os monstros de seu exército entrem no acampamento.

Como disse, esse livro é incrível. Talvez o meu favorito, mas só vou dizer isso quando acabar a última página do último livro. Acho que, depois de tudo, fica difícil Riordan me decepcionar em alguma coisa. Eu adorei todo o livro! Desculpe-me, mas virei fã.

Percy surpreendeu minhas expectativas quanto à literatura infanto-juvenil e agora eu sou um grande prisioneiro de histórias assim. Recomendo muito que leiam toda a série de PJ e eu admito: Quero ser um meio-sangue!

Meu personagem favorito, Blackjack, pouco apareceu mas foi essencial para o fim do livro. Uma reviravolta na vida de Nico Di Angelo e ainda aquela dúvida cruel se ele é o garoto da profecia. Bem, acho que dei spoiler.  Então, não falo mais nada.

 

8.3.11

Percy Jackson e os olimpianos: A Maldição do Titã


Review é a seção em que classificamos e mostramos a você a nossa opinião sobre um determinado livro. 
A Maldição do Titã é a terceira aventura de Percy e seus amigos. Agora com quatorze anos, Percy tem que lidar com o desaparecimento de sua amiga Annabeth. Além de procurar por ela, começa uma missão entre os semideuses e Caçadoras, ajudantes da deusa Ártemis, a então desaparecida.

É nesse livro em que Percy prova (Mesmo tendo provado no livro anterior) como é não ser o herói principal. Com a chegada de Thalia, ou a volta, assim seja, a filha de Zeus, Percy logo se torna tão amigo dela (Quase) quanto de Annabeth.

O semideus e vários outros membros do Acampamento meio-sangue vêm procurando por novos filhos de deuses para ajudá-los em números para a batalha, já que Luke e seu navio monstrouso, o Princesa Andrômeda contribuem a cada minuto para a reintegração do titã Cronos.

Você pode ter ficado meio confuso com a minha sinopse do livro. Acho que é porque a história é tão rica em detalhes, sub-histórias, significados pequenos e casos até então esquecidos que podem virar fatos sérios e que fiquem presentes no resto da série.

Meus personagens favoritos foram: Thalia, Grover, Annabeth, Percy e Nico Di Angelo. Não sei, mas acho que, desde o começo, soube que Nico seria importante para alguma coisa além do Mitomania. Riordan não treme na base e continua como sempre, forte.

Acho que essa é uma das coisas que mais admiro nele, ele não muda nada sequer de um livro para outro. Nada, nem na escrita. Acho que, o jeito como ele faz com que Percy seja convincentemente um garoto semideus na puberdade é simplesmente genial.

A Editora Intrínseca me agrada ao deixar as lindas capas originais. A de A Maldição é linda e retrata uma dos momentos mais legais da história. Além de estar presente ali meu cavalo alado preferido, Blackjack. Deuses, semideuses, muita mitologia de um jeito fácil.

Essa é a grande luminosidade presente nos livros do autor. Nunca soube tão bem sobre a mitologia grega e a forma como ele os colocou na modernidade fica cada vez melhor para o meu e o entendimento de todo o público leitor.

Os erros presentes no livro são apenas os de diagramação. Alguns errinhos aqui e acolá, nada que tire o brilho desse livro lindo que me faz querer mais e mais o próximo.

[Sobre Hiatus]

Carnaval e viagem. Desculpe-me pelo sumiço é que fui pego de surpresa quanto a essa viagem, que foi mediana, para Saquarema, Rio. Essa semana, felizmente, terá In My Mailbox.

19.2.11

(Review) Percy Jackson e os Olimpianos: O Mar de Monstros


Olá bookaholics! Curtindo o fim de tarde de sábado? Bem, aproveitei o início do meu fim de semana com o término da leitura do segundo livro da série "Percy Jackson & Os olimpianos" de Rick Riordan, originalmente estadunidense, e trazido pelo Brasil pela editora Intrínseca, a mesma tradutora e publicadora do primeiro livro já resenhado aqui, "O Ladrão de Raios".

A resenha e sinopse do livro a seguir podem conter conter spoilers do livro anterior. Se trata de uma série, portanto trate de ler o primeiro livro ou ler a primeira resenha para relembrar o que disse anteriormente ou ficar avisado de que é uma continuação. "Percy Jackson & Os Olimpianos: O mar de monstros", foi um livro que tive um pouco de vergonha de ler na rua, por seu título. Mas seguiu a linha do primeiro.

