15.6.13

Resenha de série: Revenge - Temporada 2


Ao contrário da maioria das pessoas, eu tive uma opinião mista assim que terminei de assistir à primeira temporada da série Revenge. Enquanto a maioria dos outros telespectadores glorificaram a série, eu terminei com um gosto ruim na boca. Ainda esperava que o ritmo dos primeiros episódios voltasse, o clima rápido, curto e grosso, de vingança de Emily, em que um rosto era riscado a cada plano traçado. Algo que não se manteve até o fim.

Comecei a assistir a segunda temporada esperando o enredo mais desacelerado e calminho, sendo surpreendido com os primeiros episódios mais bem feitos que já vi, novamente, estava presenciando uma série rápida e que vai direto ao ponto, desta vez com um toque de melhoras numa trama cada vez mais complexa. Enquanto vamos encarando tudo o que Emily deve passar para conseguir a sua tão almejada vingança, somos apresentados a um novo plot, com um entendimento bem difícil e que, infelizmente, foi mal retratado no texto.

Todo o mistério acerca da Iniciativa, por mais tempo que o necessário, acabou fazendo do assunto, de início interessantíssimo, uma coisa chata e enrolada. Eu não aguentava mais não fazer ideia do que a maioria dos personagens principais falava e parei de assistir à série por algumas semanas. Cheguei a cogitar abandonar a história, mas a curiosidade foi maior. Fiz uma maratona do meio da temporada até a Season Finale e fui surpreendido da forma mais incrível e genial possível.

Num episódio final que mais parece um filme, acompanhamos o desenrolar da história passada anteriormente, com um toque épico nunca antes visto na série. Mesmo com uma hora de duração, não houve um momento no qual eu cogitei ficar entediado, acontece tanta coisa, todas elas indubitavelmente importantes para o futuro do enredo e grandiosamente surpreendente. Mal posso esperar para a terceira temporada e espero que eles saibam como continuar a história de onde pararam. E, claro, aqui fica a minha recomendação que soa quase como uma intimação. VOCÊ DEVE ASSISTIR REVENGE!

5/5

6.6.13

Resenha: Revelações - Elizabeth Chandler (Beijada Por Um Anjo #5)



Depois que Ivy descobre que Tristan está no corpo do assassino Luke, a vida deles toma um outro rumo. Tristan se esconde da polícia e Ivy não sabe onde localizá-lo. Para piorar as coisas, Beth está cada vez mais distante e estranha, e só Ivy sabe o que realmente está acontecendo com ela. Ao descobrir o paradeiro de Tristan, Ivy não se contém e corre para ele, apesar do risco de ver seu amor descoberto. Para conquistar sua liberdade, Tristan, com a ajuda da namorada, tentará descobrir em que encrenca se meteu o garoto que lhe empresta o corpo. E, na busca de evidências, Tristan e Ivy percebem que existem mistérios sobre os quais eles não têm controle e que podem levá-los por um caminho sem volta. Além disso, a interferência de Tristan sobre o destino de Ivy deverá ser punida duramente. Pode ser que um deles não viva por muito mais tempo.

E mais um capítulo da saga Beijada Por Um Anjo é finalizado. Esse pra mim foi o mais difícil de todos para ler, mesmo que estivesse muito ansioso para saber o que se sucederia após o final cliff-hanging do livro anterior. Se Destinos Cruzados trouxe à tona um novo e ótimo jeito da autora de organizar o enredo, com coisas que ela não tinha tentado na trilogia criada inicialmente nos anos 90, neste livro Elizabeth continua diferenciando-se da forma de escrita dos anteriores, porém, pra mim, ela não teve muito sucesso.


Eu comecei o livro ávido por informações e acabei recebendo uma surpresa desagradável com as cenas mornas que são apresentadas nas primeiras 50 páginas, sim, são bem poucas, mas foram o suficiente para me deixarem entediado e abandonar o livro por alguns meses. Recomecei com muita força de vontade, conseguindo ultrapassar esse número e descobrindo que, sim, existia uma luz no fim do túnel! A trama logo começou a andar mais rápido, com as investigações de Ivy e Tristan, que eram totalmente pertinentes ao andamento da série e foram muito bem escritas e colocadas no texto.
 Enquanto caminhava até o carro, Ivy lembrou-se de seu padrasto dizendo que o amor da mãe dela despertava o melhor nele. E o que acontece quando a pessoa que ama desperta o mentiroso que há dentro de você?
 Mas que escolha tinha? Ivy perguntava a si mesma. Quando se luta pela vida e pela liberdade de uma pessoa, quando essas coisas foram injustamente tiradas, o limite entre o certo e o errado parece se misturar.
Se, por um lado, eu gostei da face C.S.I do casal principal da saga, não posso dizer o mesmo sobre as cenas de romance. Beijada sempre foi piegas e clichê, mas neste livro, a autora pareceu estar colocando aquelas milhares de cenas de beijos e declarações de amor eterno apenas para preencher a obra, fazendo com que ficassem um pouco frias e superficiais. A relação de amor e ódio se instaurou quando fiquei com lágrimas nos olhos por uma cena em que (spoiler) Tristan reencontrava o seu pai (/spoiler).

Uma das personagens mais notáveis deste livro é a Beth, sempre presente em acontecimentos arrepiantes que, sem dúvida, reforçaram o aspecto paranormal/sobrenatural deste livro. Ela foi a grande salvação, não posso dizer o mesmo de Will que já teve muita importância no passado, mas agora só faz o papel do cara chato que foi dispensado pela namorada e é sempre o último a entender o que está acontecendo. Quanto aos personagens, eu gosto muito da Dhanya e os outros são bem descartáveis e aparecem e desaparecem com uma facilidade incrível. Gostaria de dar destaque a um outro, mas aí seria um spoiler danado. Então, deixa pra lá.

De toda a série, Revelações não foi o melhor livro até agora, sua última página me deixou surpreso e quando fui virar, não tinha mais nada. Ou seja, um final assim como todos os outros da série, bem "acabo de descobrir uma coisa muito importante e fim". Neste, quando tudo parecia estar mais ou menos acertado, a gente se surpreende com dois capítulos com ação e um provável novo conflito, que me deixou ansioso para ler o capítulo final, mas nem tanto assim. Recomendo a leitura e espero que o próximo termine com chave de ouro essa série da qual tanto gosto!


Editora: Novo Conceito
Autora: Elizabeth Chandler (Mary Claire Helldorfer)
Série: Beijada por um anjo - Livro Cinco
Título original: Everlasting
Páginas: 317
3,5 de 5

25.5.13

Resenha de série: The Vampire Diaries - Temporada 4


Depois de uma primeira temporada brilhante, uma segunda melhor ainda, a terceira um pouquinho chata... The Vampire Diaries volta para a sua quarta temporada. Desta vez trazendo a personagem principalmente finalmente transformada em uma vampira. Elena tem de lidar com todas as consequências de ser uma vampira ao mesmo tempo em que os roteiristas nos presenteiam com um acontecimento misteriosíssimo, logo no primeiro episódio, mistério esse que se estende até o meio da temporada.

