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18.12.10

Selos, Selos E Mais Selos

Estou demasiadamente feliz pelos comentários que viemos recebemos recentemente. Agora eu reparei que tudo o que postei aqui de ontem pra hoje foi comentado pelos leitores e agradeço muito por isso. Por sempre deixar a caixa de comentário não ficar vazia. Estou muito feliz por saber que meu primeiro volume de Ethernyt de Marson Alquáti está chegando e que ele reclamou com os correios por sua putafaltadesacanagem seu erro. Outro motivo para minha felicidade é que a parceira mais legal do nosso blog nos indicou para uma imensidão de selos. Indicarei outros blogs, assim como manda a brincadeira. Então, vamos começar:



Prêmio Dardos 


 

O Prêmio Dardos é o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... Que em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, e suas palavras.

"Estes selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar o carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web"


Os indicados do selo devem seguir 3 passos:
Apresentar a imagem do selo no blog; Confere!
Apresentar o link do blog o qual dedicou o selo; Devidamente linkada Leitora Voraz
Indicar quantos blogs desejar, para entregar o selo e promover o link dos mesmos.


Outro selo...


Metas para 2010


Primeiro as metas, que são:

- Ter 1000 seguidores no twitter
- Ter 1000 seguidores no blogger
- Ler a série Feios.- Mudar-me para Forks.
- Terminar e publicar meu livro.

Outro selo - 

Regras:

  1. Dizer 6 pessoas que você mais ama;
  2. 6 coisas sobre a sua vida ou sobre você;
  3. Indicar 6 blogs para recebê-lo.
6 pessoas que eu amo:

  1. O criador do blogger
  2. Nina Dobrev (Elena de The Vampire Diaries)
  3. Minha mãe
  4. Marimoon
  5. Eu mesmo
  6. Nerds

6 coisas sobre minha vida:

  1. Aspirante à escritor
  2. Blogueiro
  3. Tenho um irmão
  4. Minha família é realmente gigante
  5. Comecei a me interessar por livros recentemente, ou seja comprá-los. Na maioria das vezes eu lia livros paradidáticos.
  6. Sei lá
Outros selos - 



22.11.10

QUANDO LIVROS RUINS SAEM DE BONS AUTORES


Veja essa matéria que selecionei vindo do blog do Zeca Camargo, apresentador do fantástico. Pra quem quiser ver seus outros conteúdos só clicar aqui.

~*~

Talvez você estivesse esperando encontrar aqui hoje uma coleção de impressões do show a que, ontem, eu assisti bem de perto: Paul McCartney em São Paulo. Peço desculpas se causo decepção, mas vou falar de outro assunto – e por dois motivos. Primeiro, porque, como eu brinquei no final dopost anterior, este não é um blog só de música – e eu tenho consciência de que nas últimas quatro semanas eu só tenho falado praticamente disso (com exceção de umrápido comentário sobre “a novela do momento”, mas que eu também acabei levando tudo para o lado musical, por conta da nova montagem de “Hair”). Depois, porque uma experiência como essa – a de ver Paul McCartney ao vivo – é forte demais para ser digerida tão rapidamente assim, de um dia para o outro (e talvez seja até pessoal e intraduzível demais para eu querer aqui dividir com você, e eventualmente comparar com o registro de outros fãs que também estavam lá ontem… melhor deixar cada um ficar com a sua lembrança desse momento inesquecível – aliás, se quiser mandar suas impressões do show, fique à vontade, vou gostar de ler).

Ademais, eu li um livro recentemente que me deixou incomodado o suficiente para ter vontade de discuti-lo aqui com você. Ele acaba de sair nos Estados Unidos. Ainda não foi traduzido para o português, mas deve ganhar em breve – início do ano que vem, talvez? – uma edição brasileira, pois seu autor é respeitado por muitos, além de adorado por outros tantos (inclusive esse que vos escreve). Apesar do que vou escrever hoje, torço mesmo para que saia logo! Estou falando de “By nightfall”, o novo (e relativamente breve) romance de Michael Cunningham.

Se o nome do autor lhe é familiar, é porque você deve ter lido sua obra de maior sucesso – ou, no mínimo, tenha talvez visto a brilhante adaptação dela para o cinema: “As horas”, dirigido por Stephen Daltry, com um elenco que reúne “apenas” Meryl Streep, Julianne Moore e Nicole Kidman. Porém, se você nunca ouviu falar de Cunningham, se essa pequena obra-prima contemporânea lhe escapou até hoje, faço agora uma breve descrição das razões para você “tirar o atraso” e correr atrás dela.

Apoiado numa estrutura bem original, ele faz no livro três retratos de mulheres muito particulares. A primeira é ninguém menos que Virginia Woolf – uma das escritoras mais respeitadas do século 20, que abre o livro a caminho de seu suicídio. Porém, seu momento maior em “As horas” tem a ver com a criação de uma de suas melhores histórias, “Mrs. Dalloway” – com a angústia de não saber como começar esse livro. Em outra época (as passagens com Woolf são dos anos 20), no final dos anos 40, outra mulher vive sufocada na sua vida doméstica: Laura tem um marido que a ignora e um filho que ela já não sabe como amar, numa sociedade reprimida que está a um passo de se transformar. E “fechando” o trio, Clarissa é uma nova-iorquina “descolada” e moderna do final dos anos 90: tem uma filha, está “casada” com outra mulher, e prepara uma festa para um amigo gay, que está com a saúde bem debilitada por causa da Aids.

Mesmo para o leitor (ou a leitora) que não tenha grande intimidade com a obra de Virginia Woolf – que permeia de maneira brilhantemente sutil as duas outras histórias também –, “As horas” é um deleite. Não apenas um livro irresistível desde o seu início, mas também um daqueles volumes que depois que você lê, faz com que você se sinta recompensado – na sua inteligência e sensibilidade.

Quando li “As horas” fiquei tão fã de Cunningham, que fui atrás de outras coisas que ele já havia escrito – e me emocionei novamente com seu livro anterior, “Uma casa no fim do mundo”. E foi com grande expectativa que li, logo que saiu em inglês, “Specimen days” – que aqui foi lançado como “Dias exemplares” (como todos os trabalhos já citados aqui, pela Companhia das Letras). Embora um pouco mais cifrado para o leitor (especialmente brasileiro) que não tem intimidade com a obra do poeta Walt Whitman, “Dias” traz a sofisticada prosa de Cunningham numa outra estrutura de três histórias – e é muito bom!

Post grande demais para caber em um tamanho normal de postagem. Mais no link!


24.10.10

Parceiro RDT .:: Post especial


Assim como nós, a votação tá rolando aí em cima, o nosso parceiro excepcional RDT Novelas está fazendo uma premiação de fim de ano (vários outros blogs também estão fazendo). Retribuindo o comentário deles sobre o nosso, agora vocês saberão a última novidade do prêmio que se chama RDT Choice Awards (RDT 'escolha' prêmio, se traduzido livremente). Veja a nota que foi publicada no próprio blog e estarei repassando pra vocês;

"O RDT Choice Awards é a premiação que mais apresenta novidades aqui no RDT Novelas. E agora, temos mais uma. Na hora da premiação, AO VIVO, O Assassino do Twitter estará no twitter do RDT Novelas comentando tudo que acontece na premiação, desde os prêmios, as entrevistas, os shows e muito mais...