A obra conta a história do herói, meio sangue (Meio humano, meio deus), Percy Jackson, e a continuação de suas aventuras na luta contra a reintegração do senhor titã Cronos, pai dos três grandes, Zeus, Poseidon e Hades, sendo o segundo pai do meio-sangue Percy Jackson. O livro começa com Percy Jackson sendo alertado sobre não voltar ao acampamento "Meio-sangue", onde vários de sua 'espécie' vivem no verão.

Trata-se do envenenamento na árvore de Thalia, filha morta de Zeus, que acaba fazendo o acampamento ficar desprotegido e facilitando a entrada de vários monstros. Quíron, o diretor de atividades do acampamento, é o principal suspeito por esse acampamento e sua saída acaba dificultando as coisas para Percy que ganha a inimizade do novo diretor de atividades e do, já conhecido, senhor Dionísio, o deus do vinho (Que já não gostava de Percy).

O amigo de Percy, o então sátiro, Grover, partiu (Desde o último livro) à procura do deus Pan, mas acaba caindo em uma armadilha criada a tão tempo pelo ciclope dono da ilha de mesmo nome, Polifemo. A procura  pelo velocino de ouro, ferramento que poderia salvar o acampamento, é uma missão dada a Clarisse, filha de Ares e Percy é impedido de entrar na procura de seu amigo. Mas isso não o impede de ir.

Eu adorei o livro, achei ainda melhor que o primeiro. Uma das coisas que mais gostei foi a forma como era difícil explicar para as pessoas a história desse livro, ela se passa de simples para muito complexa em pouco tempo. Ao mesmo tempo que é complexa se torna muito fácil de se entender, lógico, se você estiver prestando muita atenção na estória.

Recomendo a ler muito (umas 1000 vezes!) esse livro, é muito, muito bom, a melhor leitura de fevereiro, por enquanto. Fiquei sabendo que vai ter continuação para o filme, mas não me animei muito por ter odiado a "adaptação" que eles fizeram para o filme. Que pode ter uma vida bem curta, já que os atores não são tão novos para fazerem cinco filmes que tem uma passagem de tempo normal.


2.2.11

Our Favorite Series: Misfits

Hello Guys! Novidade aqui no Bobagens e Livros, ou eu ou o Bruno viremos aqui semanalmente ou quinzenalmente ou mensalmente (Para deixar claro que ainda não está decidido) a coluna Our Favorite Series em que resenhamos temporadas das séries que mais gostamos. Eu comecei a ver Misfits (O tema de hoje) por intermédio do Blogueiro Leitor Luiz Silva. Dias atrás ele anunciou e recomnedou a todos que vissem essa série. Com a minha curiosidade eu busquei por episódios para download dessa série e assisti (Até ontem) toda a primeira temporada.


1... 2... 3... Start!

A série "Misfits" conta a história de cinco adolescentes problemáticos que foram (Por algum motivo) parar num centro de serviço comunitário. O primeiro episódio é eletrizante, há ainda outro adolescente (Mas ele morre devido às circustâncias, ou seja, no fim do episódio). A cada fim de capítulo, uma semana se passa. O próximo é o início de mais uma semana.

Enfim, Simon, Curtis, Alisha, Kelly e Nathan são afetados por uma tempestade enquanto estão fazendo esse serviço. Esse fenômeno parece muito com uma chuva de granizo, seu supervisor que estava do lado de fora com eles, é afetado também (Lembrando que, o adolescente que morre não é afetado pois estava do lado de dentro). Até então, tudo bem.

É no primeiro episódio que estes descobrem seus poderem. Simon, pode ficar invisível, Curtis, tem premonições sobre mortes e fatos importantes, Alisha, consegue despertar desejo em homens com um toque. Kelly pode ler a mente dos outros. Nathan não descobre nenhum poder. Em meio à esse descobrimento, Kelly é atacada pelo supervisor, que também ficou um poder estranho.

Ele se transforma em uma criatura sanguinolenta e os jovens são obrigados a matá-lo para poder sobreviver. É nesse acontecimento que a série toda se desenrola. Os capítulos seguintes contém novas pessoas que foram afetadas e a nova supervisora, Sally, que era noiva do antigo supervisor (Agora morto) e desconfia dos superpoderosos. 

Eu recomendo, e muito, a série Misfits. O ambiente, vulgar, a fotografia, azulada e com tons frios, são ótimos para a aura que é criada para o programa. Todos os personagens são ótimos e significantes para a trama, achei Nathan o melhor e mais engraçada (Sempre tem de haver algum). O que eu estranhei um pouco foi o sotaque britânico.