Eu não gostei desta temporada. Ela começou com adaptação, passou pelo mistério, e trouxe um novo time de vilões e mitologia. Sim, muita gente não gostou do fato de existir uma cura pro vampirismo logo depois de Elena se tornar uma e crucificaram a série por não querer da sua zona de conforto. Eu estava apoiando esse time, simplesmente não conseguia colocar na minha cabeça a ideia de que todo esse tempo esperando para que Elena fosse uma vampira se esvaísse com a maior facilidade do mundo.

Não foi fácil achar a cura. A trama que os levou até Silas e os seus objetivos foi bem óbvia e é impossível você acreditar no que ele aparentemente quer se você já assistiu à quatro temporadas de TVD com Katherine e Klaus como vilões. Eu já sabia que tudo ia dar errado alguma hora e confesso, parei de assistir a série assim que cheguei à metade da temporada. 

A forma como os roteiristas a levaram aqui foi realmente insuportável, tediosa... Mas chegamos aos últimos episódios, onde finalmente temos alguma ação, mesmo que tenhamos uma Elena chatíssima wannabe-bitch que me irritou demais. Foi uma tentativa de consertar a cagada que tinham feito? Acho que sim. Eles conseguiram? Sim, estou ansioso para assistir a próxima temporada. O Season Finale foi bem simples, mas me agradou. Porém, aí fica o medo e a dúvida que eles tenham o enredo perfeito, assim como no início da quarta temporada, e estraguem tudo. Espero que não...

3 de 5

13.5.13

Resenha: Anna e Beijo Francês - Stephanie Perkins



Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?




Sabe quando você está saturado com leituras relativamente pesadas e quer muito aliviar com um livro bobinho e leve? Pois bem, Anna e o beijo francês me caiu muito bem. Baixei no Kindle e sai andando com ele pra tudo quanto é lugar e a cada intervalo que tinha, acompanhava um pouco mais da história de Anna. Se eu gostei? Sim, o livro é bom, mostra de forma incrivelmente realista o cenário principal que a cidade de Paris, mas existem algumas coisas que não me desceram muito bem neste livro e vou explicar abaixo.

Primeiro fator que possa ter prejudicado a minha opinião: Ter lido Lola e o garoto da casa ao lado no início deste ano, caso não saiba, este livro nada mais é que um companion, que é o nome dado a livros que fazem parte de uma trilogia ou série, e possuem aparições de personagens dos outros livros, porém sem fazer continuação relevante para suas histórias. Eu já sabia o final da história deste livro, e saber desse super spoiler, com certeza, merece ser considerado. Apesar de saber que mesmo se não tivesse lido eu já saberia, afinal, não é um livro muito surpreendente.
Como posso ter sido tão estúpida? Como posso ter acreditado, por um momento, que não estava apaixonada por ele?
Mas "Lola" também não era surpreendente! Eita, não sei. Os clichês deste livro não me agradaram como os do outro, achei que ficou faltando alguma coisa. A história foi desnecessariamente estendida pelas páginas, preenchidas com descrições belas, porém entediantes a certo ponto, da cidade-luz. Os personagens de Anna, os principais, Anna e St. Clair, também não me envolveram como eu gostaria. Eu torcia por eles, sim, mas não tinha aquele carinho especial, a necessidade de saber o fim da história. Tanto é que demorei uma semana inteira com esse livro, que poderia ter sido lido em apenas um dia.

Uma das coisas mais curiosas e engraçadas foi Stephanie ter feito um personagem aos moldes de uma personalidade famosa da literatura. O pai da Anna é simplesmente uma paródia do Nicholas Sparks e em certos momentos até que fiquei meio preocupado da autora se encrencar com processos ou coisa do tipo. Mesmo com algumas falhas, Anna e o beijo francês é bom, não mostra a que veio, porém vai te divertir com uma viagem instantânea a Paris. Nada de especial. Não vou fazer minha recomendação, leia se tiver curiosidade e vontade. Pode ser que te agrade assim como agradou a muitos.

Editora: Novo Conceito
Autora: Stephanie Perkins
Série: Companion
Título original: Anna and the french kiss
Páginas: 288
Nota: 3 de 5

10.5.13

Review faixa-a-faixa: DEMI - Demi Lovato


A Demi Lovato voltou com um novo CD e eu resolvi fazer uma resenha faixa-a-faixa com ele. Então, eu escrevo a opinião sobre as faixas conforme vou ouvindo, por isso, vocês vão acompanhando a minha primeira reação, que pode mudar depois de um tempo. Let's go! \o/

1. Heart Attack (4 estrelas)

Adoro a pegada dubstep e é uma ótima de abrir o álbum. Demi mostra vocais poderosos com seu "You make me gloooo-O-oow". Acho a letra um pouco bobinha demais, sei lá, parece que ficou faltando algo. Mas eu gosto, é muito difícil de enjoar. Já a escuto a um mês e ainda amo <3

2. Made In The USA (4 estrelas)

É bem legalzinha também, continua na mesma que velocidade que Heart Attack e ainda contém a letra romântica, com alguns toques country na bridge. Os vocais de Demi me lembram o de Bridgit Mendler, outra cantora da Disney. É extremamente bonitinha e bem-feita. Gostei!

3. Without The Love (3 estrelas)

Mais uma canção tendo o amor como tema principal. O álbum já começa a me irritar um pouco por não sair da zona de conforto da Demi. É tão Disney e provavelmente fará sucesso entre os fãs. Gosto por ser bem produzida e ter um refrão legal, mas devo esquecer logo.

4. Neon Lights (5 estrelas)

Essa música é bem clichê, tem dela em pencas pelas rádios hoje em dia. Mas justamente por ser uma coisa que não se espera de Demi Lovato, ser extremamente viciante e conter uma das melhores performances de sua voz no álbum até agora, dou cinco estrelas! Tem uma letra fraca, mas quem precisa disso quando se tem essas batidas matadoras e o refrão "Like neon liiiiiiiiights"? Se for single, merece ganhar um clipe cheio de balada e luzes neon!

5. Two Pieces (4 estrelas)

Mais uma balada belíssima que me ganhou pela ótima melodia! E, claro, a letra também. É toda trabalhada no término de namoro e vai ter muitos de seus trechos postados em status de Facebook daqui em diante.

6. Nightingale (4 estrelas)

Tem versos lindos como "You could my sanity, bring me peace send me to sleep" porém esse negócio de comparar o cara a um passarinho, mais especificamente um Rouxinol é bem piegas. Mesmo assim, a música é extremamente bem produzida como todas até agora. A voz de Demi cada vez mais bem trabalhada e agradável nas músicas, que combinam muito bem com ela.

7. In Case (5 estrelas)

Caramba! Eu não costumo gostar de baladas que só possuem piano e voz, mas a Demi faz o seu trabalho e traz uma letra linda, emocionante, juntamente com uma melodia incrível. Meu mais novo xodó <3

8. Really Don't Care feat. Cher Lloyd (5 estrelas)

Voltamos para as músicas rápidas. Eu amo toda essa vibe de "não preciso de você", felizona e pra frente da música. Nunca tinha ouvido nenhuma música com a Cher e estranhei um pouco a sua voz quando ouvi, mas definitivamente adorei o seu verso/rap, fortaleceu a pegada pra cima e cômica da música!