Nunca tinha visto séries da Inglaterra e isso foi um desafio para mim. Eu adorei a Kelly também, acho que pode haver, futuramente, um romance entre ela e Nathan. Bem, o que posso dizer do Simon? Ele é um personagem complexo e misterioso e eu gostei disso. Curtis tem uma história triste, ele perdeu a fama e o direito de participar das olimpíadas por envolvimento com drogas.

Alisha, bem, o poder dela é quase constrangedor, ela também é uma personagem muito bem desenvolvida. Eu adorei o o último episódio e estou disposto a ver também toda a segunda temporada e comentar aqui com vocês. Diferente do que o Luiz Silva fez (É isso, eu fiquei dias procurando o link), você pode baixar os episódios neste site (Misfts Brasil).

Eu volto em breve, para comentar mais séries. E o Bruno também pode aparecer no comando desta qualquer dia desses. Até logo pessoal!



29.1.11

Review: Shiver (Maggie Stiefvater)


Título Original: Shiver
Autora: Maggie Stiefvater
Série: The Wolves of Mercy Falls
ISBN: 978054123273
Editora: Scholastic Press

Comprei Shiver porque ele estava muito barato e eu queria ler esta história. Comprei-o em Hardcover e fiquei (até agora) babando pela linda capa. Terminei minha leitura ontem e gostei muito do que Maggie Stiefvater criou em 400 páginas.

Durante anos, Grace tem observado os lobos no bosque atrás da casa dela. Um lobo de olhos amarelos - seu lobo - é uma presença de frio, ela não consegue viver sem. Enquanto isso, Sam tem vivido duas vidas:


No inverno, as matas congeladas, a defesa do bosque, e a companhia silenciosa de uma menina sem medo.
No verão, alguns meses mais preciosos do ser humano. . . Até que o frio faz-lhe mudar novamente.
Agora, Grace conhece um garoto de olhos amarelos cuja familiaridade leva o seu fôlego.
É o seu lobo. Tem que ser. Mas como o inverno se aproxima, Sam deve lutar para permanecer humano - ou o risco de perder a si mesmo, e Grace, para sempre.

O livro é muito nos apresenta a um novo universo com lobos. A sinopse me lembrou muito "A Garota da Capa Vermelha" porque se trata desse tipo de criatura, que tem tudo para ser a nova 'moda' da literatura mundial.

No Brasil a história já foi publicada, Calafrio (Editora Agir), e a série pode estar trazendo uma adaptação para os cinemas. Estou louco para ler os próximos livros, que prometem muitas emoções por aí.

Estou enviando para o Matheus este livro (versão português, um presente!). Gostei tanto dele que quero incentivar outras pessoas a lerem-no, Calafrio pode demorar um pouco para chegar até ele (E chegar a ter uma resenha aqui), mas Linger estará aqui em breve.

Até logo!

27.1.11

Review: Doença e Cura


"Mate um mendigo de um modo anônimo e faça um bem para a sociedade. Caso seu nome, contudo, venha a aparecer nos jornais, adeus vida, ou no nosso caso, adeus morte-vida, como queiram os ficcionistas."


O livro Doença e Cura chegou até mim pelo próprio Fabian, que me enviou um exemplar autografado e mais um marcador bem charmoso. Ele me explicou que estava no início da divulgação e eu concordei em ajudar com tudo isso. Fico um pouco triste por este livro ainda não estar estourando nas livrarias.

Porque ele é simplesmente original. Mais uma vez, quem lê meu skoob sabe quão rápido eu leio determinados livros e no caso do livro dele, foi como uma doença mesmo. Eu não conseguia parar de ler seu livro, que possue uma história enigmática que só sua sinopse é uma boa explicação.

Os vampiros estão sendo consumidos por uma doença, como se fosse uns vampiros que matam vampiros, esses vampiros superiores meio que precisam deles para sobreviver, mas isso não foi a causa de eu ter me apaixonado por este livro. Foi simplesmente pela genialidade de Fabian, da forma que ele construiu.

Os sete capítulos são uma surpresa, pois nenhum contém o começo, meio e fim. Falas e etc. Eles são enigmáticos, muitas vezes não contém o nome dos personagens. E assim como a quase todos que leram este livro, o que eu mais gostei foi o capítulo de número cinco, em que tudo é descrito como em uma peça de Shakespeare.

Recomendo muito este livro, que superou (e muito) todas as minhas expectativas.

24.1.11

Review: Diários do Vampiro - O despertar (L.J. Smith)


Título Original: The Vampire Diaries - The Awakening 
Autora: L.J Smith
Série: Diários do Vampiro
ISBN: 978-85-01-08615-0
Editora: Galera Record
Compre aqui! (Pelo mesmo valor que eu comprei)


O livro é bem small, que segue meu skoob sabe que li em quatro dias. A versão americana (Que eu lamento não ter lido por não gostar de ler em inglês), que estava bem mais barata, contém dois livros em um só. O primeiro (O Despertar) e o segundo (O confronto). E eu, sinceramente, não entendo por que a Galera Record não fez isso também.


Bem, deixando as bizarrices de lado, queria deixar a minha opinião sobre este livro. Mas não antes de vocês saberem o que eu li (sem spoilers), segue uma pequena sinopse feita por mim: Elena Gilbert, uma garota daqueles tipos fútil, líder de torcida, rainha da primavera. Bem filmes americanos de adolescentes. É a protagonista da história.


Ela tem amigas, Meredith e Bonnie, realmente boas que a seguem a todos os lugares, são verdadeiras e acreditam em Elena. A garota fútil e que manda na escola, sofre a perda de seus pais e isso a deixa desolada. Meio indecisa e chatinha. Mas tudo acaba quando Stefan, um garoto novo e misterioso, chega no colégio. Você deve estar falando: Crepúsculo?


E eu digo, não! Absolutamente, não! Não só porque Diários do Vampiro foi escrito séculos antes do livro de Stephenie Meyer, também é por causa da história bem mais madura que L.J cria pra gente. Os vampiros em suas histórias são misteriosos, meio vegetarianos (Stefan pisa na jaca as vezes) e absolutamente e acima de tudo são sexy.


Eles não tem sentimentos humanos, para Stefan todo o colégio é uma perda de tempo. E sua ida a Fell's Church torna tudo isso pior ainda. Acontece que ele passa séculos fugindo do irmão e nessa cidade ele encontra um refúgio e ainda conhece Elena, a clone de seu amor passado e morto, Katherine. Eu gostei muito do livro.


Apesar de tudo, ele é legal e prende a gente. Não sei se é por causa da Ryta Vinagre, a tradutora do livro e a mesma dos livros da Saga Crepúsculo. Recomendo a todos lerem O Despertar, agora estou caminhando para o próximo e pretendo ter toda a série. Vamos ver também se a Galera melhora um pouco, encontrei erros como quando falas no lugar de parágrafos.


COMENTE, não vai machucar.

21.1.11

Review: Ethernyt - A Guerra dos Anjos

ETHERNYT - A GUERRA DOS ANJOS

Título original:  A guerra dos anjos
Autor: Márson Alquati
Série: Ethernyt
ISBN: 978-85-7855-024-0
Editora: Giz Editorial
Compre aqui!

Devo confessar que Márson Alquati me surpreendeu com sua criatividade, caprichos e habilidade de escrita. Ethernyt - A Guerra dos Anjos, o primeiro da série Ethernyt já começa com cheirinho de mistério policial, junto com investigação. Uma mistura - de uma só vez - de Sherlock Holmes e Anjos e Demônios, com Rafael Thomas tentando desvendar o misterioso e cruel assassinato do embaixador D'Aurillac e sua esposa, Sophie. Ele começa a desconfiar de que uma seita de adoradores do demônio estejam envolvidos nisso, já que os indícios apontam para um sacrifício humano.

O acaso o une com a bonita agente da Sureté Desirée Lechaud, os dois se encontram inusitadamente (Quando estão prestes a se matar). Eles veem em Barrabás a chance de desvendar o mistério da morte do embaixador e sua esposa, este homem negro e misterioso esteve presente na cena do crime e se encontra sem memória. Mais uma vez, eu confesso, Márson Alquati me surpreendeu!

As primeiras páginas do livro são de mistério, em que você fica tentando desvendar o que os personagens não sabem. Uma semelhança com Anjos e Demônios e O código da Vinci, ambos nos fazem lembrar as primeiras aventruas de Desirée, Thomas e Barrabás. A ação começa e uma batalha logo nos primeiros capítulos, antes de completar uma centena de páginas. Bem, a partir daí você já sabe o quão cruel pode ser o  autor. Capaz de matar quem quer que fosse para que o mistério estivesse seguro para que Thomas, nem seus leitores soubessem. 

Você não pode ler Ethernyt com pouca atenção, em muitas vezes tive que ler duas vezes uma página para tentar deixar que o fluxo de informações passassem por minha cabeça. A batalha foi meio cansativa, eu confesso também, grande demais. Mas que, pelo seu tamanho, mostrou a importância que esta teve para o primeiro livro e terá para o próximo.