9. Fire Starter (4 estrelas)

Ainda nas rapidinhas, depois de tanto reclamar de corações partidos, Demi faz o papel da quebradora de corações. "I melt hearts like water", ela diz em dado momento da música. Gostei muito, porque não é uma coisa que ela faça recorrentemente. É boa, mas não tudo isso, tem um refrão um pouco cansativo.

10. Something That We're Not (4 estrelas)

Mais uma vez no papel da heartbreaker, Demi faz basicamente o que disse em Fire Starter, porém desta vez dizendo que ela não teve a intenção de iludir o garoto. Eu gostei, e começo a pensar que o álbum é dividido em duas partes: Coração partido X Partir corações. É boa, mas muito bobinha e teen-pop, lembra um pouco músicas do One Direction e afins. Acredito que fará sucesso se for single.

11. Never Been Hurt (4 estrelas)

Esta música meio obscura até o refrão onde acompanhamos um verso matador. Essas partes em que a Demi brinca com o "hu-ur-urt" e a batida a acompanha são muito bem idealizadas e funcionou muito bem. 

12. Shouldn't Come Back (5 estrelas)

Outra surpresa. Não gosto de músicas simples como essa, com basicamente só o violão e a voz. Mas a letra, o refrão que é cantado perfeitamente por Demi faz dessa uma das músicas mais tristes, depressivas e lindas do álbum! Um jeito ótimo de terminar o álbum, mas ainda há uma faixa!

13. Warrior (5 estrelas)

Outra música emocionante e provavelmente muito pessoal, porque parece ter algum relacionamento com os problemas do passado, o seu problema com a auto-mutilação. Ela admite ser mais forte do que nunca e espero que seja assim sempre.

Conclusão: Demi Lovato fez um álbum em sua zona de conforto, com as baladinhas de sempre, um pop adolescente que deve agradar aos lovatics, como denomina os seus fãs, arriscou-se em músicas mais rápidas, com dubstep e em ambos os estilos, ela conseguiu êxito. Um álbum muito bom, bem feito, redondinho, bem produzido e muito bem finalizado. Merece ser ouvido!

Nota final:
4 de 5

9.5.13

Divulgadas: Capa de Allegiant e Minha Vida Fora de Série - Segunda Temporada!

Duas capas de livros que eu quero muito foram divulgadas! Primeiro a de Allegiant, que, mesmo dividindo opiniões de alguns fãs, me agradou e possui simplesmente o MELHOR símbolo de todos (que não é um símbolo de facção e sim "um símbolo que aparece no livro", de acordo com a autora), e essa cor laranja? É linda! Enfim, ainda não sei como irão traduzir essa palavra para o português, porque aparentemente não existe tradução para o português, sem dúvida, um trabalho difícil para a Rocco que tenho certeza que renderá muitos xingamentos no twitter assim que for divulgada. E logo depois, veio outra capa absurdamente linda, a de Minha Vida Fora de Série - 2ª temporada, que conta a história de Priscilla, uma amiga da Fani que é viciada em séries. Essa capa ficou ainda melhor que a do primeiro!

3.5.13

Resenha: A Esperança - Suzanne Collins (Jogos Vorazes #3)





A jovem Katniss Everdeen sobreviveu aos mortais Hunger Games não apenas uma, mas duas vezes, e mesmo assim ela não tem descanso. Na verdade, os perigos parecem estar se agravando: o Presidente Snow declarou guerra contra Katniss, sua família, seus amigos, e todas as pessoas oprimidas do Distrito 12.







Essa resenha, até agora, está sendo uma das mais difíceis para escrever, portanto me deem o crédito se eu eventualmente perder o fio da meada ou não ser muito claro em argumentos. Essa dificuldade de expressão deve-se  à quantidade de emoções que sentimos e acontecimentos que presenciamos nesse último livro da saga Jogos Vorazes. Depois do primeiro livro, genial, e o segundo que me decepcionou, o terceiro chega para tentar consertar isso e, bem, acho que ele conseguiu.

Algo muito admirável (ou não) é que Suzanne leva a guerra muito bem, sabendo fazê-la perdurar de forma convincente e bastante presente nas páginas do livro.Além de tudo, ela têm uma incrível capacidade de contrariar tudo o que você um dia suspeitou que fosse acontecer. Da metade pro fim do livro, a única coisa que conseguia fazer é ficar de boca aberta com o rumo com que as coisas tomavam. Você estava lendo um capítulo e de repente, bum, algo acontece, o capítulo termina com palavras rápidas da personagem principal e você fica tipo: "Isso está realmente acontecendo?"

Apesar das qualidades enormes da escrita e das ideias da autora, notei uma pequena deficiência no começo. Demorei um pouco pra pegar no livro de verdade, o que mudou no decorrer das páginas, onde a única conseguia era ficar preso da história de Collins. Estava tudo ótimo pra mim do meio para as últimas páginas, eu sabia que mortes seriam inevitáveis e não as senti muito. Claro, fiquei triste por alguns mas nada que beirasse o inconformismo, pois nenhum dos meus preferidos morreu (não é spoiler já que vocês não sabem quem são, haha).

É justamente essa vontade de surpreender da autora que faz com que o final do livro fique um pouco "Blée", não sei se foi o ritmo incrivelmente rápido das coisas irem acontecendo, algumas de extrema importância tiveram muito pouco espaço na história ou a resolução que inutilizada o conflito principal, tão repetido pela Katniss no segundo livro, algo que contribuiu muito para que ele fosse um porre. Mas claro, é impossível se agradar a todos, e apesar do fim desagradável, ainda aprecio toda a genialidade da coisa e o modo como Jogos Vorazes me faz ficar pensando na possibilidade de tudo realmente acontecer. Mesmo tendo outras séries distópicas por aí que até me agradaram mais do que esta, nunca irei esquecer da autenticidade e do universo único criado aqui. 

Conclusão da série: Jogos Vorazes tem os seus méritos, um enredo brilhante, rápido e cruel. Em Chamas é mais devagar, concentra-se mais na situação política da rebelião. A Esperança mostra o desfecho de tudo, com coisas que podem agradar e desagradar, como em todo o final de saga. Recheados de pontos fortes e fracos, os livros forma um conjunto incrível que merece e precisa ser lido. Cheio de poder revolucionário implícito em um enredo claro e fácil, com uma reprodução quase que exata da natureza humana, em dadas cirscutâncias. Tá esperando o quê pra começar a ler? Sem dúvida, vai ficar na lista para uma futura releitura!
Não sei se são os casulos, ou o medo, ou [...], mas sinto a arena ao meu redor. É como seu jamais houvesse saído dela, na realidade. 
Editora: Rocco
Autora: Suzanne Collins
Série: Jogos Vorazes - Livro Três (Final)
Título original: Mockingjay
Páginas: 424
Nota: 4 de 5 

1.5.13

Resenha: Replay - Henri B. Neto


Cecília e Gabriel não poderiam ser mais diferentes. Ela é tranquila, responsável e estudiosa. Ele é mulherengo, convencido e bagunceiro. Os dois não teriam nada em comum, se não fosse por um único detalhe: Eles já foram namorados. Mas tudo acabou mal, e agora Cissa não suporta nem mais ver o ex. Porém, o destino resolve lhe pregar uma peça, e a garota vai se ver obrigada a aceitar ser tutora do rapaz, ficando em sua companhia por mais tempo que necessário. O que ela não imagina é que Gabriel ainda não a esqueceu, e vai fazer de tudo para voltar para a sua vida.



Já tinha tido a minha primeira experiência com a escrita do Henri em seu primeiro livro, Terra das Sombras: O Guardião. Desta vez, ele deixa de lado o sobrenatural, porém permanece no YA. Sem elementos sobrenaturais, ele se vira muito bem com um romance rápido e que mostra a que veio logo nas primeiras páginas. Replay é uma short-story, em tradução literal, uma história curta. Adoro esse tipo de livro porque eles possuem um enredo mais movimentado, que acontece em poucas páginas.

Porém, nem todos os autores de short-story conseguem acertar em seus livros. Eu já li bastante destes e muitas vezes acabei presenciando uma escrita falha e uma história devagar, mesmo se tratando de um compromisso bem pequeno quanto ao número de páginas. O autor conseguiu mostrar tudo o que era preciso, ao meu ver. Embora tenha ficado me coçando de vontade de encher a caixa de e-mail dele com um pedido para uma continuação ou uma reedição, desta vez com mais página e mais história.

Henri não saiu de sua zona de conforto, continuou escrevendo gênero jovem adulto, o que não é o mínimo problema, já que ele sabe muito bem como fazê-lo. Os diálogos e trejeitos adolescentes são bastante condizentes com a realidade e é impossível não torcer para Cecília e Gabriel. Apesar de tudo, algo que me incomodou um pouco e vem me incomodando cada vez mais em livros YA é a repetição de aparência/personalidade dos mocinhos.

Agora existem bad-boys em pencas na literatura para jovens e este livro não escapa do grupo. O pior é que eu achei o Gabriel muito parecido com o Patch, de Hush Hush. Muito mesmo! Inclusive o apelido Anjo, dirigido sempre por Patch à Nora, é usado pelo personagem neste livro. Henri B. Neto conseguiu fazer uma história envolvente e ao mesmo tempo marcante, em poucas páginas, o que é um feito para poucos. Apenas provando que ele precisa mais do que nunca continuar a escrever! Recomendo! Ainda mais porque está de graça em e-book na Amazon.com.br!

Editora: Independente
Autor: Henri B. Neto
Série: Livro Único
Título original: Replay - Os opostos não se atraem... Se colidem
Páginas: 122
Nota: 3,5 de 5

30.4.13

Playlist: Top 5 de abril (#2)


Mais uma playlist entrando no ar. Houve uma grande mudança das músicas do Top 5 do mês passado, as desse mês são bem diferentes e eu vou mostrar abaixo:

26.4.13

Cinquenta Tons de Cinza - O filme: Escolhido o ator que irá interpretar Christian Grey!


Depois de muita especulação acerca de quem interpretaria o sr. Grey, do famoso e polêmico livro Cinquenta Tons de Cinza, finalmente foi oficialmente anunciado que o papel será de Alex Pettyfer. O que pegou todos de surpresa, porque as fãs cogitavam Matt Bommer e outros autores mais "parecidos" com as características descrita por E. L. James nos livros. Mas enfim, a magia de Hollywood faz milagres e tenho certeza que Pettyfer fará um ótimo Grey nas telonas!

O filme será dirigido por Gus Van Sant e deve chegar aos cinemas em março do ano que vem e ainda há uma grande curiosidade sobre quem interpretará a protagonista dos livros, Anastasia Steele!

20.4.13

Resenha: Impecáveis - Sara Shepard (Pretty Little Liars #2)



Spencer roubou o namorado de sua irmã. Aria ficou com o coração partido em relação ao seu professor de Inglês. Emily começou a gostar de sua nova amiga Maya. . . tanto quanto de seu amigo. A obsessão de Hanna pela aparência impecável está lhe fazendo mal. E seu segredos mais terríveis ainda é tão escandaloso que a verdade iria arruina-las para sempre.







OMFG! As coisas começaram a mudar em Pretty Little Liars. Depois do introdutivo, porém ótimo, primeiro livro, chegamos a Impecáveis, que traz um novo personagem. Toby Cavanaugh, meio-irmão de Jenna que traz de volta toda a dúvida acerca do que as meninas fizeram no verão passado. Além das novas mentiras das nossas little liars, a gente ainda tem os tormentos da personagem misteriosa, A e o mistério sobre quem ela pode ser. Eu, sinceramente, não faço ideia.


O livro começa de uma forma um pouco devagar, as coisas só vão ficar realmente boas a partir da página 50, porque até aí é só recapitulação do que já aconteceu. Porém, o enredo se mostra bem diferente do primeiro volume, apesar de conseguir um bom timing a partir da quase-primeira-metade. Sara organizou-o de forma diferente desta vez, colocando acontecimentos importantes, misturando-os com coisas nem tão importantes assim, mas que acontecem rápido o suficiente para não te deixar entediado.

Conforme fui avançando, ficava cheio de dúvidas sobre quem diabos poderia ser A, não desconfiei das pessoas óbvias, mas simplesmente não consigo imaginar alguém com motivos ou possibilidade de ser a personagem. Não faço ideia do que a autora irá fazer, afinal, conseguirá ela conseguir o ritmo e o mistério em mais uma dezena de livros? Torço para que aconteça uma revelação ao fim desses primeiros quatro livros, porque senão pode ficar um pouco chato e repetitivo, andar, andar e não chegar a lugar algum.

As little liars as quais mais me apeguei foram Spencer e Aria, não faço ideia do motivo, mas ficava sempre esperando para que os capítulos que tinham um foco maior em ambas chegasse logo. O novo personagem ganha um bom destaque em toda a trama, dando uma movimentada a mais. Desta vez, há uma boa quebra de situação inicial e no final deste livro, muitas coisas já não são mais como eram no começo. Enfim, não sei mais o que falar. Adorei Impecáveis e fico doido com essas cartinhas de A no final dos livros, no qual ela brinca com a gente por desconfiar da pessoa errada. Recomendo demais esta série e só posso dizer que estou extremamente ansioso para prosseguir com a leitura do próximo volume, o qual já tenho em mãos!

Editora: Rocco
Autora: Sara Shepard
Série: Pretty Little Liars - Livro Dois
Título original: Pretty Little Liars
Páginas: 336
de 5
Ótimo

17.4.13

Resenha: Maldosas - Sara Shepard (Pretty Little Liars #1)

 

Pretty Little Liars fala sobre a vida de quatro garotas — Spencer, Hanna, Aria e Emily — que acabam se “separando” depois do sumiço de sua líder, Alison. Três anos depois, elas começam a receber mensagens de texto e alguém que está assinando como “A” e ameaça a expor seus segredos — incluindo os mais secretos que elas achavam que somente Alison sabia.

Eu não estava muito animado para ler este livro. Primeiro porque sei da vastidão de livros que pertencem à série e segundo porque já estou meio que cansado de livros que se passam no High School americano e são voltados para pessoas mais ou menos nesta faixa de idade. Apesar de só entrar entrado no ensino médio agora, já li tantos livros com o tema que já estou deveras saturado. Mas enfim, não tinha nada pra ler e fiz um empréstimo com a prima, pra ler apenas por curiosidade e acabei me surpreendo, como sempre acontece.