Poemas, mistérios, tudo sendo resolvido aos poucos. Mas que, agora que já está tudo ocorrendo aos olhos de Thomas e Desirée, nada importa. Os Escolhidos de uma profecia do Armageddon (Os principais; Thomas, Desirée e Barrabás) agora têm de salvar o mundo do exército de Lúcifer, que querem dominar a raça humana de acordo com desavenças do passado com os anjos.

O epílogo (Especial demais para deixar despercebido) nos levou para um estado de catatonia ao constatar algumas coisas. Perguntas surgiram na minha cabeça e eu estou doido e pronto para começar a ler e entender  tudo o que aconteceu neste epílogo, assim como ler outras aventuras de Thomas, Desirée, Barrabás e seus amigos. Indico muito este livro e agora posso dizer que, Ethernyt ganhou justamente os prêmios do Bobagens e Livros (Ocorridos no ano passado). 

Parabéns Márson Alquati e parabéns à literatura brasileira, cada vez melhor!

11.1.11

Review - Para Sempre (Alison Noël)

Currently reading

Título Original: Evermore
Autora: Alison Noël
Série: Os Imortais (Volume 1)
ISBN:  978-85-98078-62-5
Editora: Intrínseca
Compre aqui!

Ever Bloom tinha uma vida perfeita: era uma garota popular, acabara de se tornar líder de torcida do principal time da escola e morava numa casa maravilhosa, com o pai, a mãe, uma irmãzinha e a cadela Buttercup. Nada no mundo parecia capaz de interferir em sua felicidade, o céu era o limite! Até que um desastre de automóvel transformou tudo em um pesadelo angustiante.

Ever perdeu toda a sua família. Mudou de cidade, de escola, de amigos, e agora, além de todas essas transformações em sua vida, ela precisa aprender a conviver com uma realidade insuportável: após o acidente, ela adquiriu dons especiais. Ever enxerga a aura das outras pessoas, pode ouvir seus pensamentos e, com um simples toque, é capaz de conhecer a vida inteira de alguém. É insuportável. Ela foge do contato humano, esconde-se sob um capuz e não tira dos ouvidos os fones do i-pod, cujo som alto encobre o som das mentes a seu redor.

Até que surge Damen. Tudo parece cessar quando ele se aproxima. Só ele consegue calar as vozes que a perturbam tão intensamente. Ever não entende o porquê disso, mas é incapaz de resistir à paz que ele lhe proporciona, à sensação de, novamente, ser uma pessoa normal. Ela não faz ideia de quem ou o quê Damen realmente é. Sua única certeza é estar cada vez mais envolvida... e apaixonada. 

É com tudo isto que o livro de Alison Noël é recheado. Comprei Para sempre por decisão própria uma curiosidade sobre a série e sobre a autora. A história é bem construída, com personagens convincentes e caricatos. A história começa meio como Crepúsculo, no colegial, uma garota solitária e estranha, um garoto novo, misterioso e igualmente estranho. 

Algumas coisas que diferenciam Ever de Bella é que a garota é muito mais chata. A protagonista de Noël consegue ser chata em todos os momentos, quando está feliz, triste, com raiva. O fato do livro ser narrado em primeira pessoa não ajuda. Ever fala muito mais do que deveria e deixa o livro cheio de suas palhaças e esquisitices de adolescente.

Em outras partes tem a envolvente Drina e os amigos nada convencionais de Ever (Sim, esses foram os personagens de que mais gostei). Have vive com uma crise de personalidade e Miles é um gay totalmente maluco que faz um teste para Tracy Turnblad. Drina, a vilã ruiva (Outra característica de semelhança com a obra de Stephenie Meyer) é linda e má.

Sério, realmente arrepiante as coisas que ela faz e que ela realmente fez. A irmã morta de Ever (Que conversa com ela), Riley, também é um personagem muito bom. Mas sua história é nada chata e serve de recheio para quando Ever não está se deliciando com Damen ou quando não está se lamentando ou culpando pelo acidente que aconteceu com sua família.

O que mais admiro neste livro foi a capacidade de Noël de conseguir (Apesar de todas as picaretices) fazer uma história boa em que, quando você está prestes a largar o livro de tão chato, acontece algo bom demais para você fechá-lo ali e isso foi o que me incentivou a comprar a sequência da série Lua Azul, que logo terá resenha aqui também. 

Tire suas próprias conclusões sobre este livro. 

Hey, o post não acabou: Como ninguém é de ferro, não custa nada fazer um comentário! Deixando sua opinião - críticas? great!

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