Maldosas contém um enredo diferente, ele se concentra na vida de quatro ex-amigas, pois a quinta delas está morta e amizade acabou se desfazendo. A narrativa segue em terceira pessoa, porém alterando de visão a cada capítulo, fazendo-nos adentrar na vida de cama uma, bem devagar. No começo, eu pensava, meu Deus, não consigo lembrar nem o nome delas e foi um pouco difícil para relacionar os casos às garotas. Pois, sim, todas elas têm um caso que ao decorrer das páginas nos faz memorizar seus nomes, ou os seus casos.

Tem a garota da bulimia, a garota que sente inveja da irmã, a garota que sente algo a mais pela amiga e garota que tem um relacionamento com um cara mais velho. Não vou revelar quem são, porque boa parte dessas coisas são as que movimentam a trama do livro. Aos poucos fui me familiarizando com elas e sentindo uma aproximação, mesmo elas fazendo coisas muito politicamente-incorretas. Sem dúvida, o melhor de Maldosas é a presença de A.

Sua forma onipresente e de sempre aparecer do nada e nas horas em que você já até se esqueceu de que ele/ela existe. Posso afirmar com muita convicção que a presença da personagem misteriosa é a coisa mais legal da obra, apesar de ter ficado bem confortável com a forma com que Sara leva o livro, mostrando uma cosia de cada vez, sem muito compromisso com nada. Usando a minha visão crítica, analisando os aspectos do enredo e tudo mais, o livro é bem fraco. Mas eu gostei dele, gostei demais e isso, pra quem lê, sabe que é inexplicável. 

A escrita da autora é bem agradável e não sei como ela vai conseguir levar isso por mais uns trocentos livros, espero que não estrague a série. Se você for ler o livro esperando um mistério esmagador e uma grande alteração de situação inicial, vai conseguir apenas o mistério esmagador e isso foi o bastante para mim. Não posso dizer se vai ser o suficiente para você, por isso recomendo a leitura. Tire a prova! Tenho algumas expectativas para o próximo livro, embora não goste mais de criar antes de ler os livros, acaba me decepcionando. Enfim, leiam e depois me contem o que acharam.
Ainda estou aqui, suas vacas. E eu sei de tudo. - A
Editora: Rocco
Autora: Sara Shepard
Série: Pretty Little Liars - Livro Um
Título original: Pretty Little Liars
Páginas: 289
3,5 de 5

6.4.13

Resenha: Extraordinário - R. J. Palacio

August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Assim que o livro Extraordinário saiu, eu fiquei extremamente interessado. Primeiro por causa dessa capa que é bem simples e curiosa, segundo por causa da sinopse. Estava procurando leituras diferentes e nunca tinha lido algo deste tipo até então, claro que lá no primário já folheei alguns livros infantis que possuem o bullying como tema central, mas este livro me pareceu ter mais consistência e complexidade do que os outros. 
Não precisamos dos olhos para amar, certo?
Apenas sentimos dentro de nós. [...]
O primeiro livro de R. J. Palacio trata de uma forma bem leve a história de August, um garoto que tem o rosto severamente deformado e decide ir à escola, expondo-se a todos os tipos de reações dos seus colegas. Mesmo que seja cruelmente caçoado em diversas partes do livro, August leva tudo com muito bem humor suavizando a história, porém mantendo a gravidade dos atos que nela são retratados. Em poucas páginas, acompanhamos um ano letivo inteiro na vida de Auggie, todas as mudanças ocorridas neste ano, no fim, nos fazem ficar mais próximos dele e, de certa forma, passar a sofrer junto com ele.
— Sempre haverá idiotas no mundo, Auggie — falou, olhando para mim. — Mas seu pai e eu acreditamos, de verdade, que há mais pessoas boas que más na Terra, e que as pessoas boas olham umas pelas outras, cuidam umas das outras. [...]
A narrativa muda diversas vezes durante a trama, sendo dividida em "partes", cada um com um personagem narrando em primeira pessoa. Isso ajudou muito porque, a autora conseguiu mostrar sempre as razões para o que maioria dos personagens fazia. Só achei que faltou uma narrativa comandada por Julian, que na maioria das vezes faz o papel de bully (o valentão), ele com certeza teve motivos para fazer aquelas coisas, mesmo que nenhum motivo seja justificável, mas acho que a falta de explicações acabou demonizando-o, o que é algo extremamente indevido tratando-se de um livro que contém situações que são extremamente próximas da realidade.
Toda pessoa deveria ser aplaudida de pé pelo menos uma vez na vida, porque todos nós vencemos o mundo.
Enfim, não tenho muito o que falar deste livro, porque ele é muito raso e não achei necessário levantar mais questões além destas já apontadas. Mas, longe de mim fazer vocês acharem essas características se aplicam de forma negativa. A escrita de R. J. é muito bem medida, o seu modo de organizar o enredo é louvável e os seus personagens são extremamente cativantes, desde a família de Auggie, seus amigos, o diretor da escola, até o próprio August. Recomendo esta leitura se você quiser passar o tempo com um livro que, no final, ainda irá mudar o seu jeito de pensar de alguma forma. 

Editora: Intrínseca
Autora: R. J. Palacio
Série: Livro Único
Título original: Wonder
Páginas: 320
4 de 5

1.4.13

Review: The Walking Dead - Season 3


Spoilers, muitos spoilers! Mais uma vez aqui, firme e forte, pra fazer review de Walking Dead, se você for analisar a minha outra resenha, pode ver que a minha percepção da primeira temporada foi bem diferente da que tive desta. Nesta temporada, Rick está à procura de um novo refúgio e consegue um bem peculiar, uma prisão. Essa é a situação inicial do enredo no primeiro episódio, muita coisa acontece na "dobradinha dos fantásticos", apelido criado por mim para os primeiros episódios desta temporada. Seed e Sick são até agora um dos melhores episódios, sendo superados apenas pelo Say The World, o que Lori morreu e que me fez chorar horrores. Não que eu goste da personagem, mas as circunstâncias fariam até um coração de pedra chorar, poxa.

O mais legal desta temporada, sem dúvida é a mudança no enredo. Se nas temporadas anteriores tivemos um refúgio que logo depois é destruído por uma horda de zumbis, nesta nós temos a mesma coisa, porém com um acréscimo especial. Desta vez, o grande vilão não são os walkers e sim os próprios humanos. É fascinante ver como indubitavelmente nos comportaríamos no caso de uma situação calamitosa como essa. O enredo envolvendo o governador e suas maldades que, são muitas ao longo da temporada, mostra como um homem pode ser cruel para defender o que acredita e o que tem. Essa temporada tem uma quantidade menor de personagens novos, o já falado Governador, uma penca de gente da cidade, os capangas do Gov e alguns outros sobreviventes nômades.

Sem dúvida, a mais notável e amável é a walker-killer Michonne. Sério, gente! Tão bad-ass, já dá pra sentir a moral que emana dela ao vê-la matar um zumbi ou um humano com sua espada. Uma das grandes sacadas cômicas da série, que são muito poucas, deve-se à Michonne, sua falta de sorrisos e a quebra dessa personalidade durona dela durante alguns episódios. Mesmo que todo esse enredo de defensão de territórios e interesses humanos, a história acabou por se tornar tediosa pelo motivo de ser tão arrastada durante a temporada. Não entendi o motivo de ter mais episódios, se eles não tinham história útil para poder preenchê-los. 

Admito, o season finale não foi como eu esperava, nada foi como eu esperava. Isso nem sempre é ruim, mas no caso, é sim. No orangotag, o último episódio da temporada teve uma avaliação fria e isso só reflete que a maioria das pessoas que assitem WD concordam comigo. Apesar de tudo, ainda é The Walking Dead, ainda é incrível, sanguinário e violento e ainda me deixou muito ansioso para saber o que vai acontecer da temporada 4! Pena que é só em outubro...

4 de 5

30.3.13

Playlist: Top 5 de Março


Vocês já devem conhecer a seção Playlist! Criada desde o ano passado, com o intuito de integrar conteúdo musical ao blog. Desta vez, decidi colocar seu nome ao pé da letra e mostrar as músicas mais ouvidas por mim no decorrer de um mês inteiro. Vamos lá?

27.3.13

Resenha: Cidade de Vidro - Cassandra Clare (Os Instrumentos Mortais #3)


Cidade de Vidro
Clary está à procura de uma poção para salvar a vida de sua mãe. Para isso, ela deve viajar até a Cidade de Vidro, lar ancestral dos Caçadores de Sombras, criando um portal sozinha. Só mais uma prova de que seus poderes estão mais sofisticados a cada dia. Para Clary, o perigo que isso representa é tão ou menos assustador quanto o fato de que Jace não a quer por perto. Mas nem o fora de Jace nem estar quebrando as regras irão afastá-la de seu objetivo: encontrar Ragnor Fell, o feiticeiro que pode ajudá-la a curar a mãe. 






Resenha livre de spoilers!

Quando terminei de ler Cidade das Cinzas, não estava lá muito ansioso para o que viria em seguida. Tinha sim as minhas expectativas a respeito da evolução da trama, mas não o livro seguinte da série dos Instrumentos Mortais não era em si um must-read (deve ser lido, em tradução literal). Mesmo sem muita vontade de ler, comprei o livro pouco depois de realizar a leitura do volume que o precede e ele ficou aqui esperando, virou ano, meses se passaram e eu me encontrava em uma ressaca literária. Até então que me fiz um desafio, ler Cidade de Vidro e todos os livros que me esperam aqui na estante antes da Bienal, em agosto, já que não comprarei nenhum livro até lá, provavelmente. De uma maneira totalmente randômica, eu o escolhi e finalmente consegui engatar a leitura. E mais uma vez, não consegui evitar pensar: Droga, por que eu não o li antes?
—  Algumas leis são feitas para serem quebradas.
O terceiro volume da saga dos Instrumentos Mortais começa pouco depois do fim do segundo, com Clary procurando por uma coisa que pode resolver os seus problemas. Apesar do começo um pouco lento, você só precisa chegar à página 50 para lembrar-se que, afinal, estava lendo um livro de Cassandra Clare e as coisas não poderiam ficar só daquele jeito, viciei-me nesta história de um jeito que não me acontecia desde Cidade dos Ossos (o primeiro, que considero ser o melhor que o segundo em vários aspectos) e me prendi de uma forma que não conseguia desgrudar do livro, gastei a metade de um sábado apenas saboreando a sua história e um domingo, com mais de 4 horas seguidas sentado em uma cadeira de balanço na varanda da minha casa me surpreendendo com o novo volume da saga.
—  Você é minha irmã   disse, afinal.   Minha irmã, meu sangue, minha família. Eu deveria querer protegê-la   soltou um risada silenciosa, sem qualquer humor  , protegê-la de garotos que quisessem fazer com você exatamente o que eu quero fazer.
Cassandra Clare tem todo esse mérito, acredito eu, não que ela tenha uma escrita refinada, afinal estamos falando de um livro YA,  conheço poucos (muito poucos mesmo) que contenham uma linguagem mais complexa, mas sim porque sabe muito bem como organizar um enredo. Trazendo coisas na hora certa, fazendo coisas acontecerem na hora certa (ou errada) e nos fazendo nos desesperar a cada minuto com esse livro que tem cara de fim de série, por inicialmente ser de fato a conclusão da saga. Seus personagens e o mundo de Caçadores de Sombras, Clave, Instrumentos Mortais e Alicante são sim complexos e bem estruturados, tão bem estruturados que, mesmo com essa complexidade que eu apontei, conseguem de fácil entendimento e de um carisma sem igual.
—  Não sou um anjo, Jace   repetiu ela.   Não devolvo livros de biblioteca. Faço downloads ilegais de música na internet. Minto para a minha mãe. Sou completamente normal.

—  Não para mim. —  Ele olhou para ela. Seu rosto pairava frente a um fundo de estrelas. Não havia nada da arrogância de sempre na expressão; ela jamais o tinha visto tão vulnerável [...]
Ao ler Cidade de Vidro, só podia pensar que fazia tempo que não lia um livro assim, com um enredo frenético, bem dividido e desesperador. Um dos grandes trunfos desse livro, algo que o diferencia dos outros, até agora, é a alternância constante de narrativas em 3ª pessoa, isso fez com que os capítulos do livro, a maioria com mais de trinta páginas, não ficassem cansativos, sua quantidade de páginas mal sendo percebidas e pude perceber que se assemelham muito a capítulos de fanfics, as quais Cassandra Clare escrevia antes do estrelato mundial com IM. Os núcleos puderam ser muito mais bem distribuídos e o leitor pode acompanhar todas as faces da história, inclusive saber algumas coisas antes de serem reveladas aos personagens principais.
—  Fraqueza e corrupção não estão no mundo  irritou-se Clary.   Estão nas pessoas. E sempre estarão. O mundo só precisa de pessoas boas para equilibrar. E você está planejando matar todas elas.
Notei um cuidado enorme da Galera Record, um dos únicos erros que consegui notar foi um "Jace subiu a escada e ficou em frente a Jace" e mesmo assim, passa despercebido em meio à grandeza do livro. Neste volume, são tantas coisas acontecendo. Muitas coisas, inclusive, me deixaram de boca aberta e me fizeram ter reações do tipo: "Nãaao! Ai meu Deeeus! O quêeee??" a todo o tempo. Cassandra desfez as pontas soltas centrais do livro, porém entendo que realmente não poderia ter acabado aqui e fico feliz que ainda tenha muito mais história envolvendo Caçadores de Sombras e um dos meus personagens favoritos, que é o Simon. Cidade de Vidro e a trilogia original de Os Instrumentos Mortais é um must-read super recomendado, que vai te fazer ficar surpreso e pensar na história e no mundo de Alicante mesmo depois de fechar o livro. Mal posso esperar para ir a Bienal e comprar o volume seguinte!

Editora: Galera Record
Autora: Cassandra Clare
Série: Os Instrumentos Mortais - Livro Três
Título original: City of Glass
Páginas: 474
Tempo de leitura: 4 dias não consecutivos
Nota: 5 de 5 + <3 (favorito)

Outros livros da série:

18.3.13

Justin Timberlake está de volta: Veja o que achei do novo álbum dele!


O Justin Timberlake voltou! Depois de um longo hiatus na carreira, o cara retornou aos palcos com visual vintage que me lembrou muito o Bruno Mars logo de início. Tá na cara que o JT voltou para reclamar seu posto de príncipe do pop, veja abaixo se ele conseguiu ou não! Obs: Essa é a minha opinião e não sou nenhum crítico especializado em música!

17.3.13

Leitor feliz: Felipe Z. - Promoção Valentine's Day


Felipe Zamoran foi o grande vencedor da promoção Valentine's Day e levou pra casa dois super romances da Novo Conceito, Um Homem de Sorte e A Casa das Orquídeas! Fiquem ligados no blog, logo mais tem promoção no ar!

15.3.13

Tutorial: Como baixar músicas do iTunes de graça!


Você adora usar o iTunes mas não tem verba pra acompanhar todos os lançamentos que gostaria? Pois já existe um site que o ajuda nesse quesito! O iTunes Down disponibiliza downloads de músicas e vídeos dos mais variados artistas, todos os arquivos rodam no programa como se tivessem sido de fato comprados na iTunes Store. Abaixo vou fazer um pequeno tutorial de como baixar músicas no site:

1) Primeiro, escolha o arquivo que quer fazer o download. Clique no título do post ou no "Vou baixar" que fica no final do post, logo em seguida, clique em "Download".


2) Uma página irá abrir. Algumas vezes, essa página nos leva até o download direto, mas na maioria, nos leva um hospedador de links, basta clicar no site de downloads de sua preferência e baixar o arquivo!


3) Depois que o download for concluído, você deve clicar no arquivo.zip e uma página nova irá abrir. Você deve selecionar as músicas/ vídeos e extrair para a página de sua preferência. No caso, é recomendado que salve numa pasta dentro da pasta do iTunes, chamada "Adicionar automaticamente ao iTunes", como o nome já diz, os arquivos irão direto para lá.


Então é isso, espero que tenham gostado e passem a usar o iTunes Down quando tiverem vontade de extrair música nova pro seu iTunes! Mesmo sem contra-indicação, é sempre recomendado que você compre músicas pelo modo tradicional, isso fará com que seu ídolo ganhe mais reconhecimento e, claro, irá fortalecer a conta bancária dele, haha :)


Gostou do tutorial, repasse para os amigos!

6.3.13

Abobrinhas #1: Santa continuidade...

Oi, pessoal! Esta é a minha mais nova coluna de crônicas sobre assuntos variados que, por ora, não terá, horário ou dia definidos e a frequência será determinada pela minha vontade de escrever sobre o assunto. Como o nome já sugere, essa coluna nada mais é do que um apanhado de todos os tipos de abobrinhas que tenho vontade de falar sobre alguma coisa. Nessa primeira semana, decidi falar um pouco sobre a continuidade das capas de livros.

Sabe quando você compra um livro de série que tem aquela capa super linda e sente orgulho de andar com ela por todo lugar? E também mal pode esperar para que o segundo volume seja lançado e que a capa seja tão linda quanto? Então, todos os seus sonhos e esperanças são desfeitos quando vê que todo o projeto gráfico que você tanto ama mudou. E, pior, mudou para um todo completamente diferente, com uma pegada mais simplista, caso a primeira edição seja o contrário disso e vice-versa.

Se acompanhar uma série já é caro, imagina ter que comprar os livros novamente para poder combinar com os outros que estão sendo lançados. Claro, você não precisa trocar as edições, porém acredito que quase todo mundo que gosta de livros, gosta de tê-los padronizados, ainda por cima se forem série. Isso aconteceu com a capa de Shatter Me (Estilhaça-me), que ganhou um novo projeto gráfico, tão bonito quanto o primeiro e a série de Stephenie Perkins iniciada com Ana e o beijo francês que tinha lindas  capas, mais femininas, sim, reconheço e ganhou um projeto mais sóbrio, deixando a dúvida se a Novo Conceito irá mudá-las também ou tentará fazer uma capa semelhante às antigas por si mesma, algo que pode não ficar muito bom.

Talvez essas mudanças sejam no sentido comercial, porém, na maioria das vezes acaba deixando o público já conquistado com o(s) primeiro(s) livros extremamente irritado. Ainda existem as mudanças inexplicáveis, a Galera Record, por exemplo, devia ter deixado a capa original de Hex Hall desde o primeiro volume, mas por algum motivo (razão ou circunstância) não fez isso e agora, cientes da besteira que fizeram, resolveram colocar a capa original no segundo livro, tendo que mudar a do primeiro também, fazendo o pessoal ter que se mobilizar sem necessidade. 

Finalizando, depois de escrever aqui a minha opinião, gostaria de saber a opinião de vocês: Você dá importância à continuidade? 

5.3.13

"A Hospedeira" ganha capa com poster do filme!

O livro A Hospedeira, de Stephenie Meyer, mesma autora da saga Crepúsculo ganhou uma capa com pôster do filme, que contém os personagens principais. Outra alteração foi a tipologia do título, que mudou, ficando semelhante à do filme. E aí, gostaram dessa versão?

3.3.13

Novo livro de Becca Fitzpatrick no Brasil!


A Becca Fitzpatrick, autora da saga Hush Hush, anunciou no twitter que seu mais novo livro, intitulado Black Ice foi vendido para o Brasil. O livro deve seguir uma premissa bem diferente dos livros que contam a história sobrenatural de Nora e Patch. Ainda não se sabe qual editora estará publicando o novo livro, mas tudo indica que deverá ser a Intrínseca, mesma editora de seus outros livros. Veja o tweet abaixo:

1.3.13

Resenha: Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban - J. K. Rowling (Harry Potter #3)


Com a leitura mais do que prazerosa que fiz de Câmara Secreta nos momentos finais do mês passado, resolvi pegar o terceiro livro da série de Harry Potter para ler, pretendendo criar um ritmo de um livro do universo de Rowling por semana. Fato é que, comecei Azkaban cheio de pretensões e expectativas. Infelizmente, nem todas elas foram atendidas. 

Este livro não é o meu favorito da série até agora, na verdade, é a classificação mais baixa que dou aos livros lidos até agora. O filme também não me agrada muito e é natural que o livro também não tenha me agradado, não gosto de alguns personagens que são apresentados, assim como situações, embora possa garantir que este livro é extremamente importante para o andamento da trama central.

Uma coisa que me agradou muito, assim como nos outros livros, e ficou muito aflorado neste, foi o humor negro e sarcástico-britânico de J. K. Rowling, é delicioso ler essas páginas cheias de ironias e piadas implícitas, sem dúvida, é uma forma inteligente e sutil de trazer mais leveza ao texto. Texto esse que, por sua vez, traz uma grande transição da "infantilidade" dos livros anteriores para uma pegada mais obscura e complexa que, assim como visto nos filmes, creio que irá ficar mais forte até o ponto final da saga.

Se você acha que eu não gostei de Prisioneiro de Azkaban, ou que eu achei ser um livro ruim. Muito pelo contrário, a minha classificação mais baixa apenas se refere aos outros livros lidos até agora. O livro continua tendo aquela trama bem amarrada e fantástica, os personagens caricatos e sempre memoráveis. Depois de todo o sucesso e a falação sobre Harry Potter, o macete ao ler a série pela primeira vez é começar sem esperar nada. Vou fazer isso da próxima vez. Apesar de tudo, recomendo!

Editora: Rocco
Autora: J. K. Rowling
Série: Harry Potter - Livro Três
Título original: Harry Potter and the prisoner of Azkaban
Páginas: 348
Tempo de leitura: 5 dias
Nota: 4 de 5

Outros livros da série:

24.2.13

Resenha: Harry Potter e a Câmara Secreta - J. K. Rowling (Harry Potter #2)


Todo mundo já deve ter lido ou ouvido falar na saga de Harry Potter. O pequeno bruxinho e seus amigos que por pouco mais de uma década já fizeram muitas pessoas se divertirem com as suas aventuras conquistou muita coisa e eu estive meio que por fora de toda essa febre. Não gostava muito de Harry Potter, ainda pequeno quando a saga estourou no Brasil, não tinha idade e hábito de leitura o suficiente para ler os livros e tinha uma ideia totalmente errada do que se tratava a história.
— [...] Mas você também vai descobrir que Hogwarts sempre ajudará aqueles a quem ela recorrerem.
Nos momentos finais da saga, sendo influenciado por alguns amigos e pela "vergonha" por não ter lido o maior clássico da blogosfera, reservei algumas horas para assistir a todos filmes até o penúltimo, o qual tinha o interesse de assistir do cinema. Acabei gostando muito dos filmes, assim como a primeira parte do filme baseado no livro final. Foi aí que resolvi começar a pedir emprestado os livros da saga para um amigo que é aficionado por Harry Potter. Li o primeiro, gostei e só depois de quase dois anos, fui pegar o segundo para ler.

O segundo livro da saga tem a mesma magia do primeiro, porém, pude perceber alguns detalhes que favorecem este em relação ao outro. Câmara Secreta contém um pouco mais de maturidade, mesmo que Harry e seus amigos continuem aquelas mesmas crianças bobinhas (ou não) de antes. A escrita de J. K. Rowling é um fator positivo notável, em algumas partes, eu dizia a mim mesmo que poderia pulá-las, uma vez que era idênticas às cenas do filme. Quem dera eu tivesse conseguido! Rowling nos prende nas páginas de uma forma quase mágica, colocando cenas em momentos certos, nos mostrando tudo o que precisamos saber, introduzindo novos personagens e nos fazendo conhecer ainda mais os que já conhecemos. Adentrando em partes mais consistentes do livro com extrema leveza.
— São as nossas escolhas, Harry, que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.
Diferentemente de muitos protagonistas de sagas, Harry é um personagem cheio de carisma e apelo, consigo sentir pena por ele pelas atrocidades que ele se submete quando está na casa dos Dursley, assim como torço para que tudo dê certo. Mas não tem jeito, a gente nunca pode evitar amar mais os personagens secundários, que não deveriam ter tanto destaque, mesmo que Rowling faça uma divisão democrática de aparições. Dobby é, com a mais absoluta certeza, o meu personagem favorito dos filmes e agora dos livros.

Murta-Que-Geme, por sua vez, se torna mais carismática pelo olhar do livro, Rony é mais sarcástico do que medroso como mostrado nas adaptações e Hermione é a sabichona e a amiga fiel que todos amam. Morro de rir com as cenas de Hagrid e adoro quotar coisas que o Dumbledore fala durante o livro. Mais uma vez, uso esse espaço para reclamar da porca edição da editora Rocco, tudo bem, eu li a edição econômica que, normalmente, costuma ser um pouco menos trabalhada do que a versão normal, porém sei que ambas as edições estão no mesmo patamar.

É uma coisa triste, afinal, um livro tão famoso e rentável sendo tão mal trabalhado como são os livros do Harry no Brasil. Muitas vezes, durante a leitura, pensei em comprar os livros e muita é a minha vontade, confesso, porém, essa vontade é sempre refreada ao reparar nesse tipo de coisa. As falas estão um pouco menos confusas do que no primeiro livro, em que o uso de travessões e aspas eram alternados sem motivo aparente. Enfim, a magia do livro realmente apaga tudo isso, no final. Leiam! Só isso tenho a dizer.

Editora: Rocco
Autora: J. K. Rowling
Série: Harry Potter - Livro Dois
Título original: Harry Potter and the Chamber of Secrets
Páginas: 287
Tempo de leitura: 3 dias
Nota: 5 de 5

14.2.13

[ENCERRADO] Promoção Valentine's Day: 2 livros, um vencedor!


Mais uma promoção entrando no ar aqui no Bobagens & Livros, desta vez inaugurando o novo layout e comemorando o Valentine's Day, que foi ontem! Espero que tenham gostado do novo visual e participem desta promoção, que será bem rápida, fácil de participar e premiará uma única pessoa com dois livros! Não é demais, e os livros são romântiquérrimos pra curtir a vibe do Valentine's.

a Rafflecopter giveaway


Atualização 23/02: Parabéns Felipe Z. você foi o grande vencedor! Enviei um e-mail para o endereço que usa no registro do Rafflecopter, se não tiver acesso a esse e-mail, envie-me uma mensagem informando seu endereço com CEP e nome completo até 0h de domingo (24/02). Os livros serão postados na segunda-feira :)

Capa Revelada: Pandemônio - Lauren Oliver


A Editora Intrínseca divulgou recentemente a capa de Pandemônio, segundo livro da saga Delírio que conta a história de uma adolescente em um universo distópico onde se é proibido amar. O livro recebeu uma capa extremamente semelhante à do primeiro, o que é bom já que todo mundo ama continuidade nas capas e as diferentes cores de lombada ficarão lindas na estante! Mal posso esperar para adquirir o meu!

Clipes Novos // Justin Timberlake e Rihanna


Como já faz algum tempo que não posto aqui, trouxe para vocês uma atualização musical, uma vez que minhas leituras andam mais que empacadas e não vejo previsão de resenha. Espero que gostem dos clipes novos que selecionei, escute-os e depois me diga o que achou!

1. Justin Timberlake feat. Jay-Z - Suit & Tie

O J-T voltou, para a alegria de todos. E a sua música nova é muito boa! Juntamente com o rapper Jay-Z, ele traz um R&B de fácil recordação, que com certeza ficará na mente de todos por algum tempo. O clipe é todo em preto e branco, com uma atmosfera vintage que fica presente em quase todas as cenas, salvo as do estúdio que, na minha opinião, ficaram extremamente deslocadas. 


2. Rihanna feat. Mikky Ekko

Rihanna aproveitou o sucesso de Diamonds e veio na mesma vibe com Stay, porém, diferentemente da produção cuidadosa e grande do clipe antecessor, sua música com colaboração de Mikky Ekko recebeu um video mais simples, aliás muito criticado por ter essa natureza mais paradona. Eu adorei, afinal, a música é melancólica e lentinha e a simplicidade combinou muito com ela!


Então é isso, pessoal, espero que tenham gostado e peço imensas desculpas pelo hiato. Ele deve se estender, afinal, estou sem computador e não tem previsão de volta :'/

3.2.13

Divulgada capa de "Insurgente" e mês de lançamento!


A linda Editora Rocco finalmente divulgou a capa oficial digitalizada de Insurgente. Em comparação à original, quase nada muda e eu já falei sobre isso no Sunday News da semana passada, mas além da capa, temos outra novidade! O livro deve chegar às livrarias brasileiras lá por abril desse ano. Levanta o braço quem vai abrir mão dos ovos de páscoa para ganhar o livro! \\o//